Brasileiros vão para o Paraguai fabricar bitcoins. 70% das novas empresas paraguaias, em diversos ramos, são brasileiras

Edição: Sérgio Botêlho “No primeiro ano, Crivella cumpriu apenas 9 de 54 promessas. 38,8% das propostas foram abandonados ou prazo expirou”, diz O Globo em manchete. “Três servidores públicos

Edição: Sérgio Botêlho

“No primeiro ano, Crivella cumpriu apenas 9 de 54 promessas. 38,8% das propostas foram abandonados ou prazo expirou”, diz O Globo em manchete. “Três servidores públicos são presos por semana no País. Levantamento obtido pelo Estado mostra ainda que número de detidos pela PF cresceu 57% após Lava Jato”, revela a manchete do Estadão. “70% das novas indústrias no Paraguai vêm do Brasil. País vizinho atrai com custos trabalhistas, conta de luz e impostos menores”, conta a da Folha.

Das três, a manchete da Folha veicula tema que mais rende no noticiário deste domingo, 31, sobre empreendimentos brasileiros no Paraguai. O Estadão também aborda a questão de brasileiros investindo no Paraguai: “Brasileiros ‘fabricam’ bitcoins no Paraguai; a escolha do país vizinho se deve ao menor custo da energia elétrica, intensamente usada nas fábricas”. O jornal paulista divulga farto material informativo e analítico sobre o tema, com chamada de primeira página.

ECONOMIA. Celso Ming: Novos limites para depósitos compulsórios terão impacto na vida do brasileiro. Demora na burocracia faz inventor brasileiro desistir de criar patentes.

JUSTIÇA. Tribunal julga Lula com velocidade de ações mais simples. Jânio de Freitas: Cúpula da Justiça mais se divide do que se recompõe.

VIOLÊNCIA. General {comandante do Exército} critica uso constante de tropas na segurança de estados. RN tem 87 homicídios durante paralisação da PM e sexta-feira foi o dia mais violento do período, com 17 mortes. Morre o 134º policial militar assassinado no Estado do Rio em 2017

POLÍTICA Em retrospectiva, Temer diz que renunciar seria declaração de culpa. Decisão de aderir a partidos cria dilema em grupos de renovação.

Segue a SINOPSE DE 31 DE DEZEMBRO DE 2017

MANCHETES DOS JORNAIS:
Manchete e submanchetes do jornal O Globo: No primeiro ano, Crivella cumpriu apenas 9 de 54 promessas. 38,8% das propostas foram abandonados ou prazo expirou. No caso de outras 24, ainda é cedo para fazer avaliação. Fazenda diz que agiu para enfrentar problemas de caixa. No primeiro ano de sua gestão, o prefeito Marcelo Crivella (PRB) conseguiu executar completamente apenas nove de 54 projetos para a cidade do Rio de Janeiro, ou 16,6% do total, bem distante das promessas de campanha anunciadas por ele e por sua equipe. Em relação a outros 21 (38,8%), os programas foram abandonados ou o prazo previsto para seu cumprimento acabou. Entre as promessas não realizadas, estão a blindagem das escolas, a implementação de um plano de carreira baseado na meritocracia para os servidores da saúde, a racionalização do sistema de ônibus e a fiscalização das vans. A Secretaria municipal de Fazenda informa que foram tomadas medidas para reduzir custos e aumentar receitas, a fim de enfrentar problemas de caixa. Especialistas reconhecem as dificuldades financeiras, mas apontam também problemas de planejamento e gestão/Acordo de céus abertos pode reduzir tarifas. Apesar do forte fluxo de turistas, EUA e Argentina não têm acordo de céus abertos com o Brasil. Segundo as companhias aéreas, a medida, que põe fim ao limite de voos, poderia reduzir as tarifas em até 15%. Mas a concorrência com as americanas preocupa. Dos 24 acordos assinados pelo Brasil, apenas dois estão em vigor: com Chile e Quênia/Miriam Leitão: Os brasileiros que têm projetos e sonham/Merval Pereira: A recuperação econômica e a eleição de 2018/Ancelmo Gois: Fux: o caminho não pode ser o aeroporto/Elio Gaspari: Delação de Barata seria uma boa-nova em 2018.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Três servidores públicos são presos por semana no País. Levantamento obtido pelo Estado mostra ainda que número de detidos pela PF cresceu 57% após Lava Jato. Pelo menos três funcionários públicos são presos por semana no País, em média, sob a acusação de envolvimento com organizações criminosas responsáveis por desvios de verbas públicas, crimes fazendários, delitos ambientais e até tráfico internacional de drogas. Os números estão em levantamento inédito obtido pelo Estado na Divisão de Investigação e Combate ao Crime Organizado, da Polícia Federal, e englobam os resultados de 2.325 operações entre janeiro de 2013 e março de 2017, com 783 funcionários públicos federais, estaduais e municipais presos, informam Marcelo Godoy e Daniel Bramatti. A análise dos dados, obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, mostra ainda que o total de agentes públicos detidos cresceu 57% nos 24 meses após a deflagração da Operação Lava Jato, em 2014, na comparação com os dois anos anteriores (469 contra 298)/Governo federal expulsou 2,1 mil. Entre 2013 e março deste ano, 2.154 servidores foram expulsos pelo governo federal. A justificativa mais comum foi a de valer-se do cargo “para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública”/‘Corrupção só acaba sem Estado na economia’. Entrevista – Rubens Ometto, empresário. Fundador do grupo Cosan, Rubens Ometto Silveira Mello diz que o País pode deixar de crescer se a reforma da Previdência não for aprovada. O empresário fez duras críticas à gestão petista. “Enquanto não tirar o governo da economia, a corrupção não acaba”, diz/Quando a política imita a ficção. A política brasileira tem passado por situações que parecem saídas de roteiros de ficção. A descoberta de R$ 51 milhões em um apartamento de Geddel Vieira Lima bem poderia estar em um episódio da série Stranger Things. Resta saber que tipo de enredo 2018 nos reserva/Com militares na rua, crimes continuam no RN/30% das uniões terminam em divórcio no País. Quarenta anos após a introdução do divórcio na legislação brasileira, quase 30% dos casamentos são desfeitos no País. A partir de 2011, o número passou pela primeira vez de 300 mil por ano e se estabilizou, segundo o IBGE. Divorciada desde 2014, Cleo Lagemann cuidou do ex-sogro no Natal. “Continua sendo minha família”, diz/Brasileiros ‘fabricam’ bitcoins no Paraguai. Rocelo Lopez, que se diz um milionário da bitcoin, foi um dos brasileiros que se mudaram para o Paraguai para emitir a moeda virtual, um processo industrial ainda não regulamentado; a escolha do país vizinho, relata o enviado especial Renato Jakitas, se deve ao menor custo da energia elétrica, intensamente usada nas fábricas/Eliane Cantanhêde: O ano da foto. Nada marca tanto 2017 quanto a foto dos R$ 51 milhões e o vídeo de Rocha Loures/Vera Magalhães: Dezoito. A eleição será o epílogo do período em que tudo foi influenciado pelos ecos de Curitiba/Celso Ming: O custo do crédito. Novos limites para depósitos compulsórios terão impacto na vida do brasileiro.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: 70% das novas indústrias no Paraguai vêm do Brasil. País vizinho atrai com custos trabalhistas, conta de luz e impostos menores. Vítimas da perda de competitividade no Brasil, empresários têm buscado o Paraguai como alternativa, informa Mariana Carneiro. Sete de cada dez indústrias que se instalaram no país vizinho nos últimos cinco anos são de brasileiros, segundo o governo paraguaio. Os atrativos são custos trabalhistas, conta de energia e impostos menores. Na embaixada brasileira em Assunção, o número de indústrias que pediram informações sobre como operar no Paraguai subiu 64% em 2017. Foram 445 consultas, contra 272 em 2016. Só em novembro passado, duas têxteis e uma metalúrgica habilitaram-se para o chamado regime de maquila, em que 100% da produção ê exportada e, com isso, paga-se menos imposto. Em relação à energia, a conta chega a ser atê 50% mais barata que no Brasil. O custo da mão de obra ê outra vantagem. Encargos trabalhistas e impostos são mais baixos — cerca de 30% do salário do empregado. Além disso, os contratos de trabalho são mais flexíveis, mesmo com a reforma trabalhista aprovada no governo Temer/Renunciar seria declaração de culpa, diz Temer em retrospectiva. Em balanço sobre 2017, Michel Temer diz que optar pela renúncia no auge da crise pós-delação da JBS significaria se declarar culpado: “Não seria um caminho mais fácil, seria incriminador”. Ele diz querer passar a faixa para quem apoia sua agenda e arrisca um slogan: “O Brasil reformista não pode parar”/Tribunal julga Lula com velocidade de ações mais simples. O tribunal que deve julgar o caso de Lula em 24 de janeiro analisou neste ano 1.326 ações em período similar ao do caso do ex-presidente — cerca de 150 dias. Só duas, porém, têm relação com corrupção. Processos na corte pelos crimes imputados ao petista costumam levar mais tempo/Jânio de Freitas: Cúpula da Justiça mais se divide do que se recompõe/Escola pobre de SE atrai alunos da rede privada. No Enem 2016, a escola estadual Dr. Milton Dortas, em Simão Dias (Sergipe), teve o melhor desempenho entre as com perfil similar no país: alunos pobres e muitas matrículas. Os bons resultados se repetem há três anos e têm atraído estudantes da rede particular.

MANCHETES DOS PORTAIS DE NOTÍCIAS:
Manchete e smbmanchetes da hora de O Globo online: Réveillon no Rio. Justiça decide que arrecadação de ônibus no dia 31 vai pagar rodoviários. Arresto do dinheiro servirá para quitar salários atrasados de funcionários das empresas do setor na capital fluminense/Tribunal proíbe greve de coletivos na virada/Esgotam bilhetes do metrô para Copacabana em três horários. Espera para adquirir passagem chega a 20 minutos. Já não há idas para 20h, 21h e 22h/Ano novo deve começar com chuva, diz Climatempo. Último dia de 2017 será quente e úmido, segundo instituto/Rio. ‘Ainda vou tomar medidas amargas’, diz Pezão sobre crise. Em entrevista ao GLOBO, governador projeta acertar contas com servidores, ajustar a segurança e mexer na previdência/Editorial: Combater epidemia de violência é desafio para 2018/Brasil. Mudança na Segurança. Homens do Exército fazem patrulhamento nas ruas de Natal para conter onda de violência/General critica uso constante de tropas na segurança de estados. No Twitter, comandante do Exército cita os três envios das Forças Armadas ao Rio Grande do Norte em 18 meses/RN tem 87 homicídios durante paralisação da PM. Sexta-feira foi o dia mais violento do período, com 17 mortes.

Manchete e submanchetes da hora do Estadão online: Nos 40 anos da Lei do Divórcio, um terço das uniões acaba em separação. Desde 1984, dados apontam que casamentos avançaram 17% e separações aumentaram 269%/Brasileiros criam ‘fábricas’ de bitcoin no Paraguai. Por energia mais barata, empresários cruzam a fronteira e instalam computadores em galpões improvisados/Análise: Da prata aos dados, moeda está em mutação/’Eu era classe média, e agora, estou rico’. Para brasileiros ‘produtores’, não há bolha especulativa/Econoweek: Bitcoin é uma bolha?/Violência. Morre o 134º policial militar assassinado no Estado do Rio em 2017. Sargento reformado reagiu a um assalto em São Gonçalo; na sexta, outro PM também foi baleado/Com facções fortes, crise persiste nas penitenciárias/Análise: Em questão penal, Estado é uma tragédia/Segurança Pública. Média de crimes aumenta com greve policial no RN. Aumento é de 40% em relação ao mesmo período de 2016; Forças Armadas estão na capital desde sexta-feira.

Manchete e submanchetes da hora da Folha online: Brasileiros são responsáveis por 70% das novas indústrias do Paraguai. Vizinho atrai com custos trabalhistas, contas de luz e impostos menores que no Brasil/Estrela afirma que vai reabrir fábrica no país vizinho/Paraguai é base exportadora para empresas médias/Tribunal julga caso de Lula com a rapidez de ações mais simples. Apenas dois processos como o do ex-presidente foram analisados em até 150 dias pelo TRF-4/Entrevista. Lava Jato mostra falhas da política industrial, diz economista peruano/Relação entre governo e empresa não pode ser distante, para não faltar comunicação, nem muito próxima, de modo que haja corrupção/Advogada. Aos 80, ‘anjo da guarda’ da Lava Jato evitou confisco de chocolates/Janio de Freitas. Cúpula do Judiciário mais se divide entre as brigas do que se recompõe/Na corda bamba. Em ‘ano do ufa’, Temer resistiu a pressão por renúncia e refez planos/Painel: Em retrospectiva, Temer diz que renunciar seria declaração de culpa/Decisão de aderir a partidos cria dilema em grupos de renovação/São Paulo. Economia de R$ 1 bi de Alckmin em São Paulo incluiu cortes em estatal/Entrevista. PSDB foi bem, mas é preciso olhar para a frente, diz Rodrigo Garcia. Atual secretário da Habitação de Alckmin é pré-candidato ao governo paulista pelo DEM/Demora na burocracia faz inventor brasileiro desistir de criar patentes.

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