Intervenção militar na segurança do Rio de Janeiro é destaque absoluto do noticiário

Edição: Sérgio Botêlho MANCHETES E DESTAQUES DOS JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo:  Intervenção no Rio terá militares em ruas, favelas e presídios. Inédita, medida prevista na

Edição: Sérgio Botêlho

MANCHETES E DESTAQUES DOS JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo:  Intervenção no Rio terá militares em ruas, favelas e presídios. Inédita, medida prevista na Constituição ainda requer planejamento de ações. Presidente Temer anuncia que comando da segurança pública no estado passa às mãos do Comando Militar do Leste. Decisão foi motivada pela escalada da violência e pela falta de controle de Pezão. O controle da segurança pública no Rio passou ontem às mãos do Comando Militar do Leste (CML), depois que o presidente Michel Temer assinou o decreto de intervenção federal. Além da escalada da violência, pesaram na decisão de tomar a medida, prevista na Constituição em situações gravíssimas e que está sendo aplicada pela primeira vez, a declaração do governador Pezão de que havia perdido o controle da segurança e a ausência do prefeito Marcelo Crivella, que viajou ao exterior no carnaval. O interventor é o general Walter Braga Netto, comandante do CML. “O crime organizado quase tomou conta do Rio. É uma metástase que se espalha pelo país”, disse Temer. Os militares vão atuar no asfalto e nas favelas, farão bloqueio de vias e varreduras em presídios e só podem efetuar prisões em flagrante ou com mandado judicial. Segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, todo o efetivo do CML, de 30 mil militares, estará à disposição do interventor. O chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, general Sérgio Etchegoyen, afirmou que não há ameaça à democracia. Braga Netto poderá nomear comandantes de batalhões, mas não há ainda um plano de ações. O Congresso terá que aprovar a medida/Reforma fica mais difícil na Previdência. A intervenção no Rio tornou quase inviável a aprovação da reforma da Previdência. O governo diz que suspenderá o decreto para votar a reforma, mas o calendário apertado e dúvidas jurídicas dificultam sua tramitação/Mìriam Leitão: O poder no Rio se desfaz em todas as áreas/Merval Pereira: Sucesso no Haiti pode se repetir no Rio/Ancelmo Gois: Chefões do crime ganharam regalias na prisão/Ascânio Seleme: Governo federal tem mais recursos/Bernardo Mello Franco: Michel Temer busca sobrevida política/Carla Rocha: Tiro de canhão precisa ser certeiro/Zuenir Ventura: Com trauma de 64, todo cuidado é pouco/Eduardo Carvalho: Por que não uma intervenção social?/Flávia Oliveira: Decisão traz mais dúvidas que certezas/Editorial. Decisão inevitável. Crise financeira veio apenas agravar o que já acontecia no estado do Rio de Janeiro.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo:  Exército assume Segurança no Rio; Previdência sai da pauta na Câmara. Após decreto de Temer, general passa a comandar secretaria da área e polícias do Estado. Prevista na Constituição, medida nunca havia sido adotada. Intervenção impede votação do projeto que muda regras da aposentadoria. Congresso analisa decisão na segunda. Michel Temer decretou ontem intervenção federal na Segurança Pública do Estado do Rio, a primeira do tipo desde a promulgação da Constituição, em 1988. A medida tem duração prevista até 31 de dezembro e coloca o general do Exército Walter Braga Netto no comando das Polícias Civil e Militar e dos bombeiros, em substituição ao governador Luiz Fernando Pezão (MDB). “O crime organizado é uma metástase que se espalha pelo País”, disse Temer. O presidente ignorou o Conselho da República ao tomar a decisão, informa a Coluna do Estadão. O colegiado é um órgão superior de consulta e compete a ele pronunciar-se sobre o tema. A consulta é opcional, mas juristas avaliam que seria prudente fazê- la por tratar-se de medida extrema. A intervenção tem de ser aprovada pelo Congresso, onde será discutida na segunda- feira, e deve passar com facilidade. Por lei, enquanto estiver em vigor, nenhuma mudança constitucional pode ser votada pelos parlamentares, o que, na prática, enterra as chances de a reforma da Previdência sair este ano. O governo, porém, diz que ainda busca votos para aprovar as mudanças nas regras da aposentadoria. Agressões a moradores e turistas, crianças baleadas e arrastões no carnaval aumentaram a sensação de insegurança da população no Rio/Vera Magalhães: Para um presidente que flerta com a ideia de disputar a reeleição, eis uma troca auspiciosa: a reforma pela segurança pública/Adriana Fernandes: Parte da estratégia do governo ao decretar a intervenção no Rio foi a de abrir as portas para um auxílio financeiro/Entrevista – General Walter Braga Netto, interventor na Segurança do Rio. Comandante militar do Leste, Walter Braga Netto afirmou que a situação da violência no Rio não é tão ruim e disse haver “muita mídia”. “Precisamos do apoio do governo e vamos atuar em conjunto.”/Aliados do PT reavaliam acordos no Nordeste. Partidos ameaçam cancelar alianças com o PT no Nordeste caso Lula não seja candidato à Presidência. Para evitar a “debandada”, Lula já procurou o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e Renan Calheiros (MDB-AL)/Depoimentos de executivos citam repasses ao PSDB. Ex-executivos da OAS e da Andrade Gutierrez afirmaram à PF que pagaram propina destinada à campanha do PSDB ao governo de São Paulo em 2006. O senador José Serra disse que suas campanhas “foram conduzidas dentro da lei”/Estados Unidos estudam taxação de aço brasileiro/Argentina vai facilitar residência a venezuelanos/Horário de verão termina à meia-noite de hoje/São Vicente cobra R$ 1,9 milhão de pais de Neymar. A prefeitura de São Vicente (SP) cobra na Justiça R$ 1,9 milhão dos pais de Neymar. Segundo o município, a empresa que administra a carreira do craque não recolheu ISS na venda para o Barcelona. A família nega a dívida/Editorial1: Uma intervenção injustificável. A situação do Rio de Janeiro no que diz respeito ao crime organizado e à violência urbana não se tornou calamitosa de um dia para o outro, a ponto de demandar uma medida tão drástica exatamente agora, a poucos dias da esperada votação da reforma da Previdência, que, por força de determinação constitucional, não poderá ser realizada em razão da intervenção federal na segurança pública do Estado. A primeira conclusão a que se pode chegar, considerando o timing, é que o presidente Michel Temer precisava criar condições para abandonar a votação, em razão das dificuldades evidentes de aprová-la/Editorial2: Empréstimos mais difíceis. O BC reagiu com presteza ao estabelecer condições mais rigorosas para novos empréstimos a Estados e municípios/Editorial3: O STF e decisões monocráticas. Pesquisa divulgada pelo site Consultor Jurídico, com base em dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), revela que, dos 26,5 mil julgamentos de mérito realizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2017, 13,6 mil – o que corresponde a 51,3% do total – foram realizados por um único ministro, sem a participação dos demais membros da Corte. No ano passado, o Supremo recebeu 103,6 mil processos, ante 90,3 mil em 2016. No cômputo geral, com a inclusão dos diferentes tipos de recurso judicial, as decisões monocráticas corresponderam a 89,8% das 113,6 mil proferidas em 2017. Esses números mostram que o Supremo não apenas vem sendo cada vez mais demandado, como também está se revelando incapaz de exercer com eficiência sua responsabilidade maior – a de aplicar a Constituição e garantir a segurança do direito.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Temer fala em medidas extremas e inicia intervenção inédita no Rio. Presidente assina decreto que dá poderes de governo a general; texto precisa de aprovação do Congresso Nacional. O presidente Michel Temer (MDB) desembarca no Rio hoje para iniciar a implementação de intervenção federal na segurança pública do Estado. A medida é a primeira do tipo no país desde que foi promulgada a atual Constituição Federal, em 1988. A função de interventor foi entregue ao líder do Comando Militar do Leste, general Walter Braga Netto. A partir de agora, os comandos da secretaria estadual, das polícias militar e civil, dos bombeiros e do sistema carcerário serão subordinados a ele. Em entrevista, Braga Netto indicou que não havia plano pronto e que a crise não é tão ruim quanto parece. Segundo ele, a imagem do Estado é afetada pelo noticiário. Ao assinar o decreto, Temer afirmou que o país muitas vezes demanda medidas extremas.De acordo com ele, o crime organizado “quase tomou conta do Rio” e é uma “metástase” que se espalha pelo país e ameaça a tranquilidade da população. O texto precisa de aprovação do Congresso Nacional, mas tem efeito imediato. A expectativa é que deputados e senadores votem na próxima semana/Decreto deixa em suspenso a reforma da Previdência. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), disse que o decreto de intervenção federal no Rio inviabiliza a votação da reforma previdenciária na próxima semana. A nova Previdência é uma emenda constitucional, e a Constituição não pode ser alterada durante intervenção. O Planalto avalia suspender temporariamente o decreto para a reforma ser votada, mas membros do STF veem nisso uma manobra que seria inconstitucional/Segurança no Estado retrocede ao nível de 2010. Em 2017, o Rio registrou taxa de mortes violentas de 40 por 100 mil habitantes, que se situa entre a de 2009 (44,9) e a de 2010 (36,4). As crises política e financeira exacerbaram o recrudescimento da violência, mas não são a única causa. Para especialista da Uerj, políticas bem-sucedidas foram reproduzidas sem correções de rumo/Entrevista – Marina silva : ‘Na política não é tempo que define o novo ou o velho’. Com experiência em cargos públicos e em campanhas presidenciais, Marina Silva (Rede) vê com bons olhos a entrada de novos nomes na política, como o de Luciano Huck, desde “que se crie um processo de enraizamento”. “Você não faz política sozinho”, diz a pré-candidata ao Planalto/Horário de verão, em vigor em dez Estados e DF, acaba à meia-noite/Carlos Ari Sunfeld: Se governos estão alinhados, o que justifica a medida?/Oscar Vilhena Vieira: Sem esforço real, intervenção será evento pirotécnico/Painel: Presidente arrisca para recuperar a força de seu cargo/Editorial1 A renovação é outra. Desistência de Luciano Huck é oportunidade para buscar soluções institucionais/Editorial2: Disputa. Petrobras versus governo. Transação realizada em 2010 pode opor a maior empresa do país a seu controlador.

MANCHETES E DESTAQUES DA HORA DOS PORTAIS DE NOTÍCIAS:

Manchete e smbmanchetes da hora de O Globo online: Intervenção prevê tanques nas ruas, mas também terá ações de inteligência. Medidas incluem bloqueio de vias. Ministro diz que até 30 mil homens estão à disposição do Rio e pode haver novas convocações/Rosa Weber nega dois pedidos para barrar intervenção. Advogados questionavam decreto assinado pelo presidente Michel Temer na sexta-feira/Análise de Bernardo Mello Franco: Temer enterra Previdência e busca sobrevida com intervenção. Votação da reforma na terça-feira que vem era uma derrota anunciada. Com a intervenção, o presidente oferece um enterro de luxo para o projeto/Flávia Oliveira: Decisão intempestiva gera desconfiança e medo. Já sabíamos que o Rio de Janeiro estava desgovernado. Agora é oficial/Para interventor, situação no Rio não está tão ruim: ‘Muita mídia’. General Braga Netto afirmou que iria iniciar o planejamento da ação agora/Rodrigo Maia rebate: não dá para culpar a mídia por problemas. Presidente da Câmara negou ter sido contra a medida determinada por Temer/Ação policial no Caju interdita trecho da Avenida Brasil. Criminosos abandonaram carros e trocaram tiros com PMs; trânsito foi desviado para a Linha Vermelha/Para ministro do STF, reforma da Previdência não pode tramitar com intervenção. Outro integrante da Corte avalia que proibição é só para votação/Temer diz que Câmara pode votar Previdência mesmo com intervenção no Rio/Presidente diz que ‘fará cessar’ decreto quando matéria estiver para ir a plenário/Meirelles defende breve suspensão. Ministro se encontrou com Rodrigo Maia para discutir votação/Análise de Flávia Barbosa: Intervenção freia reforma da Previdência, mas cria ‘nova agenda’ para Temer/Chegada de militares deixa cidade partida. Para alguns, intervenção aumentará segurança, mas moradores de comunidades temem mais violência/Tremor de magnitude 7,5 graus atinge Centro-Sul do México. Prédios na Cidade do México balançaram intensamente. 

Manchete e submanchetes da hora do Estadão online: Uso de tropas e tanques nas ruas será definido posteriormente, diz Jungmann. Ministro da Defesa afirma que efetivo de militares existente no Rio de Janeiro é suficiente neste momento/Temer ignorou Conselho ao decidir intervir no Rio. Juristas dizem que o presidente deveria ter ouvido o colegiado antes de tomar medida considerada extrema/Intervenção exigirá ‘sacrifício’, afirma comandante do Exército. Solução exigirá comprometimento dos poderes constitucionais e da população, diz Villas/Nas primeiras horas da intervenção, arrastão interrompe trânsito na Avenida Brasil. Houve troca de tiros entre assaltantes e PMs e motoristas abandonaram carros para fugir a pé do local/BôasPezão diz que terminará mandato de cabeça erguida Governo dará respostas duras para derrotar o crime, afirma Temer na TV. Presidente discursou em rede nacional sobre intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro/Análise Temer faz aposta de risco em ano eleitoral/Humberto Costa fala em ‘jogada de marketing’/Vera Magalhães: Segurança vira plataforma/Deputados querem comissão para monitorar ações/Não houve explosão de violência no carnaval, diz especialista. Joana Monteiro, diretora do Instituto de Segurança do Rio, afirma que as ocorrências caíram este ano/’Cheira muito mal’, diz líder do PSB sobre intervenção 16 dos 27 indicadores de violência caíram no carnaval/Para interventor, situação no Rio não é tão ruim: ‘muita mídia’. General Walter Braga Netto pondera que ação está sendo planejada e não é possível fornecer detalhes/Horas depois de decreto, arrastão fecha Avenida Brasil/Crise põe ministro da Justiça na berlinda/Congresso. Cessar intervenção pode ser inconstitucional. Especialista diz que interrupção de medida para votar Previdência pode ser crime de responsabilidade/Privatização da Eletrobrás pode atrasar/Maia considera medida ‘salto triplo sem rede’/Análise: Intervenção é porta de saída da reforma/Torquato afirma que intervenção ‘servirá para aperfeiçoar democracia’/Ministro da Justiça se limitou a dizer que o decreto obedece Constituição e ordenamento jurídico/Rosa Weber rejeita ação que questionava intervenção/Pezão diz que terminará mandato de cabeça erguida/Terremoto de 7,2 graus atinge o México. Prédios balançaram na capital e pessoas foram retiradas dos edifícios; tremor foi sentido em outros estados/Metalúrgicos do ABC mantêm greve contra reforma na segunda-feira. Mesmo com alterações na aposentadoria fora da pauta, trabalhadores temem risco de aprovação/Ato pede renúncia de Bibi Netanyahu após acusação. Na terça-feira, polícia disse haver indícios suficientes para denunciar premiê por recebimento de subornos/Alckmin não descarta pedir apoio a Luciano Huck. Governador de SP diz que apresentador tem ‘contribuição a dar’ mesmo após deixar a disputa pela presidência. 

Manchete e submanchetes da hora da Folha online: Presidente arrisca para recuperar força de seu cargo. Aliados de Temer negam que intervenção no Rio seja rota de fuga de derrota da nova Previdência ou aposta eleitoral/Oscar Vilhena: Colapso da segurança pública. Sem um esforço real de mudança, a intervenção federal no Rio será inócua, um evento pirotécnico/’Governo enterra a reforma com saída pitoresca’, diz economista. Entre especialistas em contas públicas, chances de votação da Previdência são baixas/Análise: Como justificar intervenção se Temer e Pezão estão unidos? Medida gerou dúvidas quanto à sua necessidade/Temer fala em medida extrema no Rio e evita Previdência. Em cadeia nacional, roteiro do presidente contempla apenas explicações sobre intervenção na segurança pública do Estado/Presidente vai ao Rio para iniciar intervenção/Oposição chama medida de ‘cortina de fumaça’/Intervenção é a primeira desde 1988/Interventor terá poderes de governo no Rio, diz Jungmann. Braga Netto chefiará polícias, bombeiros e sistema carcerário/BLOG DO MAG Temer adota ‘solução Bolsonaro’/Violência piora e volta aos níveis de sete anos atrás/‘Muita mídia’, diz interventor sobre violência no Rio/Painel: Pesquisa indica aprovação, e Planalto lança #BrasilpeloRio/Troca de informações. Operação permanente da PF mira ‘cabeças’ do crime no Rio/Agenda. Lula adia caravana pelo Sul para ‘ajustar ao calendário estudantil’/Delatores dizem desconhecer obras em sítio em Atibaia/Febre amarela. SP tem 3 primeiras mortes por febre contraída na capital/Bancários de São Paulo decidem parar na próxima segunda-feira/Interior de SP. Produtora de laticínios Mococa fecha fábrica e demite 157/Relógio deve ser atrasado. Horário de verão acaba domingo em dez Estados e no DF/Consulesa francesa é estuprada em casa no litoral sul do RN/FBI indicia 13 russos por interferirem na eleição nos EUA. Agentes investigam ainda se campanha de republicano agiu em conluio com estrangeiros.

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