Jornais se ocupam, majoritariamente, em suas manchetes, da pendência sobre a prisão de Lula

Jornais se ocupam, majoritariamente, em suas manchetes, da pendência sobre a prisão de Lula. O não cumprimento do prazo dado por Moro, a Lula, inspira o noticiário veiculado pela mídia

Jornais se ocupam, majoritariamente, em suas manchetes, da pendência sobre a prisão de Lula. O não cumprimento do prazo dado por Moro, a Lula, inspira o noticiário veiculado pela mídia impressa.

SINOPSE DE 07 DE ABRIL DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

*JORNAIS*:

*Manchete e submanchetes do jornal O Globo*: Lula se entrincheira em sindicato e não cumpre prazo dado por Moro. STJ nega novo pedido de habeas corpus, e defesa entra com recurso no STF. Petista deve se entregar hoje de manhã/

MST vandaliza prédio de Cármen Lúcia. Manifestantes do MST jogaram tinta vermelha na fachada de prédio em Belo Horizonte/

Operador associado ao PSDB é preso. Ministério Público diz que ex-diretor da Dersa coagiu principal testemunha/

Presidente do PEN agora diz que se arrependeu de ação. Segundo Adilson Barroso, ‘foi azar’ pedido poder beneficiar Lula/

Câmara sob investigação. Pelo menos seis vereadores já foram ouvidos no caso Marielle, inclusive adversários políticos dela/

Guerra do tráfico no Morro do Vidigal fecha a Avenida Niemeyer. Segundo a polícia, bando expulso da Rocinha no ano passado invadiu a favela/

Lydia Medeiros: O PT renova sua eterna aposta no mito Lula. Trinta e oito anos depois de sua fundação, o PT renova sua aposta em Lula, o ex-operário que chegou à Presidência, hoje um condenado à prisão/

Fernando Gabeira: Nada é mais previsível, para um condenado, que ser preso. Nesse momento em que vejo a vida como um milagre, o fato mais previsível do mundo é alguém condenado pela Justiça ser preso/

Merval Pereira: Estratégia do PT foi esvaziada pela Polícia Federal. Nas análises dos especialistas em mediação de conflitos da Polícia Federal, o PT usou o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC como um bunker para proteger o ex-presidente Lula, e militantes como barreiras humanas para impedir uma ação policial sem incidentes graves/

Míriam Leitão: Lula tenta mostrar força, enquanto negocia com PF. O ex-presidente Lula fez ontem um último e desesperado gesto para demonstrar força. Deixou passar o prazo e cercou-se de militantes, enquanto nos bastidores negociava com a PF. Cada minuto corria contra os dois lados. Para a Justiça, porque estava sendo desrespeitada, e para ele, porque enfrentou riscos de piorar sua situação. Mas duas coisas estão certas sobre Lula: ficou inelegível e vai para a prisão/

Ascânio Seleme: A Justiça foi sábia, deu a Lula o tempo de que necessitava. No dia mais importante da história recente do Brasil, os aloprados perderam, e o bom senso, o respeito às leis e às instituições pode prevalecer/

José Casado: Termina em liquefação um longo ciclo político. Termina em liquefação um longo ciclo político, e com o personagem central vivo/

Eugênio Bucci: O Poder Judiciário perdeu para o poder das ruas. Na quinta-feira, o Poder Judiciário expediu uma ordem e, na sexta, não deu conta de fazer com que sua ordem fosse cumprida. Na quinta-feira, o juiz Sergio Moro decretou a prisão do ex-presidente Lula, dando a ele um prazo para que se entregasse voluntariamente. Na sexta-feira, às 17h, o prazo expirou, e Lula nem aí/

Editorial1: A frágil defesa do fim da prisão na segunda instância. A sessão do HC de Lula serviu também para expor a fragilidade da argumentação em favor da volta da jurisprudência instituída em 2009, depois de 68 anos de aplicação da norma do início da execução da pena na segunda instância, e revogada em 2016/

Editorial2: Poder de milícias precisa ser combatido. O assassinato de cinco jovens num condomínio do Minha Casa Minha Vida, em Maricá, no dia 25 de março, chamou a atenção para uma face da criminalidade que, por vezes, acaba ofuscada em meio à violência generalizada que assola o estado. Os rapazes, com idades entre 16 e 20 anos, e sem antecedentes criminais, conversavam numa área de convivência, após voltarem de um show de rap, quando foram surpreendidos por dois homens, que os executaram com tiros na cabeça. Uma testemunha contou que os pistoleiros saíram gritando: “Aqui é milícia, e vamos voltar”. A delegada Bárbara Lomba, que apura o caso, disse não ter dúvidas de que a chacina é crime de milicianos.

 

*Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo*: Lula negocia rendição; PF quer que ele se entregue ainda hoje. Ex-presidente recusou oferta de Moro para se apresentar em Curitiba até as 17h de ontem Expectativa é de que ele embarque hoje, após missa no Sindicato dos Metalúrgicos, mas defesa quer adiar apresentação para 2ª-feira Defesa tenta novo HC no STF/

Recurso de Palocci ‘atropela’ 2ª instância. Sessão do Supremo será no mesmo dia em que Marco Aurélio quer analisar mudança para prisão em 2ª instância/

Vigília no sindicato acaba em pizza. Cercando o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, militantes passaram a madrugada na rua/

João Domingos: A posição de enfrentamento adotada pelo PT em relação ao MP, à Justiça e aos meios de comunicação tem sido danosa para tudo e para todos/

Roberto Godoy: As Forças Armadas acompanham discretamente a mobilização do PT em São Bernardo e infiltraram agentes em meio à militância/

Ex-diretor em gestões tucanas é preso pela PF. Segundo a Procuradoria, Paulo Vieira está por trás de ameaças a acusadas de esquema de desvio de recursos da estatal em gestões tucanas/

Após deixar Fazenda, Meirelles monta estrutura de campanha. Henrique Meirelles deixou o Ministério da Fazenda para tentar concorrer ao Planalto pelo MDB. Para viabilizar seu nome, ele vai contratar marqueteiro e montará agenda de viagens, informa Adriana Fernandes. O secretário executivo da Fazenda, Eduardo Guardia, assume a pasta/

Novos confrontos em Gaza deixam 9 mortos. Isolamento. Manifestantes organizaram protestos e queimaram pneus para atrapalhar ação de atiradores israelenses, que desde a semana passada respondem a atos na fronteira; repressão com munição real deixou mais de 300 feridos a bala, segundo os palestinos/

Entrevista com Bruno Covas: ‘Impostos não vão subir’. O mais jovem político a assumir a gestão paulistana desde a redemocratização afirma não estar preocupado em ter uma marca, mas sim em cumprir os 53 itens do plano/

Editorial1: A força da Lava Jato. Ao mandar para a cadeia um homem tão poderoso e influente como o chefão petista, a operação exibe um vigor que deixará preocupados muitos dos que ainda têm contas a acertar com a Justiça/

Editorial2: Estrebucho diante da lei. Reação do MST à ordem de prisão de Lula da Silva evidencia quem está do lado da baderna/

Editorial3: Recuperação lenta. O crescimento da produtividade da economia brasileira em 2018 representará uma mudança notável na tendência observada nos últimos seis anos. Entre 2012 e 2017, a produtividade caiu 6,45%.

 

*Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo*: Lula ignora prazo dado por Moro e negocia data para se entregar. Ex-presidente teve habeas corpus negado pelo STJ nesta sexta (6); ainda há uma reclamação pendente no Supremo. 0 ex-presidente Lula ignorou o prazo estabelecido pelo juiz federal Sergio Moro para se entregar. Ele deveria ter se apresentado à Polícia Federal em Curitiba até as 17 horas de ontem, o que não ocorreu. A informação de que o petista não iria à capital paranaense foi antecipada por Ricardo Kotscho. A defesa negociava ontem as condições para que o petista se entregue. Até a conclusão desta edição, a tendência era que ele se apresentasse na manhã de hoje, após missa de celebração do 67° aniversário de dona Marisa Letícia (1950-2017). A cerimônia será no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo, onde Lula chegou na quinta (5) e de onde não saiu mais. 0 local está cercado por grupos de apoiadores. Ele acenou a militantes durante o dia, mas não se pronunciou. A PF descartou enviar agentes ao local para evitar conflitos com manifestantes. Condenado a 12 anos e um mês de prisão, Lula teve pedido de habeas corpus negado ontem no Superior Tribunal de Justiça. Reclamação para sustar a ordem de Moro está pendente no STF. Militantes do MST jogaram tinta vermelha no prédio em que a presidente da corte, Cármen Lúcia, tem apartamento em BH/

Meirelles renuncia à Fazenda para tentar Presidência. 0 ministro Henrique Meirelles (MDB) deixou ontem a Fazenda para concorrer ao Planalto. Ele será sucedido por Eduardo Guardia. Seis governadores, entre eles o paulista Geraldo Alckmin (PSDB), e quatro prefeitos de capitais também deixaram seus cargos. ACM Neto (DEM) continua na Prefeitura de Salvador/

Suposto operador do PSDB, Paulo Preto é preso em SP. O ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, foi preso nesta sexta-feira (6) a pedido da força-tarefa da Lava Jato. O Ministério Público Federal em SP pediu a prisão preventiva dele e de outros quatro suspeitos por formação de quadrilha, peculato e inserção de informações falsas em sistema público de dados. Suposto operador de propina do PSDB, Souza ê acusado de desviar R$ 7,7 milhões de obras do Rodoanel. A verba era destinada ao realojamento de famílias afetadas. O MPF afirma que fez o pedido porque ele teria ameaçado uma ré e colaboradora. A defesa pede medida alternativa e questiona a denúncia da testemunha/

Entrevista com Bruno Covas. As urnas dirão se Doria acertou ao deixar prefeitura. 0 novo prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), diz que a decisão de João Doria de sair do cargo para concorrer ao governo estadual será julgada pelas umas. Para ele, a gestão da cidade seguirá o mesmo rumo, só com “mudança de piloto”/

Painel: Com ex-subordinado preso, aliados veem Alckmin passar de vitrine a vidraça/

Leandro Colon: Simbolismo do 6 de abril envolvendo PT e PSDB é inegável/

André Singer: Para sobreviver, lulismo precisará se reinventar (Opinião A2)

Ricardo Balthazar: Sindicato reúne poucos e atordoados manifestantes/

Vinícius Torres Freire: Terra natal de Lula atenua crimes e enaltece os feitos/

Fernando Canzian: Clima em Curitiba é um misto de ‘fim de caso’ e desilusão. A decisão de prender o ex-presidente Lula em Curitiba e a demora em sua chegada trouxeram, além do suspense, um clima misto de “fim de caso” e de desilusão entre os que se beneficiaram das políticas do petista/

Combate à impunidade é avanço, dizem empresários/

Editorial1: Cumpra-se a lei. Como em outros processos, prisão de Lula se inscreve na plena normalidade republicana/

Editorial2: Ameaça ao tucanato. Prisão de Paulo Vieira de Souza aumenta as apreensões nos bastidores do PSDB.

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