Economia, eleições 2018 e pesquisa DataFolha sobre corrida presidencial são os destaques das manchetes

Economia, eleições 2018 e pesquisa DataFolha sobre corrida presidencial são os destaques das manchetes. O Globo lamenta que Rio não se prepare para aumento dos royalties de petróleo, até 2030;
Primeira Hora – Anexo 6

Economia, eleições 2018 e pesquisa DataFolha sobre corrida presidencial são os destaques das manchetes. O Globo lamenta que Rio não se prepare para aumento dos royalties de petróleo, até 2030; Estadão critica campanha sem regras; Folha publica pesquisa onde Lula cai, mas, se mantém distante na liderança no 1º e 2º turnos.

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Novos ‘royalties’, velhos erros. Recursos do petróleo devem triplicar até 2030, mas Estado do Rio e prefeituras não estão se preparando para promover o desenvolvimento/

Eleitores de Bolsonaro dizem o que pensam. Quais são as principais ideias que fazem eleitores apoiarem, e também rejeitarem, Bolsonaro/

Os 9 absolvidos pelo Supremo. Entre 2009 e 2016, STF anulou nove casos de condenados em tribunais de instâncias inferiores/

Manifestações lembram Marielle. Vários eventos, incluindo uma missa, lembraram o assassinato, em 14 de março, da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes/

Violência faz carioca adoecer. Violência causa sintomas físicos e psicológicos que afetam vítimas e moradores da cidade/

Para tentar decolar, Alckmin mira Bolsonaro e Ciro Gomes. Em Goiás, tucano busca reconquistar ruralistas na pré-campanha/

Rejeição a políticos é desafio ao centro. Principais nomes do campo são representantes do establishment/

Disputa por calcário levanta suspeita sobre juízes de MT. Magistrados atuam em ações relativas à fazenda arrematada por ministro. A gigantesca mina no subsolo permaneceu em segredo por anos, mas veio à tona quando uma disputa judicial envolvendo o atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi, levantou a suspeita de vendas de sentenças por juízes de Mato Grosso/

EUA não descartam outro ataque à Síria. Analistas veem impacto militar e político limitado na ofensiva sobre o regime de Assad/

Dorrit Harazim: Para Trump, FBI contra ele é um ataque aos EUA. A semana começara tensa. Donald Trump havia convocado o mais alto escalão militar e de Segurança Nacional para uma reunião na Casa Branca. O novo patamar de violações na guerra da Síria exigia a formulação de opções de resposta por parte dos Estados Unidos, e caberia ao presidente, uma vez tudo analisado, bater o martelo e assumir a sua porção comandante em chefe da nação. Só que Trump atropelou a agenda: “Isto é um ataque ao nosso país”, anunciou aos jornalistas autorizados a fazer o registro inicial da reunião/

Guga Chacra: Perguntas sem respostas para Trump, Macron e May. Justificativas de EUA, França e Reino Unido para atacar o regime de Assad esbarram em uma série de incongruências com os fatos e a lógica/

Adriana Carranca: A notícia do ataque trouxe preocupação e alívio. Qual a saída para a Síria? A notícia sobre a série de ataques dos EUA contra Síria foi recebida ao mesmo tempo com grande preocupação e alívio. Alívio porque não foi uma resposta impulsiva do presidente Donald Trump, mas uma ação coordenada com França e Grã-Bretanha. Se o ataque de sexta mantiver o caráter pontual, como o anterior, é provável que não seja suficiente para mudar o curso da guerra. Por outro lado, um ofensiva massiva colocaria o bloco ocidental em confronto direto com Rússia sobre o território sírio, onde ainda vivem algo como 11 milhões de pessoas/

Merval Pereira: Embate tenta alterar métodos da Lava-Jato. O fortalecimento do Ministério Público nos últimos anos, gerado pela Constituição de 1988, que já provocara controvérsias em situações pontuais como a atuação dos procuradores Luiz Francisco Fernandes de Souza durante o governo Fernando Henrique, considerado um petista disposto a encontrar crimes no governo tucano, e José Roberto Figueiredo Santoro, ligado ao senador José Serra e tido como um tucano de carteirinha, vem ganhando destaque a partir de uma ação mais estruturada do órgão, explicitada de maneira vigorosa a partir do processo do mensalão. Há um grupo de ministros no Supremo Tribunal Federal (STF), capitaneado por Gilmar Mendes, que se incomoda com esse empoderamento e vê nele o germe de um estado policial/

Miriam Leitão: Sensação de justiça seletiva se agrava. O senador Aécio Neves pediu dinheiro a um empresário que confessou comprar parlamentares e avisou que a encomenda teria que ser carregada por alguém “que a gente mata antes de fazer delação”. É difícil imaginar prova mais clara, e mortal, de obstrução de Justiça. O ex-governador Geraldo Alckmin recebeu em espécie, e não declarou, R$ 10 milhões da Odebrecht, mas responderá apenas na Justiça Eleitoral. O ex-presidente do PSDB, ex-governador de Minas e ex-senador Eduardo Azeredo está nas raízes do primeiro escândalo de corrupção da nova safra. Ele fez em Minas o rascunho do que viria depois a ser o mensalão. A mesma engenharia financeira, o mesmo Marcos Valério, a mesma SMP&B, o mesmo Banco Rural. Foi condenado a 20 anos e o tempo corre contra a execução da pena. Ele tem abusado da patologia recursal brasileira, e com sucesso. Aécio Neves está solto e exercendo seu mandato. O Supremo decidiu que o Senado poderia anular a ordem do próprio Supremo de suspensão do mandato/

Elio Gaspari: O cárcere de Lula, o fim do Império e o enterro de Jango. Passará o tempo e o regime carcerário imposto a Lula deixará um travo amargo na memória nacional. Algo semelhante ao que resultou do embarque da família imperial para o exílio no meio de uma noite chuvosa, ou a ordem para que o caixão com o corpo de João Goulart percorresse os 180 quilômetros da fronteira argentina a São Borja, sem paradas no caminho/

Bernardo Mello Franco: Discurso de Temer em Lima contra corrupção é realismo fantástico. Ontem da cúpula o presidente em tom professoral dissertou sobre: “Não o assunto se pode tolerar a corrupção. A corrupção destrói tecidos sociais, compromete a gestão pública e privada, tira recursos valiosos da educação, da saúde, da segurança. O combate à corrupção é imperativo da democracia”, afirmou/

Lauro Jardim: Aécio teve encontro com Temer fora da agenda no Jaburu/

Editorial1: Inflação abre uma janela de oportunidade. A conjugação de vários fatores cria uma trégua rara nos preços, sem artifícios, o que dá uma chance para governantes retomarem a imprescindível agenda de reformas/

Editorial2: A perigosa caixa-preta do Facebook. Rede de Zuckerberg tornou-se um campo aberto a todo tipo de manipulação a serviço de interesses particulares e, portanto, uma ameaça à democracia.

 

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Sem regras, pré-campanha se transforma em vale tudo. Presidenciáveis ignoram prazo da legislação eleitoral e, sem fiscalização, viajam e participam de atos pelo País/

Entrevista. Henrique Meirelles. ‘Eleição traz risco de desmonte’. Ex-ministro da Fazenda tenta viabilizar seu nome na disputa ao Planalto e critica as propostas de pré-candidatos/

Lula já sente o isolamento. O ex-presidente Lula não reclama das condições da cela, mas do isolamento total a que foi submetido na PF em Curitiba, e considera “inaceitável” não poder receber visitas/

Eliane Cantanhêde: Quem quer que seja o presidente da República a partir de janeiro de 2019, ele vai ficar ainda mais nas mãos do balcão e do Centrão/

Vera Magalhães: Com a prisão de Lula e o desgaste que se abateu também sobre o PSDB, a polarização automática acabou/

Disputa em família. Bolsonaro tirou sua ex da política. Em 2000, o hoje presidenciável usou o filho de 17 anos para brecar carreira política da mãe/

China imita ficção e avalia cidadão. Sistema Nacional de Crédito Social entrará em operação em 2020 e vai determinar ‘valor’ dos chineses com base em análise por algoritmo/

Rússia sobe tom, mas evita acirrar conflito. Putin chama ataque de ‘agressão à soberania síria’, mas autoridades russas dizem que mísseis não atingiram militares ou feriram soldados/

Políticos participam e blindam CBF em eleição. Entidade adota discurso de renovação, mas mantém antigas práticas como forma de proteção e aumenta quadro de dirigentes ligados a Brasília/

Delação de ex-assessor de Cabral será recusada. O ministro Gilmar Mendes vai recusar a homologação dos acordos de delação premiada firmados pelo Ministério Público com Paulo Fernando Magalhães Pinto Gonçalves, ex-assessor do ex-governador Sérgio Cabral, e seu sócio Guilherme Magalhães Pinto Gonçalves. O ministro considerou que, da forma como foram celebradas, as colaborações não têm embasamento legal/

Refugiados cubanos chegam por Roraima. Imigração. Eles são homens jovens que fogem da miséria e da opressão do regime comunista e formam nos últimos dois anos o segundo maior grupo de estrangeiros a pedir refúgio no País, atrás só dos venezuelanos; rota passa pela Guiana e por Boa Vista/

Editorial1: Competência e honestidade. Não será a Lava Jato, ou qualquer outra operação, que colocará o País nos trilhos do desenvolvimento econômico e social. Essa responsabilidade cabe ao eleitor/

Editorial2: Quem pode mais? Julgamento do habeas corpus de Paulo Maluf vai decidir se um dos ministros do STF tem poder para cassar a decisão de outro/

Editorial3: Metrô deve ser prioridade. As novas estações de metrô inauguradas nos últimos dias, com atraso, mostram bem algumas realidades da expansão da rede desse que é o meio de transporte coletivo comprovadamente mais eficiente e, por isso, também o principal elemento do qual depende a melhoria efetiva da mobilidade na capital paulista.

 

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Preso, Lula perde votos; sem ele, Marina sobe e alcança Bolsonaro. No fim de janeiro, Lula tinha 37% dos votos. Na nova pesquisa, aparece com 31%, ainda liderando. Bolsonaro tem 15%, Marina Silva, 10% e Joaquim Barbosa, 9%. Numa simulação de segundo turno, Lula teria 48% contra 31% de Bolsonaro. Entre os que declaram voto em Lula, 66% dizem que apoiariam nome indicado por ele. A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva diminuiu o apoio do eleitorado ao petista e aumentou a desconfiança sobre a viabilidade de sua candidatura, mostra pesquisa do Datafolha.  0 Datafolha simulou nove cenários da disputa presidencial. Sem o petista, Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede) dividem a liderança. Ele tem 17%, e ela oscila de 15% a 16%. 0 ex-ministro Ciro Gomes (PDT) registra 9%, empatado com o ex-governador de SP Geraldo Alckmin (PSDB), com até 8%, e Joaquim Barbosa (PSB), ex-presidente do STF, que tem de 9% a 10%. A margem de erro ê de dois pontos percentuais. Cotados para substituir Lula, Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, e Jaques Wagner, ex-governador da Bahia, têm até 2%. Segundo o Datafolha, na ausência do petista, os maiores beneficiados seriam Marina e Ciro/

‘Missão cumprida’, diz Trump depois de ataque à Síria. 0 presidente dos EUA, Donald Trump, qualificou como “missão cumprida” a ofensiva aérea na noite de sexta, quando 150 mísseis foram disparados contra a Síria. A ação foi uma resposta a um ataque químico que matou ao menos 40 pessoas na semana passada e que os EUA atribuem ao governo do ditador Basharal-Assad. Segundo o Pentágono, a investida atingiu o coração do programa de armas químicas do regime de Assad. 0 presidente Vladimir Putin, da Rússia, classificou a ação como “ato de agressão” contra um governo que luta contra o terrorismo. A pedido de Moscou, o Conselho de Segurança da ONU se reuniu para discutir resolução condenando o ataque coordenado por EUA, Reino Unido e França. 0 documento foi rejeitado. Assad, que nega uso de armas químicas, disse que “almas honradas não podem ser humilhadas”/

Clóvis Rossi: EUA e seus aliados nada fizeram para conter massacre.  A comunidade internacional assistiu passivamente à brutal destruição da Síria. O intrincado tabuleiro sírio é assim descrito por Judah Grunstein, editor-chefe da World Politics Review: “A guerra civil na Síria é de fato vários conflitos ao mesmo tempo, alguns óbvios, alguns velados e outros escondidos. Há a campanha liderada pelos EUA em apoio às milícias curdas sírias para erradicar o chamado Estado Islâmico; a ofensiva do regime sírio, respaldada pela Rússia, Irã e pelo Hizbullah, contra vários outros grupos rebeldes; a ofensiva da Turquia para evitar que os parceiros curdos sírios dos americanos consigam o controle das fronteiras [entre Síria e Turquia]; e uma guerra nas sombras de Israel contra o Irã e o Hizbullah que, intermitentemente emerge à luz dos holofotes”/

Por que são tão altos os juros cobrados por bancos no Brasil?/

Para maioria, prisão é justa; candidatura do petista divide opiniões/

Elio Gaspari: Lula não é o marechal Philippe Pétain. Regime de solitária-light imposto a Lula assemelha-se ao que a França deu a um traidor/

Elio Gaspari: Lula foi alertado em 2015 sobre prisão na Lava Jato. Petistas resolveram adotar a estratégia de confronto com Moro e o Ministério Público/

Juíza do caso Lula aplicou medidas rigorosas em outros processos/

Espaço para transferência de Lula existe e está pronto, diz chefe dos presídios do Paraná/

M.Paulino e A.Janoni: Patamar de brancos e nulos é recorde a seis meses do pleito/

Bruno Boghossian: Joaquim Barbosa rouba eleitores de Alckmin na largada/

As últimas horas do ex-presidente antes de se entregar à PF/

Editorial1: A eleição sem Lula. Após prisão do ex-presidente, cenário da corrida ao Planalto segue fragmentado/

Editorial2: Governar no vermelho. Sem reformas e uma ampla agenda de ajustes do Estado, as contas caminharão para o colapso.

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