Economia é o grande mote do noticiário nacional

Edição: Sérgio Botêlho   JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: PIB cresce 1%, e país precisa de mais 3 anos para se recuperar. Investimento cai 1,8% e atinge

Edição: Sérgio Botêlho 

 JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: PIB cresce 1%, e país precisa de mais 3 anos para se recuperar. Investimento cai 1,8% e atinge a menor proporção desde 1996. Resultado, puxado pelo desempenho da agropecuária, marca o fim da recessão. Após dois anos de queda, a economia brasileira cresceu 1% em 2017, puxada pelo desempenho da agropecuária. O consumo das famílias avançou 1%. Já o volume de investimento recuou 1,8%. A taxa de investimento em proporção ao PIB é a menor desde 1996. O resultado marca o fim da recessão, após os tombos de 2016 (-3,5%) e 2015 (-3,5%). As previsões apontam para crescimento mais forte a partir de 2019, mas o país já contabiliza seis anos de estagnação: o patamar anterior à crise de 2014 só será atingido em 2020. O Brasil ficou em penúltimo lugar em um ranking de crescimento que inclui 33 países/Segurança dá o tom da campanha política. Reunido com governadores, o presidente Michel Temer anunciou financiamento de R$ 42 bilhões para reequipar as polícias nos estados. A medida foi criticada porque os recursos não serão liberados imediatamente. Alckmin e Bolsonaro também priorizam a segurança em discursos/Rio tem recorde de mortes em confronto. Em janeiro, o Estado do Rio registrou 154 homicídios decorrentes de confrontos com a polícia, mais de cinco por dia. É o maior número desde o início da série histórica, em 1998/Adesão a acordo começa em maio. O STF homologou o acordo entre bancos e poupadores para que sejam pagas indenizações pelas correções da poupança durante os planos econômicos dos anos 1980 e 1990. As adesões para recebimento começam em maio/Trans vão poder mudar documento. O STF decidiu que pessoas trans poderão alterar nome e gênero no registro civil, no cartório, sem a necessidade de cirurgia para mudança de sexo ou tratamento hormonal. O fim da insegurança jurídica foi comemorado/Editorial1: O mal do preconceito em torno da intervenção. A pretensão, de raiz ideológica, contra militares leva a equívocos sobre o significado da necessária operação no Rio, executada com base na Constituição/Editorial2: Carnaval perde credibilidade com virada de Mesa para evitar a queda da Grande Rio.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: País cria 77,8 mil empregos no melhor janeiro em 3 anos. Dados do Caged, que serão revelados hoje, mostram recuperação das vagas formais no mês; indústria e serviços lideram. Depois de três anos com as demissões superando as contratações em janeiro, o País começou 2018 com geração de vagas formais de trabalho. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), obtidos pelo Estado, que serão anunciados hoje pelo Ministério do Trabalho, mostram a criação de 77,8 mil novas vagas, o melhor resultado para o mês desde 2012. Com esse desempenho, o saldo do Caged em 12 meses ficou positivo após três anos de fechamento líquido de postos com carteira de trabalho. São 83,5 mil vagas geradas entre fevereiro de 2017 e janeiro deste ano. Durante a recessão, entre 2015 e 2016, o País eliminou mais de 3,5 milhões de vagas formais. No ano passado, o mercado melhorou, mas não escapou do fechamento de 20,8 mil postos de trabalho. A indústria de transformação e os serviços foram os setores que lideraram as contratações de janeiro/Balança tem superávit. A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,9 bilhões em fevereiro, o melhor resultado para o mês desde 1989. No Brasil, a venda de veículos novos cresceu 15,67% em fevereiro, ante mesmo mês do ano passado/PIB cresce 1% em 2017 impulsionado pelo campo. Após dois anos de retração, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1% em 2017, impulsionado pelo agronegócio. O avanço, no entanto, perdeu força ao longo do ano – foi de 0,1% no quarto trimestre –, o que indica recuperação lenta. Diante disso, economistas revisaram para baixo as projeções de crescimento em 2018, de 2,9% para 2,8%. Investimentos também esboçaram reação após 14 trimestres/‘Recuperação está extremamente lenta’, diz Pastore. Para o ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore, o PIB de 2017 mostra necessidade de uma agenda de reformas “além da previdenciária”. “Está devagar porque o Brasil precisa fazer muito ajuste.”/‘Militares não buscam protagonismo’. Primeiro integrante das Forças Armadas a chefiar o Ministério da Defesa, general Joaquim Silva e Luna diz a Tânia Monteiro que maior participação no governo é “circunstancial”, mas militares podem ajudar na gestão federal. “País precisa disso e estamos disponíveis.”/Supremo valida indenização por perda com planos. Com a validação pelo STF, serão pagas compensações por perdas da poupança com os planos econômicos Bresser, Verão e Collor 2. A adesão começa em maio, e terão direito a ela os poupadores que ajuizaram ação até 2016/Estados podem ficar sem verba de segurança. Nos próximos cinco anos, o governo liberará R$ 42 bilhões para segurança – R$ 33,6 bilhões via BNDES. Mas o Distrito Federal e 16 Estados que não se enquadram nas regras do Tesouro terão dificuldade para receber os recursos/Suíça investiga contas de ex-diretor da Dersa/2/3 dos feminicídios acontecem em casa/Taxação dos EUA para aço preocupa Brasil/Eliane Cantanhêde: Segovia e Raquel Dodge sofriam resistência de seus antecessores. Ele deu com os burros n’água. Ela mostra firmeza/Editorial1: PIB maior e mais vigor. O Brasil tem hoje uma economia bem mais vigorosa que há um ano, mas isso é pouco visível quando se examina só o balanço geral de 2017/Editorial2: Confirmação do Código Florestal. O Supremo Tribunal Federal pôs término a longo período de insegurança jurídica/Editorial3: Seis por meia dúzia. Parcela do Poder Judiciário, incluindo algumas de suas mais altas autoridades, parece alheia aos ventos de mudança que passaram a soprar no País.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Após 2 anos em queda, PIB brasileiro cresce 1% em 2017. Resultado, que reforça saída da recessão econômica, foi puxado pelo desempenho do agronegócio. Mesmo com um quarto trimestre decepcionante (alta de 0,1%), o Produto Interno Bruto cresceu 1% em 2017, indicando que a economia se afastou da recessão. A queda acumulada nos dois anos anteriores foi de quase 8%. As exportações de petróleo e de minério de ferro contribuíram para a elevação do PIB, bem como a safra recorde de grãos —o agronegócio teve o melhor ano desde 1996. Já os investimentos fecharam o ano no negativo. O governo festejou o resultado. Mansueto Almeida, secretário de Acompanhamento Econômico, disse que ele ficou dentro da expectativa. Para o presidente Michel Temer, representa esperança para o futuro do país. Analista da FGV, entretanto, afirma que, apesar da recuperação, a sensação de melhora não chegou às pessoas. “O que dificulta é o mercado de trabalho. A taxa de desemprego ainda está elevada”, diz Silvia Matos. Projeções para este ano, feitas por especialistas de instituições financeiras e consultorias, apontam para uma expansão de 3% do PIB, marcada pelo crescimento do consumo e dos investimentos/Petrobras decide vender Liquigás na Bolsa após veto. Após veto do Conselho Administrativo de Defesa Econômica à compra da Liquigás pela Ultragaz, a Petrobras decidiu vender a distribuidora na Bolsa. O negócio está previsto no plano desenhado pela petroleira para equacionar seu endividamento. O objetivo é levantar US$ 21 bilhões até o fim deste ano/Rivais veem Lula isolado e aceno ao partido de Temer. Políticos adversários interpretaram as declarações do ex-presidente Lula (PT) à Folha como sinal de isolamento do seu partido e aceno ao MDB, o partido do presidente Michel Temer. Na esquerda e na centro-esquerda, as declarações só foram elogiadas por petistas/Trump vai impor taxa de importação de 25% sobre o aço. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que vai impor tarifas de importação de 25% sobre o aço na próxima semana. Para o presidente do Instituto Aço Brasil, Marco Polo Lopes, a ação inviabiliza exportações brasileiras para o país —o maior comprador do aço nacional/Nelson Barbosa: Liberação do FGTS foi acerto, e demora para cortar Selic, um erro/Vinícius Torres Freire: Economia do Brasil é há 3 décadas uma das piores do continente/Trans pode mudar de nome e sexo sem cirurgia, afirma STF/Invasão de casa com cheiro de maconha foi legal, decide STJ/Editorial1: Piruetas de Lula. Em entrevista à Folha, líder petista desenvolve teorias conspiratórias inverossímeis/Editorial2: Generosos genéricos. Não há motivos para recear os remédios biossimilares, basta pesquisá-los e monitorá-los.

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Manchete e smbmanchetes da hora de O Globo online: Após intervenção no Rio, segurança vai para o centro da disputa eleitoral. Ao anunciar crédito de R$ 42 bilhões contra violência, Temer se alinha a discurso de presidenciáveis/Análise: A oito meses das eleições, não é mais a economia. É a segurança pública. Preocupação crescente da população com a violência e sensação de medo deram ao tema protagonismo na pré-campanha/Gabeira: Não devemos encarar o Exército com olhos do passado/Bernardo Mello Franco: Os militares no poder. Temer está decidido a pôr civil no comando do Ministério da Defesa/General interino deve deixar pasta após reação negativa à indicação de militar/Governo anuncia crédito de R$ 42 bilhões para reequipar polícias/Ex-ministros e estudiosos criticam intervenção e cobram política antidrogas/Rio tem uma das maiores apreensões de cocaína. Ação da polícias Civil e Federal encontrou quase uma tonelada e meia da droga no Porto do Rio/Polícia mais letal: mortes em confrontos batem recorde no Rio. Autos de resistência atingiram, em janeiro, o maior patamar da série histórica/STF mantém ampliação do alcance da Ficha Limpa. Condenados por crimes anteriores a 2010 devem sofrer as penalidades; eleitos na última eleição, que são ficha suja, devem perder os cargos/Temer busca candidato na base aliada para eleição. Ministros confirmam procura por nome que defenda a gestão do presidente, que exige compromisso de aliados/Adesão a acordos sobre perdas da poupança começa em maio. STF valida o acordo das perdas das cadernetas. Serão pagas compensações por expurgos durante os planos Bresser, Verão e Collor. Itaú vai pagar de uma só vez a todos os correntistas. Banco informou que a decisão vale para todos os correntistas que foram à Justiça pedir ressarcimento dos planos Bresser, Verão ou Collor/País levará três anos para retornar ao nível pré-crise. Segundo economistas, o estrago feito pelos dois anos de PIB negativo farão que todo crescimento até 2020 só sirva para recuperar perdas/Míriam Leitão: País sai enfraquecido da recessão. Uma das evidências é a taxa de investimento, que caiu mais uma vez e fechou 2017 em apenas 15,6% do PIB/José Paulo Kupfer: Crescimento desequilibrado/Análise: cicatrizes são profundas. Emprego precisa aumentar mais para que consumo se sustente e país volte a andar mais rápido/Em ranking mundial, crescimento do Brasil só fica à frente da Nigéria. Economia brasileira cresceu 1% em 2017, e agropecuária respondeu por 70% do avanço/Trump anuncia taxa maior sobre aço; mercados recuam. Presidente dos EUA diz que tarifa será de 25%/Governo brasileiro não descarta recorrer à OMC contra decisão dos EUA de sobretaxar o aço. Tarifa sobre aço foi ‘menos pior’ para Brasil . Anúncio de Trump ocorre dias após ministro da Indústria brasileiro visitar Washington/Associação de juízes decide não participar de paralisação. Presidente da AMB diz que entidade continuará a defender melhoria na remuneração. Para especialistas, direito à greve de juízes é ‘área cinzenta’. Por serem regidos por um Lei Orgânica própria, magistrados não têm definição clara sobre manifestação/Contra o fim do auxílio-moradia, juízes federais aprovam greve. Auxílios que custam milhões: veja os benefícios recebidos pelos magistrados em cada estado. 

Manchete e submanchetes da hora do Estadão online: País abre 77,8 mil vagas formais em janeiro, melhor resultado desde 2012. Dados do Caged, que serão revelados hoje, mostram recuperação no mês; indústria e serviços lideram. Incerteza com quadro elitoral dificulta cenário/Novo diretor-geral da Polícia Federal toma posse nesta sexta. Para integrar cúpula, Galloro convidou delegados especialistas no combate a grupos criminosos/’Militares não buscam protagonismo no governo’, diz ministro. General Joaquim Silva e Luna, da Defesa, diz que nomes do Exército podem ajudar na administração/Análise. Segovia deu com os burros n’água. Raquel Dodge mostra firmeza. Procuradoria-Geral da República e PF com Galloro afinados no combate ao crime e à corrupção/Adesões a acordo sobre planos começam em maio. Poupadores terão prazo de dois anos para aderir; trâmite ocorrerá por meio de uma plataforma digital/STF valida acordo entre poupadores e bancos. Bancos vão lançar site para restituir dinheiro. Cálculo do valor a ser recebido seguirá três etapas/STF mantém aplicação da Ficha Limpa a políticos condenados antes de 2010. Medida vale para condenados eleitos por liminar; decisão foi retomada a pedido de Lewandowski/2 de cada 3 feminicídios são na casa da vítima. Em 58% dos casos, os agressores usaram faca; lei sobre esse tipo de crime faz três anos neste mês/TRF-1 mantém com juiz Vallisney ações contra Lula, Cunha e Geddel. Corte decidiu que não podem ser redistribuídos processos com audiências já realizadas/Fachin manda R$ 71 mi de João Santana à União Procuradoria cobra R$ 63,1 mi de Marcelo Odebrecht/Suíça vai enviar movimentação de ex-diretor da Dersa. 

Manchete e submanchetes da hora da Folha online: Petrobras decide fazer oferta de ações da Liquigás na Bolsa. Decisão vem após o Cade, órgão que regula concorrência, vetar a compra da empresa pela Ultragaz/Rio de Janeiro. De helicóptero, Exército vigia morro do Alemão e prepara nova operação. Acessos e possíveis rotas de fugas de traficantes tem sido mapeados no RJ/Mônica Bergamo: STF pede diligências para verificar vazamento de delações. Odebrecht pediu a investigação depois que depoimentos se tornaram públicos/Vinicius Torres Freire: Economia do Brasil é uma das piores do continente há décadas/A construção civil é um elefante morto na sala, do qual o país pouco se ocupa/Movimentos de renovação política viram chance de negócio. Instituto de vereador ofereceu pacote pago de assessoria a candidatos recrutados.

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