Ainda o Carnaval, eleições 2018 e governo são os destaques do noticiário

Edição: Sérgio Botêlho MANCHETES DOS JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Força feminina dá Estandarte ao Salgueiro. Vermelho e branco da Tijuca leva o prêmio de melhor

Edição: Sérgio Botêlho

MANCHETES DOS JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Força feminina dá Estandarte ao Salgueiro. Vermelho e branco da Tijuca leva o prêmio de melhor escola com enredo sobre matriarcas negras/O choque de presença da PM, mas só na orla. Após fim de semana violento, com arrastões em Ipanema, a Polícia Militar adotou um choque de policiamento. A cidade do Rio amanheceu com o patrulhamento da orla reforçado até com policiais do interior. Mas, em outras regiões onde o policiamento foi reduzido e em ruas internas da Zona Sul, os assaltos não pararam. Um supermercado no Leblon foi saqueado e só reabriu com escolta armada. A PM disse que quase 15 mil homens estavam nas ruas do estado/Pezão culpa gigantismo do carnaval. Estado tenta conter onda de violência e arrastões deslocando grande efetivo de PMs para orla/Partidos vão disputar 16 vagas em agências. Partidos disputam 16 postos de direção e até presidência em 11 órgãos reguladores. Em ano de eleição, com obstáculos à liberação de verbas, partidos devem disputar 16 postos de diretoria nas agências reguladoras/TSE libera candidatura com recursos próprios. Resolução, que ainda pode ser alterada, dá vantagem aos mais ricos nas disputas. Justiça Eleitoral permite que candidatos autofinanciem integralmente suas campanhas. A medida pode sofrer ajustes até 5 de março/Abusos sexuais põem filantropia em xeque. Acusações a funcionários da Oxfam por exploração e abusos sexuais devem pôr outras ONGs de ajuda internacional sob investigação. Agência reguladora investiga exploração sexual no Haiti, e recebe acusações contra outras ONGs/Míriam Leitão. Java-Jato acelera. Força-tarefa entrará em ritmo mais forte a partir deste mês de março/Bernardo Mello Franco: Uma nova chance de julgar os torturadores. A procuradora Raquel Dodge decidiu questionar a Lei da Anistia. Ela pediu a reabertura de uma ação contra militares acusados de torturar e matar Rubens Paiva/Contra o Código de Ética. Declarações de Segovia sobre inquérito dos portos contrariam regimento da PF/Planalto rejeita pressão por troca no comando. Mesmo com o mal-estar generalizado, governo não substituirá diretor geral/Editorial: Tema em discussão. As distorções do foro privilegiado. Defesa corporativista. Proteção ajuda corruptos. Mas, há boa proposta no STF à espera do fim de um julgamento.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Partidos terão mais R$ 888 mi de fundo público para eleição. Verba autorizada pelo TSE se somará ao R$ 1,7 bi destinado às campanhas/Denúncia eleitoral contra Cristiane Brasil parou em 2010. Deputada é suspeita de coação de eleitores; acusação foi enviada ao MP eleitoral em 2010 e desde de então não teve movimentação/Venda de carro mais barato volta a crescer após 4 anos. Automóveis. No ano passado, segmento mais prejudicado pelo aumento do desemprego e pelo freio no crédito nos últimos anos voltou a ter desempenho positivo; para analistas, com economia se recuperando, veículos populares devem ganhar um novo impulso/Maia fecha porta para Huck. Cotado para o Planalto, presidente da Câmara elogia apresentador, mas diz que ele não faz parte do projeto da legenda/Cresce exportação de gado vivo. Pecuária. De olho na demanda por animais vivos em países de religião islâmica, frigoríficos como o Minerva trabalham para ganhar mercados como Malásia e Indonésia, em uma atividade que cresce 20% ao ano; ONGs, no entanto, querem voltar a barrar embarques/Acadêmicos do Tatuapé é bicampeã em São Paulo. Apoteose. Investimento em grandes alegorias aliado ao engajamento dos integrantes, além de batida reggae no samba, fez a escola da zona leste empolgar o público e o júri, obtendo nota máxima nos nove quesitos; Mocidade ficou em 2º no critério de desempate/Partido manda Zuma renunciar na África do Sul. Desfecho. Alvo de denúncias de corrupção, líder sul-africano perde apoio da cúpula de seu próprio grupo político, que tem poder de mudar o chefe de Estado; no cargo desde 2009, ele não chegará ao fim de seu segundo mandato, programado para terminar em 2019/Crise venezuelana já se equipara à do Mediterrâneo. Segundo Organização Internacional de Migrações, Caracas enfrenta uma ‘emergência diferente’/Rio registra saques, arrastões e roubos. Vídeos mostram grupo levando itens de mercado; Estado registra a 18ª morte de PM neste ano e major recomenda evitar uso de joia e celular/Usina a carvão gaúcha busca crédito na China. Com fechamento do crédito do BNDES para o segmento, Eletrobrás recorreu a banco chinês para financiar reforma da usina Candiota 3/Polícia de Israel pede que Bibi seja indiciado. Os policiais que apuram casos de corrupção envolvendo o primeiro-ministro do Israel, Binyamin Netanyahu, recomendaram ontem que a Procuradoria-Geral indicie o premiê em duas investigações. Netanyahu, que nega as acusações, disse que continuará “a liderar Israel”, em meio a pressões de opositores por sua renúncia/Vera Magalhães: Com o fim do carnaval, Luciano Huck começará a pôr na rua o bloco da candidatura presidencial/Leandro Karnal. Sempre haverá o recurso da solidão, benéfica quando é opção e terrível se imposta pelos outros. Hoje é dia do bom bispo São Valentim, o que significa, em países acima do Equador, Dia dos Namorados. Momento ainda de frio intenso por lá, é dia de trocar cartões com amados e amadas, bem como com todas as pessoas que nos sejam caras. Nada melhor do que ser amado no inverno, quando tudo convida ao contato dos corpos e às juras feitas sob edredom. O inverno é amigo da mais aconchegante posição do sono celeste dos apaixonados: a conchinha/Relator no Supremo quer limitar autofinanciamento. Toffoli vai apresentar voto contrário à decisão do TSE que permite ao candidato custear 100% da campanha eleitoral/Câmara vai definir regra para voos de deputados. A Mesa Diretora da Câmara vai discutir na próxima semana novas regras para viagens internacionais dos deputados e servidores. O presidente da Casa, Rodrigo Maia, antecipou à Coluna que “o ideal é caminhar tudo para ser de classe econômica”, como já é hoje. Há, porém, pressão para que sejam criadas exceções/Editorial1: O desafio da tecnologia. A crise fiscal, o acatamento pela OMC de queixas contra medidas protecionistas do Brasil e o desafio da nova revolução industrial trazem desafios que exigem respostas rápidas/Editorial2: Cuidado com as delações. De forma dramática, o País deu-se conta dos danos que podem ser ocasionados pela imprudência de homologar um acordo de delação mal feito/Editorial3: Um fundo, muitas distorções. Como entidades privadas que são, os partidos políticos não deveriam ser sustentados por quaisquer fundos alimentados por dinheiro público.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Governo usa BNDES para conter o endividamento. Dinheiro do banco evita que ‘regra de ouro’ seja formalmente desobedecida. 0 governo está tomando dinheiro emprestado para pagar despesas como folha de pagamento de servidores e benefícios da Previdência Social. A prática vai contra a “regra de ouro”, que proíbe o endividamento para pagar despesas de custeio. Os recursos tomados no mercado devem ser usados em investimentos ou amortização da dívida. A regra de ouro só não está sendo formalmente descumprida porque o governo federal tem usado recursos tomados do BNDES. 0 quadro se agravou no ano passado, quando o Tesouro Nacional usou dinheiro dos empréstimos para custear despesas com seguro-desemprego, salários e aposentadorias de militares. A prática prosseguiu neste início de ano. 0 Ministério do Planejamento diz que a norma atual apenas proíbe que empréstimos superem despesas de capital (investimentos e amortizações). A pasta admite que isso só não está ocorrendo graças ao dinheiro do BNDES/Proposta que visa restringir o foro empaca na Câmara. A proposta de emenda constitucional que restringe o foro privilegiado para autoridades está paralisada na Câmara dos Deputados. O texto foi aprovado no ano passado pelo Senado. A comissão de deputados que a analisará aguarda indicações de seus membros pelos partidos. De 35 titulares, 13 foram apontados. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), diz que os trabalhos deverão começar em março/Incêndios são quase tão ruins quanto desmate na Amazônia. Incêndios na Amazônia lançam no ar cerca de 1 bilhão de toneladas de dióxido de carbono ao ano, mais da metade do produzido pelo desmatamento, aponta estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. A seca de 2015 levou a um aumento de 36% na ocorrência de incêndios em relação à média dos 12 anos anteriores. Emissões de CO2 estão na raiz de alterações climáticas/‘Folia do protesto’ traz críticas contra política e reformas/Ilona Szabó de Carvalho. Prisão de mães é excessiva no país e deve ser revista. A espada da Justiça está sendo usada de forma desproporcional em milhares de casos e liminais envolvendo gestantes e mães no país. Das 42.355 mulheres presas no Brasil, 74°/o têm ao menos um filho. O custo de manter na prisão mães que cometeram crimes sem violência não se justifica/Empresários pressionam deputados indecisos a aprovar nova Previdência/Restrição ao foro tramita com lentidão na Câmara. Proposta já aprovada no Senado ainda aguarda definição dos partidos/Insatisfação com Judiciário aumentará se Lula for barrado, diz Rui Costa. Governador baiano fala sobre hipótese de substituição de candidato e diz que novo nome ‘não precisa ser do PT’/”França é bem-vindo ao PSDB, mas tem que disputar prévias”, diz Doria. Prefeito defendeu que elas acontecessem no dia 04 de março/Frederico Vasconcelos: Auxílio-moradia: juízes veem linchamento e campanha orquestrada/Trump corta um terço da verba para diplomacia. A proposta de orçamento de Donald Trump para 2019 prevê o corte de quase um terço dos US$ 55 bilhões destinados à diplomacia. Restrições atingem todos os programas do Departamento de Estado —principalmente ajuda a outros países. Já os investimentos militares cresceram/Ataque na Síria opõe russos a forças dos EUA. Um confronto na Síria opôs forças leais a Damasco a tropas americanas e cur-das, e pode ter deixado dezenas de russos mortos. Moscou minimizou o episódio, que explicita os riscos da nova fase da guerra civil no país árabe, dizendo que se há russos mortos, eles eram mercenários/Editorial1: Ordem e folia. Sucesso do Carnaval de São Paulo demanda aprendizado/Editorial2: Segovia. Palpites infelizes. Entre as atribuições de um diretor da PF não está a interferência em inquéritos.

 

 

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