Intervenção no Rio segue no destaque maior do noticiário

Edição: Sérgio Botêlho MANCHETES DOS JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Governo irá até ao STF por mandado coletivo de busca. Medida visa a permitir perseguição a

Edição: Sérgio Botêlho

MANCHETES DOS JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Governo irá até ao STF por mandado coletivo de busca. Medida visa a permitir perseguição a criminosos em favelas. OAB divulga nota de repúdio e anuncia que vai recorrer. Comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirma que militares precisam de garantias para evitar ‘uma nova Comissão da Verdade’/Após desistir de reforma, governo diz ter plano B. Governo deixa Previdência de lado e apresenta pacote de 15 medidas, maioria parada no Congresso/Nova taxa substitui o imposto sindical. Após a reforma, associações tentam driblar fim da contribuição com desconto de até 3,5 dias de trabalho/Temer exonera ministra Luislinda. Temer quis rebaixar ministério para secretaria, mas foi convencido do impacto negativo da medida/Fim do foro privilegiado fica mais distante. Congresso não votará a PEC, por causa da intervenção no Rio, e Supremo diz não ter previsão para voltar ao tema/STF deve beneficiar presas grávidas. Habeas corpus pode definir soltura também de grávidas presas/Atirador comprou de 7 a 10 fuzis. Casal da Flórida que o acolhera não desconfiou de tendência violenta/Editorial1: ‘Intervenção é oportunidade para sanear instituições’. A intervenção decretada pelo governo federal na segurança do Rio de Janeiro será avaliada por sua capacidade de entrar em instituições essenciais, como as polícias Militar e Civil e a Secretaria de Administração Penitenciária, oportunidade para que elas sejam saneadas/Editorial2: Recursos contra inelegibilidade são teste para o TSE. Com as eleições de outubro no horizonte, correm prazos para definições judiciais em torno das candidaturas. Uma delas, com data limite de 17 de setembro, envolve recursos de políticos contra o enquadramento na Lei da Ficha Limpa. Entre eles, certamente Lula.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Previdência fracassa e Temer tenta ‘agenda alternativa’. Novas medidas econômicas incluem a venda da Eletrobrás e autonomia do Banco Central, entre outros pontos/Contabilidade criativa. Em 15 anos, governo retém R$ 31 bilhões da saúde. Contabilidade criativa. Recursos estavam previstos no Orçamento, mas acabaram cancelados ou não foram pagos; mesmo assim, despesas serviram para ajudar o governo a atingir o valor mínimo estabelecido pela Constituição para gastos com saúde/Assessor de Lula pagou obras em sítio, diz construtor. Em depoimento a Moro, dono de empreiteira afirma que negociou serviço de R$ 163 mil na propriedade com Rogério Aurélio Pimentel/Escolhido por Alckmin, Arida ataca populismo. Confirmado por Geraldo Alckmin, pré-candidato a presidente pelo PSDB, como responsável pela elaboração de seu plano eleitoral para a economia, Persio Arida, um dos pais do Real, disse que o problema fiscal brasileiro é grave e que “crescimento não vem com intervencionismo. Nem inclusão com populismo”/Exército quer usar mandado coletivo de busca. Intervenção no Rio. Ideia foi discutida em reunião com o presidente Michel Temer e incluiria autorizações de busca e apreensão ‘em uma rua, uma área ou um bairro’, disse ministro da Defesa; AGU se prepara para ir até o Supremo Tribunal defender a medida/Tropas em São Gonçalo. Exército faz blitz em São Gonçalo, no Estado do Rio. Ação tem por base o decreto de Garantia da Lei e da Ordem/Trump aceita rever controle de armas. Presidente diz que apoia ‘aperfeiçoamento’ da verificação de antecedentes na venda de armamento; estudantes, políticos e ativistas defendem proibição de fuzis de uso militar como o de Cruz, que sofreria de autismo e depressão, segundo relatório/Eliane Cantanhêde: Governos federal e do Rio precisam de urgência: devem mostrar que a situação tem jeito. Nada como passar uma semana em Portugal para concluir, de uma vez por todas, que a violência no Brasil está totalmente fora do controle e é necessário um choque de segurança envolvendo todos os Poderes e todas as unidades da Federação. A distância, porém, a semi-intervenção no Rio de Janeiro deixou mais dúvidas do que certezas/Demi Getschko: Perdemos John Perry Barlow, defensor dos conceitos fundadores da internet. Em 7 de fevereiro perdemos John Perry Barlow, um ferrenho defensor dos conceitos fundadores da internet. Era véspera do vigésimo segundo aniversário de sua “Declaração da Independência do Ciberespaço” produzida em 1996, Davos, Suíça, que descreve uma internet ideal, libertária e aberta/Câmara afasta Maluf do mandato de deputado. Detido. Maluf no dia 20 de dezembro, quando foi preso. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), comunicou ontem o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, sobre o afastamento do deputado Paulo Maluf (PP-SP) da função. A Câmara convocará, agora, o suplente Junji Abe (PSD-SP) para a vaga/Editorial1: Coleção de improvisos. Ao abandonar a reforma para intervir no Rio, o governo parece contar com nada mais que a sorte. A decisão do presidente Michel Temer de decretar intervenção federal no Rio de Janeiro não foi precedida de nenhum planejamento. A se acreditar nas palavras do próprio Temer, a drástica medida, inédita desde a redemocratização do País, resultou não de uma indispensável reflexão com assessores e conselheiros nem de estudos sólidos sobre a extrema complexidade do cenário da intervenção, mas apenas da aflição de alguns dos auxiliares próximos do presidente com os “fatos dramáticos” registrados pelo noticiário durante o carnaval no Rio/Editorial2: Do crescimento às dúvidas. Apesar da reação, o investimento produtivo está baixo/Editorial3: A evasão no ensino superior. A evasão escolar, que é um dos principais problemas do sistema educacional brasileiro, não se concentra apenas no ensino médio, cujo currículo está desconectado das necessidades do mercado de trabalho, nem no ensino fundamental. Ela também afeta de modo preocupante o ensino superior, como mostra o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação, com base no último Censo Escolar.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo:  Temer quer fazer busca e apreensão coletiva no Rio. Pedidos de mandados amplos, que podem se estender a ruas e bairros inteiros, são criticados por especialistas. O presidente Michel Temer pretende pedir ao Judiciário mandados coletivos de busca e apreensão para a ação das Forças Armadas no Rio de Janeiro. Isso permitirá, se autorizado pela primeira instância da Justiça estadual, que agentes entrem em casas em perímetros, como bairros e ruas, e não em endereços específicos. Esses amplos mandados não estão previstos no Código de Processo Penal e já foram criticados por especialistas em segurança pública e direitos humanos, que entendem que abrem brechas para violações/Economista Arida chefiará programa do tucano Alckmin. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), confirmou ontem Persio Arida como chefe do programa econômico de sua provável candidatura à Presidência. Arida participou da implementação do Plano Real, em 1994. Entusiasta de privatizações, ele endossa o discurso favorável a reformas econômicas e o enxugamento do tamanho do Estado/Painel: Miller organizou o material que selou a delação da JBS/‘Ninguém aqui é amador’, diz Moreira Franco sobre operação. Um dos idealizadores do plano de intervenção no Rio, o ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral) afirmou à Folha que o governo fez um cálculo político e assumiu riscos na decisão. “Aqui não tem amador”, disse. Para o ministro, a violência no Rio não foi controlada e, por isso, Michel Temer teve de “agir com coragem”. Ele rechaçou que tenha havido intenção eleitoral na mudança do debate/Benjamin Steinbruch: Brasileiros devem desejar boa sorte ao general Braga. São impagáveis os custos sociais da violência e da criminalidade. No Rio sob intervenção, boa sorte é o que o brasileiro deve desejar ao general Braga Netto. O país precisa, com urgência, de crescimento econômico e criação de empregos. E isso não é tarefa para generais/Governo desiste de Previdência agora e lança nova agenda/R$ 18 bilhões para o NE param na falta de regulamentação. A falta de regulamentação do governo trava liberação de R$ 18,4 bilhões para empréstimos a empresas no Nordeste. A verba pertence a fundo, com taxas de juros mais competitivas, para financiamentos na região. A Casa Civil afirma que o texto, recebido da Fazenda na semana passada, “está em análise pela área jurídica”/Mercado Aberto. Distribuidoras de remédios têm alta de 9% nas vendas/Editorial1: Caixas-pretas. É imperativo conferir transparência aos gastos com funcionários das estatais. Não há como evitar o espanto diante da revelação, por esta Folha, de que a remuneração média total dos diretores do BNDES, o banco federal de fomento, ultrapassa a casa dos R$ 100 mil mensais. Não apenas pelas dimensões das cifras, ainda que estas sejam inimagináveis para a esmagadora maioria da população, mas em especial por informações como essa só estarem chegando agora ao conhecimento público/Editorial2: O rumo da educação. Para diretor da OCDE, Brasil gasta de modo insuficiente e ineficiente no ensino. Existem muitas métricas para medir o desempenho do sistema educacional brasileiro, do gasto proporcional ao rendimento de alunos em exames padronizados, porém é ilusão esperar que algum deles, de modo isolado, possa indicar como deixar o pântano de mediocridade que nos rodeia. Para Andreas Schleicher, da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil gasta de modo insuficiente e ineficiente no ensino.

MANCHETES DOS PORTAIS DE NOTÍCIAS:

Manchete e smbmanchetes da hora de O Globo online: Câmara aprova intervenção federal na segurança do Rio. O placar marcou 340 votos favoráveis, 72 contrários e uma abstenção. Medida ainda será analisada pelo Senado/Governo comemora aprovação do decreto pela Câmara. O texto segue para apreciação no Senado Federal. Relatora atesta legalidade do decreto da intervenção/Ministro do STF nega pedido do PSOL para suspender a votação. Partido queria suspender votação da medida/Maia diz que governo do Rio ‘sucumbiu’ à desordem/Com o decreto de intervenção, Rio vive um vácuo de poder. Alguns delegados e comandantes mantêm rotina, outros suspendem operações/Forças Armadas e polícias fazem operação integrada em divisas do estado. Ação não faz parte da intervenção federal na segurança pública fluminense/Interventor terá que avaliar cada comunidade para criar plano eficaz/Mandado coletivo de busca é considerado controverso, mas AGU diz que pode ir ao STF. Especialistas se dividem sobre instrumento jurídico que será solicitado pelo governo/Com intervenção, fim do foro privilegiado fica mais distante. Na Câmara, decreto sobre Rio trava proposta; no STF, Toffoli não tem planos para apresentar voto/Efeitos da intervenção. Governo apresenta pauta alternativa à reforma da Previdência. Entre as propostas, a autonomia do BC e a privatização da Eletrobras. 

Manchete e submanchetes da hora do Estadão online: Câmara aprova decreto de intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. Por 340 votos a 72 e só uma abstenção, deputados votaram a favor de Temer; texto segue para Senado/Ministros articulam recursos adicionais ao Rio/Maia: ‘Se fosse intervenção militar, a Câmara derrotaria’/Maia: Câmara criará observatório de ações federais/STF nega pedido para suspender votação do decreto/Previdência. Após fracasso da reforma, governo anuncia plano B/Maia apresentou 15 projetos para a economia; Marun acenou que pode votar a Previdência ainda este ano/Ministros minimizam impacto da desistência da reforma/Jungmann esclarece que mandado coletivo será de busca e apreensão. Pela Constituição, esse tipo de ordem judicial deve ser aplicado individualmente quando for prisão/Intervenção gera temor em moradores de favelas. Em vídeo nas redes sociais, jovens negros dão dicas de como se comportar durante abordagem policial. 

Manchete e submanchetes da hora da Folha online: ‘Aqui não tem amador’, diz Moreira Franco sobre operação. Ex-govenador do Rio de Janeiro, ministro nega que Temer tenha decidido por intervenção de olho na reeleição/Câmara aprova decreto; texto segue para o Senado/Ação em favela traz desconfiança a moradores/‘Estamos numa guerra contra o crime’, diz Maia/Temer articulou Ministério da Segurança há 16 anos/Ideia de buscas coletivas no Rio copia Haiti/Miller organizou o material que selou a delação da JBS. A informação consta em registros feitos pelo ex-procurador/Ao menos sete fases da Lava Jato ficam sem conclusão.

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