Educação, economia e denúncias são principais destaques do noticiário

Edição: Sérgio Botêlho MANCHETES DOS JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Só ensino superior garante ganho crescente de renda. Em 18 anos, retorno salarial de quem cursou
Educação e Bolsonaro são os destaques da mídia
Educação e Bolsonaro são os destaques da mídia

Edição: Sérgio Botêlho

MANCHETES DOS JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Só ensino superior garante ganho crescente de renda. Em 18 anos, retorno salarial de quem cursou faculdade subiu de 193% para 203%/Morreu aos 91 anos Carlos Heitor Cony. Culto, cético e irônico, foi crítico de primeira hora da ditadura e escreveu romances premiados/As revelações de 30 anos de corrupção. Condenado e cumprindo prisão domiciliar, Pedro Corrêa diz que política se fazia assim/José Casado: Uma virada simbólica. Virada de 2017 para 2018 reúne fatos que simbolizam a irrelevância na cadeia de comando do país/Lauro Jardim: TCU pode atrapalhar acordo entre Petrobras e investidores. Há ministros do TCU considerando que houve açodamento e estudam uma reação. O tribunal não tem o poder de anular o acordo. Mas pode tomar medidas cautelares que impeçam os dirigentes da Petrobras de assinarem o que foi acordado pelos advogados da estatal — inviabilizando, assim, sua concretização/Merval Pereira: Moreira Franco seguiu o modelo errado da Roma Antiga. De fato, se pegarmos o livro “A campanha eleitoral na Roma Antiga”, do historiador alemão Karl-Wilhelm Weeber, veremos que “operava o princípio da assistência recíproca”: “… A rede de amigos ativos na política constituía-se, no contexto da campanha eleitoral romana, um elemento de capital importância”. … o ministro Moreira Franco tem razão, esse “sistema de reciprocidade” existe mesmo desde a Roma antiga. Mas não quer dizer que seja um modelo a se seguir, especialmente porque esse tipo de política vulgar predominava especialmente nas eleições municipais/Elio Gaspari: Jefferson é o anacronismo da nossa elite iluminada e reformista. O ex-deputado Roberto Jefferson, que teve seu clã resgatado (nas suas palavras) com a nomeação da filha, Cristiane Brasil, para o Ministério do Trabalho, simboliza o anacronismo incrustado na elite iluminada e reformista do país/Míriam Leitão: Divórcio entre os números e a sensação nas ruas. Números bons o governo tem para mostrar na economia, mas a percepção da população não é essa.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Novas escolas disputam professor com altos salários. Colégios com mensalidades de até R$ 8 mil acirram concorrência com tradicionais e aquecem mercado/Governo libera R$ 10,7 bi em emendas, maior valor em 4 anos. Governo. Em ano de delação da J&F e denúncias, valor gasto com verbas indicadas por deputados e senadores chega a R$ 10,7 bi em 2017, alta de 48% em relação a 2016/Verba paga de show a motocross. Apresentação de R$ 246 mil foi custeada com dinheiro público por indicação de deputada {Gorete Pereira-PR-Ce)/BNDES pode levar calote de US$ 2 bilhões no exterior. Crédito. Se esses países não honrarem o pagamento de empréstimos feitos para financiar obras de empreiteiras brasileiras no exterior, quem vai arcar com a dívida é o Tesouro Nacional, que deu garantia ao negócio; Odebrecht foi a mais beneficiada/Venezuela expulsa preso brasileiro. ‘Incidente’. Após negociar soltura de Jonatan Moisés Diniz, preso desde o dia 27 em Caracas, Itamaraty diz que o caso está encerrado; família diz que ainda não teve contato com ele, que tomou um avião na capital venezuelana com destino a Miami/Eliane Catanhêde: Alckmin é a única opção do centro, mas é espicaçado por FHC, aliados e governo. A candidatura do tucano Geraldo Alckmin está sob ataque especulativo desde que ele fechou 2017 e entrou no ano eleitoral como a melhor (talvez única) opção de centro, mas sem empolgar os políticos, o mercado e o eleitorado. O pior golpe partiu justamente do principal líder do PSDB, o ex-presidente Fernando Henrique. Ao ser pragmático e realista, FHC beirou a crueldade ao analisar as chances do governador/Vera Magalhães: Governo iniciou 2018 com o pé esquerdo e põe em xeque votação da Previdência. O governo Michel Temer está empenhado em votar a reforma da Previdência agora e não medirá esforços para isso, certo? A julgar pelas notícias destes primeiros dias de 2018 parece difícil de acreditar. Com a votação pela Câmara marcada para 19 de fevereiro, ou seja, logo ali, Temer assiste a uma debandada de ministros, sem que os indicados para suceder-lhes se comprometam com a aprovação da mudança nas aposentadorias e pensões/Celso Ming: Correios seguem líderes do setor no Brasil, mas têm de investir e inovar para sobreviver.

 

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Na política, Bolsonaro multiplica o patrimônio. Família do presidenciável tem 13 imóveis, alguns adquiridos por valores abaixo do mercado. O patrimônio do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) se multiplicou desde 1988, ano em que teve início a carreira política do prê-candidato à Presidência da República. Ele e seus três filhos que exercem mandato são donos de 13 imóveis com valor de mercado de ao menos R$ 15 milhões, a maioria em pontos valorizados do Rio. Os bens do parlamentar incluem ainda carros de atê R$ 105 mil, aplicações financeiras e outros, em um total de pelo menos R$ 1,7 milhão, como consta na Justiça Eleitoral e em cartórios. Em 1988, Bolsonaro declarava ter um Fiat Panorama, uma moto e dois lotes de pequeno valor em Resende, no interior do Estado. Desde então, sua única atividade ê a política/Venda de comida puxa a melhora do emprego. Marmitas na calçada e sanduíches na praia ajudaram quase 250 mil brasileiros a deixar o desemprego no último ano. Do terceiro trimestre de 2016 ao mesmo período de 2017, o número de vendedores de comida saltou de 254 mil para 501 mil. Em 2015, esse patamar rondava os 100 mil, segundo o IBGE. O avanço desses ambulantes correspondeu a cerca de 11% da geração de vagas de emprego informal, que sustentam a melhora do índice, no trimestre encerrado em outubro/Brasileiro detido na Venezuela é expulso e vai para os Estados Unidos/Morre no Rio o escritor Carlos Heitor Cony, 91. O escritor e jornalista Carlos Heitor Cony morreu na noite de sexta-feira (5), no Rio de Janeiro, aos 91 anos/Trump afirma ser ‘mentalmente estável’ e ‘gênio’. Em meio à polêmica gerada por livro que o descreve como errático e inseguro, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou ontem ser “um gênio muito estável”. É a primeira vez que ele vem a público, desde que chegou à Casa Branca, para rebater questionamentos sobre sua sanidade.

MANCHETES DOS PORTAIS DE NOTÍCIAS:

Manchete e smbmanchetes da hora de O Globo online: Brasileiro detido na Venezuela é liberado da cadeia e expulso do país. Segundo fontes, Jonatan Moisés Diniz já embarcou em um avião neste sábado, rumo a Miami/Supermercados da Venezuela ficam lotados após corte de preços. Autoridades ordenaram que comércio reduzisse valores a níveis de um mês atrás/Maduro: Venezuela vai emitir US$5,9 bi em moeda virtual/Justiça manda Goiás transferir detentos para presídios federais. Estado deve limitar a 400 a lotação de unidade onde houve rebelião/Em meio à crise nos presídios, governador de Goiás viaja/RN decreta estado de calamidade na segurança pública. Motivação é a greve de policiais civis e militares, afirma o governo/Estados gastaram apenas 4% da verba de presídios, diz ministério.

Manchete e submanchetes da hora do Estadão online: BNDES corre risco de calote de US$ 2 bi de Angola, Venezuela e Moçambique. Se países não honrarem pagamento de empréstimos, quem vai arcar com dívida é o Tesouro Nacional/Origem e anos de estudo definem renda. Um ano a mais de formação vira alta de 2,3% na renda de quem estudou no Piauí e veio para SP/Venezuela expulsa para os EUA brasileiro acusado de criticar regime chavista. Jonatan Moisés Diniz embarcou para Miami; família sustenta que ele foi preso por engano. ‘Meu irmão não tem nada a ver com a CIA’ Venezuela obriga supermercados a reduzir preços/Escritor Carlos Heitor Cony morre aos 91 anos. Autor, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), estava internado em hospital no Rio de Janeiro/Com policiais em greve, RN decreta calamidade. Patrulhamento está suspenso desde dia 19; medida permite contratações de maneira emergencial.

Manchete e submanchetes da hora da Folha online: Patrimônio de Jair Bolsonaro e seus três filhos se multiplica na política. Levantamento feito pela Folha identificou que os principais imóveis, comprados nos últimos dez anos, registram preço de aquisição bem abaixo da avaliação da Prefeitura/Transações-relâmpago. Filho de Bolsonaro lucrou em curto prazo com propriedades no Rio/Igor Gielow. A comparação ululante entre Jair Bolsonaro e Donald Trump/Brasil já tem meio milhão de vendedores de comida de rua. Queda no desemprego registrada nos últimos meses vem se sustentando nas vagas informais/Vinicius Torres Freire: Gestão Temer vai entregar um país muito quebrado em 2019/Alckmin tem de ter 10% nas pesquisas até abril, diz PSDB/Elio Gaspari: Roberto Jefferson, o símbolo do anacronismo na elite do país/Eduardo Villas-Bôas. Comandante amplia debate sobre inclusão nas Forças Armadas. “Temos alunos com necessidades especiais que foram admitidos recentemente em nossos colégios”, diz o general Villas Bôas, que comanda 215 mil homens/Justiça. Processos de cunho social e tributário travam no Supremo.Em 19 de setembro de 2011 chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal) o caso de uma aposentada de Minas Gerais que precisava de um remédio fora da lista do SUS (Sistema Único de Saúde) e sem registro na Anvisa (Agência Nacional de Saúde). O medicamento foi registrado, mas, segundo a Defensoria Pública da União, a aposentada não teve acesso. Antes, em 2007, o tribunal recebeu a ação de uma mulher do Rio Grande do Norte que tentou obter um medicamento de alto custo não disponível no SUS. Obrigado a custear o remédio, o Estado recorreu à corte. Os dois processos, que tramitam juntos, foram liberados para julgamento apenas em 2015. O desfecho guiará as ações pelo país sobre o fornecimento de remédios pelos Estados. O julgamento foi interrompido duas vezes por pedidos de vista, instrumento que dá aos ministros mais tempo para analisar o caso.

 

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