Denúncia contra amigos de Temer, prisão em 2ª Instância e reação do presidente à prisão dos amigos são os destaques dos jornais

Amigos do presidente: Denúncia contra amigos de Temer, prisão em 2ª Instância e reação do presidente à prisão dos amigos são os destaques dos jornais. Em O Globo, manchete

Amigos do presidente: Denúncia contra amigos de Temer, prisão em 2ª Instância e reação do presidente à prisão dos amigos são os destaques dos jornais. Em O Globo, manchete revela que os amigos do presidente que foram presos já haviam sido denunciados à Justiça pelo Ministério Público Federal seis dias antes da prisão determinada pelo ministro Luís Roberto Barroso.

O jornal Estadão conta que cerca de 1.000 juízes e promotores entregarão manifesto aos ministros do Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira, 02, pedindo para que seja mantida a possibilidade de prisão de condenados em 2ª Instância. STF decide sobre habeas corpus interposto pela defesa de Lula contra a prisão do ex-presidente que foi condenado na 2ª Instância.

Enfim, a Folha veicula, em sua manchete, reação do presidente Michel Temer à prisão dos seus amigos. Na opinião do presidente, o que querem é tirá-lo da vida pública.

Sinopse dos jornais.

Edição: Sérgio Botêlho

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Amigos de Temer já foram denunciados à Justiça. Ação investiga ‘quadrilhão do PMDB’. Ministério Público acusou, no dia 21, José Yunes e coronel Lima de integrar organização criminosa ligada ao partido. Seis dias antes de o STF autorizar seus mandados de prisão, o advogado José Yunes e o coronel João Baptista Lima foram denunciados pelo Ministério Público à 12ª Vara Federal de Brasília. Amigos do presidente Michel Temer, eles foram acusados de integrar organização criminosa ligada ao PMDB, como intermediários de propina. As provas serão remetidas à Procuradoria-Geral da República para auxiliar nas investigações que envolvem Temer e elevam a pressão por acordos de delação. Em depoimento na investigação sobre o decreto dos portos, o dono da Rodrimar, Antonio Celso Grecco, reconheceu ter pedido ajuda a Temer, que teria respondido: “Vou ver o que posso fazer.”/

Indústria aquece emprego formal. Uma indústria diversificada e voltada à exportação garantiu a criação de emprego nas cidades que mais abriram vagas formais no Brasil em 2017. Em Joinville, campeã nacional, foram 5.467 postos de trabalho. No Estado do Rio, Resende foi o município de melhor desempenho, com 1.306 vagas/

Juízes e MP fazem manifesto. Mais de 500 juízes e procuradores assinaram manifesto que será entregue ao STF na segunda-feira a favor da prisão em 2ª instância. Na Corte, o julgamento que pode levar o ex-presidente Lula, condenado pelo TRF-4, à cadeia será realizado na quarta/

Rocinha vive guerra mais letal em 4 anos. Em seis meses, ocorreram 60% das mortes desde 2014. A Rocinha nunca esteve tão violenta. Desde que ganhou uma delegacia em 2014, a favela registrou 91 assassinatos. Desse total, 60% aconteceram só nos últimos seis meses de guerra. Anteontem, Davidson de Sousa foi morto a tiro com o filho nos braços. Em Copacabana, houve ato por crianças mortas/

Míriam Leitão: Longa noite. Falsificadores de passado inventam virtudes para a ditadura de 64/

App que multiplica conteúdo cria risco de ‘guerra suja’ nas eleições. Avaliação é de estudiosos, que veem recurso usado por MBL como novo tipo de robô/

Editorial1: Falhas prejudicam intervenção na segurança do Rio. É flagrante também a falta de um plano de segurança. De início, não estava prevista a presença das Forças Armadas nas ruas, a não ser em ações pontuais. Mas, diante de números que mostram o aumento da violência após a intervenção, na terça-feira, as tropas foram a campo. Porém, com hora para chegar e sair, como mostrou reportagem do “Jornal Nacional”, da Rede Globo. A impressão é que decisões são tomadas sem planejamento/

Editorial2: Brexit empurra o Reino Unido para um futuro incerto. May ganhou um fôlego dentro do próprio partido. A tendência, segundo analistas, é que os conservadores deem espaço à premier para negociar com a UE. Será uma dura batalha, mas não tão dura quanto a aprovação do pacto negociado por ela no Parlamento britânico. Seja como for, os percalços dos negociadores britânicos no Brexit e, sobretudo, a indefinição sobre que país vai emergir deste divórcio demonstram o equívoco da iniciativa e seu caráter aventureiro e inconsequente.

 

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Prisão em 2º grau mobiliza mais de mil juízes e promotores. Representantes do MP e da magistratura aderem a abaixo-assinado que será entregue aos ministros do Supremo/

PF acha papéis com citação a Temer na Rodrimar. Documentos estavam na sede da Rodrimar; em depoimento, presidente da empresa afirma que pediu ajuda sobre tema da área portuária/

Penduricalhos na conta de luz somam R$ 4 bi. Orçamento paralelo. Relatório do TCU diz que estão embutidas nas faturas subsídios rurais, financiamentos de programas de irrigação e aquicultura e subsídios de empresas de água, esgoto e saneamento; consumidor não é informado dessas despesas na conta/

Maluf vai para casa. Em jatinho particular, deputado Paulo Maluf viajou de Brasília para SP, onde cumprirá pena em prisão domiciliar/

Ministros usam cargo para fazer campanha. Pré-campanha. Titulares do governo Temer que pretendem disputar as eleições de outubro intensificam agenda oficial antes de entregar seus cargos até 7 de abril/

Alckmin entrega obra que só vai funcionar em 90 dias. Às vésperas de deixar o governo, presidenciável do PSDB faz mais viagens pelo Estado para expor seus projetos/

Coluna do Estadão: Crise faz governo avaliar indicação para a CCJ. A escolha do deputado Daniel Vilela (MDB-GO) para presidir a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara preocupa o Planalto. Ter no comando do colegiado um candidato a governador é considerado um risco neste momento em que Temer pode enfrentar uma eventual denúncia pela PGR. A CCJ é o ponto de partida para análise. Há dúvidas sobre se Vilela jogaria para o eleitorado ou defenderia o presidente. Uma troca não será fácil. Interlocutores afirmam que ele não abre mão da vaga e diz que, se quiserem trocá-lo, terão de expor as razões/

Tombamento de imóveis cresce 47% em SP. Patrimônio histórico. Portaria da Lei do Zoneamento definiu prazo para análise de processos abertos até sua publicação, o que levou conselho municipal a agilizar avaliações; entre abril de 2016 e março de 2018, cerca de 850 bens foram protegidos em São Paulo/

Lancha atropela e mata dois em Ilha Grande. Duas pessoas morreram e outras duas ficaram feridas após serem atropeladas por uma lancha, no início da tarde de ontem, na Ilha Grande, em Angra dos Reis (RJ). Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu na região conhecida como Lagoa Azul – um dos principais pontos turísticos da ilha, que estava repleta de turistas por conta do feriado da Páscoa/

João Domingos: Se Joaquim Barbosa tem potencial para crescer na eleição, seus pontos fracos são vários/

Adriana Fernandes: Risco de denúncia contra Temer coloca para escanteio agenda de medidas econômicas/

Fernando Reinach: Os carros autônomos terão de tomar decisões que sacrificam vidas humanas/

Editorial1: Que Supremo é este? Os ministros transmitem à sociedade a mensagem de que a lei são eles, que decidem desta ou daquela forma porque podem ou porque querem/

Editorial2: O buraco negro do caminho. Uma crise de insolvência pública será um desastre para a economia nacional. Gastar em obras, educação, saúde e segurança é cada mais difícil para o governo, porque boa parte do dinheiro conseguido com despesa menor e arrecadação maior continua sumindo no buraco negro da Previdência. Ao mesmo tempo, a dívida pública aumenta e já supera três quartos do valor da produção brasileira de bens e serviços – uma proporção muito maior que a encontrada em países como China, Rússia, México, Argentina e várias outras economias emergentes/

Editorial3: O descaso com os semáforos. Chegou a quase 100, em média, por dia o número de semáforos enguiçados no ano passado. Essa tradução estatística daquilo que os paulistanos sabem por experiência própria – especialmente nos dias de chuva forte, quando as falhas se multiplicam – é um retrato da situação a que se chegou com o descaso do sistema de semáforos.

 

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Temer reage e diz que querem tirá-lo da vida pública. Após prisão de amigos do presidente, Planalto afirma em comunicado que autoridades usam métodos totalitários. Após a prisão de dois de seus amigos mais próximos, o presidente Michel Temer (MDB) reuniu-se com ministros e assessores no Palácio do Alvorada e divulgou nota com ataques a autoridades que, segundo ele, tentam destruir sua reputação por meio de métodos totalitários. “Sem ter fatos reais a investigar, autoridades tentam criar narrativas que gerem novas acusações”, diz o comunicado da Presidência. O texto segue linha de raciocínio adotada nos bastidores do Planalto. A tese é que as prisões foram decretadas para forçar delações premiadas que embasem uma terceira denúncia contra Temer — as duas anteriores, de 2017, foram rejeitadas pela Câmara dos Deputados. Preocupa o Planalto o foco da Polícia Federal no presidente. Ontem, foram tomados os primeiros depoimentos da Operação Skala. A nota também atribui fins políticos às investigações sobre o setor portuário. “O atropelo dos fatos e da verdade busca retirar o presidente da vida pública (…). Bastou a simples menção a possível candidatura para que forças obscuras surgissem para tecer novas tramas sobre velhos enredos.” Temer ainda estuda fazer um pronunciamento em rede nacional no início da próxima semana/

Prisão de amigos de Temer mostra guinada da procuradora-geral. Pedidos de Dodge apontam que as tentativas de conter a Lava Jato acabam no ralo/

Até autoridades que fiscalizam difusão de fake news estão sujeitas a serem enganadas. Motor da difusão sobre notícia falsa de base de dados da USP foi a paixão política/

Taxa ao aço faria Brasil perder R$ 1,1 bi em exportação. A aplicação pelos americanos de uma sobretaxa ao aço importado do Brasil, anunciada por Donald Trump, afetaria pelo menos 13% das vendas externas e causaria perdas de US$ 350 milhões (cerca de R$ 1,1 bilhão) se comparadas a 2017. Os dados inéditos são do Ipea. A medida provocaria queda de 1,2% no nível de atividade no setor. Além do Brasil, os mais afetados são Japão, China e países europeus como a Alemanha/

Pré-candidato, Bolsonaro falta mais à Câmara. Com intensa agenda de pré-candidato à Presidência, Jair Bolsonaro (PSL) faltou a mais sessões obrigatórias da Câmara em 2017 do que nos anos anteriores. A taxa de ausências sem justificativa do deputado federal passou de 3,2%, em 2015 e 2016, para 13,5%. Além disso, as proposições de sua autoria em 2017 caíram pela metade em relação a 2016/

Após decisão do Supremo, Maluf começa a cumprir pena nos Jardins/

Hélio Schwartsman: A figura do vice já não faz sentido e custa muito caro. Nos próximos dias, paulistanos seremos governados por três vices: Temer, Márcio França e Bruno Covas. É tolice contestar a legitimidade deles, mas é próprio da democracia discutir as normas. Defendo acabar com a figura dos vices. Eles são uma relíquia do século 19/

Julianna Sofia: Começou? Quando terminará? Base de apoio de Temer está fragmentada por disputa eleitoral/

Alvaro Costa e Silva: Eleição sem mortes. Violência contamina cenário político já radicalizado/

André Singer: Entre tiros e togas. Indagações frequentes são saber se há conspiração e quem a dirige. … o ministro Carlos Marun afirmou, na quinta, que “os canhões da conspiração” outra vez se dirigiam ao Planalto/

Oscar Vilhena Vieira: Políticos e Justiça travam batalha sem precedentes. Ao lançar políticos dos mais variados espectros no banco dos réus, o Poder Judiciário atraiu para si poderosos adversários, inclusive dentro dos próprios tribunais. Os recentes conflitos no Supremo não devem ser tomados como rixas ou destemperos pessoais/

Editorial1: Bancos em débito. BC intervém em tarifas para estimular competição no segmento de cartões; há muito a fazer para enfrentar a oligopolização financeira/

Editorial2: Maus lençóis. Atriz pornô causa dor de cabeça a Donald Trump.

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