Reforma da Previdência e Bolsa de Valores são os destaques do noticiário

Edição: Sérgio Botêlho MANCHETES DOS JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Adiar reforma para 2019 custará R$ 177 bi em 10 anos. Cálculo inclui apenas gastos com

Edição: Sérgio Botêlho

MANCHETES DOS JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Adiar reforma para 2019 custará R$ 177 bi em 10 anos. Cálculo inclui apenas gastos com o INSS. Só este ano, a elevação será de R$ 8,5 bi; incluindo-se as despesas do setor público, impacto será ainda maior. Estudo do economista André Gamerman indica que adiar a aprovação da reforma da Previdência para 2019 custará aos cofres públicos mais R$ 177 bilhões ao longo de dez anos (2,4% do PIB). Este é o valor que o governo deixará de economizar com o atraso na votação. Só neste ano a diferença será de R$ 8,5 bi, passando de R$ 17 bi nos anos seguintes. O cálculo considera apenas os gastos do INSS; não há dados suficientes para simular as despesas com servidores públicos. Para Gamerman, os números reforçam a previsão de que, se a reforma não passar em 2018, o governo terá que aprovar medidas mais duras nos anos seguintes/Rio é o líder em benefícios para juízes. Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelam que os magistrados fluminenses têm direito a seis tipos de auxílios que complementam seus salários. Nenhum outro Tribunal de Justiça prevê tantas formas de verbas extras como o do Rio. Nos Estados Unidos, juízes não recebem compensação para bancar moradia e outros custos/Reforma trabalhista. TST começa a rever normas. Julgamento das 34 súmulas pelo TST para adequação à reforma trabalhista, que se inicia hoje, pode acabar no STF. Serão discutidos direitos como diárias de viagem e gratificação, entre outros/Equador diz não a reeleição indefinida/Bernardo Mello Franco: Rota da prescrição. Gilmar Mendes segurou por 5 anos inquérito que investigava o senador Romero Jucá/Editorial: A moralização do auxílio-moradia e outros. Em vez de benefícios nada transparentes a várias categorias na área pública, que sejam pagos às claras salários condizentes com a função do servidor.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Temor com economia leva Bolsa de NY à maior queda em 7 anos. Receio é de que os EUA enfrentem pressões inflacionárias que levem à alta de juros. O temor de que a economia americana entre em uma fase de superaquecimento provocou pânico e queda ontem no mercado acionário dos EUA. O movimento de venda se espalhou por Bolsas na Europa, Ásia e América Latina. Em termos porcentuais, o tombo de ontem foi o maior desde 2011 e anulou os ganhos obtidos pelos investidores em 2018. O índice Dow Jones sofreu a maior perda diária em pontos da história e fechou aos 24.345,75 pontos, uma queda de 4,60%. O S&P 500 recuou 4,10% e o Nasdaq encerrou o dia em baixa de 3,78%. Ao longo do pregão, o Dow Jones chegou a despencar mais de 6%. O maior receio é de que os EUA enfrentem pressões inflacionárias que levem o Federal Reserve, o banco central americano, a aumentar a taxa de juros em ritmo mais acelerado que o gradualismo projetado por Janet Yellen e seu sucessor, Jerome Powell, que tomou posse ontem?/Gastos federais com saúde e educação ficam congelados. No primeiro ano de vigência da regra do teto de gastos, as despesas do governo com saúde e educação caíram 3,1% em 2017 ante 2016, se descontada a inflação. Em termos nominais, o gasto total nas duas áreas foi de R$ 191,2 bilhões para R$ 191,3 bilhões, segundo levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), com base em dados do Tesouro/MP veta acesso de Marcelo Odebrecht a executivos. Em prisão domiciliar, Marcelo Odebrecht pediu à Justiça para receber visitas do presidente do grupo Odebrecht, Luciano Nitrini Guidolin, e da chefe do recém-criado departamento de Conformidade, Olga de Mello Pontes, informa Ricardo Brandt. A defesa recuou da solicitação após o MPF ver possibilidade de ingerência de Marcelo Odebrecht na gestão do grupo/Marqueteiro confirma caixa 2. João Santana reafirmou ao juiz Sérgio Moro que recebia, no exterior, pelos serviços prestados às campanhas do ex-presidente Lula/Foto-legenda : Iniciando os trabalhos. Raquel Dodge, procuradora-geral, Cármen Lúcia, presidente do STF, Eunício Oliveira e Rodrigo Maia, presidentes do Senado e da Câmara, respectivamente, e Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil, participam da sessão solene de abertura dos trabalhos no Congresso/Brasileiro poderá ter RG no celular em julho/‘Quase caí da cadeira com a escolha’. Entrevista. Octavio de Lazari Junior. Novo presidente do Bradesco. Anunciado ontem novo presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior diz que foi surpreendido pela proposta e que vai manter as metas do banco. “Se o PIB crescer, a economia andar, vamos crescer a rede (de agências), atacado, alta renda.”/Eliane Cantanhêde: Os milhões de brasileiros que não vão às ruas após a condenação de Lula e pela política se esbaldam no carnaval/Editorial1: Uma questão de escolha. Cabe ao presidente da Câmara decidir se deseja obter o que seria a principal vitória de sua biografia política, entregando ao País a reforma da Previdência/Editorial2: Crescimento versus calotes. Credores e devedores puderam ter um pouco mais de tranquilidade em 2017.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Sob influência americana, Bolsas globais despencam. Dow Jones tem maior recuo desde 2011; no Brasil, Ibovespa cai 2,6%, e dólar sobe. O mercado acionário global deu novos sinais de que pode estar no fim o ciclo de alta das Bolsas mundiais, que tiveram o melhor desempenho da história em 2017. Em dois dias de queda, alguns dos índices mais negociados zeraram toda a valorização obtida neste ano. A Bolsa de Nova York viveu um dia dramático. O Dow Jones chegou a cair 6,26%, mas fechou em baixa de 4,6% — a maior desde agosto de 2011. No Brasil, o Ibovespa recuou 2,59% e o dólar se valorizou 1,02%. Dados do mercado de trabalho divulgados na sexta-feira (2) nos EUA estimularam a venda de ações. A solidez da criação de vagas levou investidores a apostarem que o banco central local fará mais que três aumentos de juros em 2018. Analistas alertavam desde meados de 2017 que os principais índices poderiam estar sobrevalorizados. Segundo Mike Wilson, do Morgan Stanley, este ano será de transição no mercado financeiro, com “muito mais volatilidade”/Procuradoria-Geral e TCU pagam auxílio a quem tem moradia. Levantamento feito pela Folha mostra que dez integrantes da cúpula da Procuradoria-Geral e três dos nove ministros do Tribunal de Contas da União recebem auxílio-moradia mesmo tendo imóvel no Distrito Federal. Os dois órgãos disseram que os pagamentos do benefício seguem a lei/Presidente do TJ-SP diz receber auxílio- moradia e que o valor ‘é pouco’/Guerra ao pixuleco. Membros da cúpula do PT têm incentivado o combate aos Pixulecos, bonecos infláveis com o desenho de um presidiário que representaria o ex-presidente Lula. “Que sejam despedaçados”, disse o secretário de Comunicação, Carlos Árabe. O advogado Vinícius Aquino, que guarda um dos Pixulecos, recebeu a ameaça como piada. Ele pretende lançar uma versão em pelúcia do boneco/Bradesco escolhe Lazari Junior para substituir Trabuco à frente do banco/Governo lança 11 editais com cotas para setor audiovisual/Em referendo, equatorianos aprovam limite para a reeleição/Ranier Bragon: Se Previdência for aprovada, Temer pode mudar nome. Bastavam quatro palitos de fósforo, um graveto e duas marias-moles, e ele era capaz de montar um fuzil para dizimar os inimigos. Mesmo que não tenha nenhum palito, graveto ou maria-mole à mão, se Michel Temer conseguir aprovar a reforma da Previdência pode mudar o nome para MacGyver/Joel Pinheiro da Fonseca: Clima não é bom para a liberdade de expressão. Xingar os outros é feio. Nem por isso deve ser punido pelo Estado. Do jeito que está, cada lado já se prepara para ser ofendido e entrar na Justiça. É a morte de qualquer debate. Se toda vez que me xingarem eu ganhar R$ 100 mil, me xinguem com mais frequência, por favor/Editorial1: Drogas. Cracolândia sem viés. Tema é capturado pela polarização ideológica que assola o país/Editorial2: Subestimando o risco. Forças governistas ensaiam deixar para 2019 a tarefa de reformar a Previdência.

MANCHETES DOS PORTAIS DE NOTÍCIAS:

Manchete e smbmanchetes da hora de O Globo online: Estado do Rio é o líder em benefícios para juízes. Juízes ganham ajuda até para pré-escola; Supremo vai decidir sobre benefícios em março/Nos Estados Unidos, juízes não têm compensações para bancar moradia. Ministros da Suprema Corte dirigem seus carros para o trabalho/Presidente do TJ-SP ironiza auxílio-moradia: ‘pouco’. Desembargador Manoel Calças afirma que recebe valor mesmo tendo vários imóveis/STF deve julgar em março se benefícios pagos a juízes do Rio são legais. Ministro Luiz Fux liberou para votação ação que estava parada desde 2012/Adiamento da reforma custará R$ 177 bilhões. Cálculo mostra quanto o governo deixará de economizar em dez anos caso reforma fique para 2019/Lydia Medeiros: Jogo de cena. Temer pede para Congresso tomar decisão sobre Previdência. Em mensagem a parlamentares, presidente fez um balanço, quase que majoritariamente econômico, de sua gestão/Julgamento de Lula no caso tríplex é desconhecido por 24% dos eleitores. Perfil dos que ignoram condenação é similar ao do eleitorado do petista/Caixa dois pagou até R$ 10 milhões da campanha de Lula, diz Mônica Moura. Segundo marqueteira, casal recebeu cerca de R$ 18 milhões pelo trabalho, mas apenas R$ 8 milhões foram pagos pelo caixa oficial. 

Manchete e submanchetes da hora do Estadão online: Gastos do governo federal com saúde e educação caem 3,1% em 2017. Recuo ocorreu no primeiro ano de vigência da medida que cria um teto para os gastos públicos; as duas áreas ficaram de fora no ano passado para que o volume de gastos ganhasse fôlego antes de serem incluídas na nova regra, o que não aconteceu/Odebrecht quis ver presidente e diretora do Grupo. Após denúncia do MPF, empresário desistiu de incluir Luciano Guidolin e Olga Pontes em ‘lista de visitas’/Bolsa de NY registra a maior queda em sete anos. Expectativa de aperto monetário maior nos EUA ‘contamina’ mercado; Ibovespa tem baixa de 2,59%/Dilma abriu crédito extra por auxílio-moradia. À época, ex-presidente alegou que o não pagamento ‘inviabilizaria o regular funcionamento dos poderes’/Lúcio Vieira Lima e mãe contestam recolhimento e prisão domiciliar. Deputado pede que medidas sejam submetidas à apreciação da Câmara caso Fachin aceite cautelar/Marco Aurélio dá mais prazo para Aécio Neves responder a inquérito. Senador tucano é investigado por supostos crimes de corrupção passiva e obstrução da Justiça. 

Manchete e submanchetes da hora da Folha online: Procuradoria-Geral e TCU pagam auxílio a quem tem moradia. Integrantes das cúpulas das duas instituições recebem ajuda extra de R$ 4.378/Mônica Bergamo: Cármen Lúcia recebeu estudo para barrar novos benefícios para juízes. Projeto, enviado pelo CNJ em agosto, ainda não saiu do papel/Hélio Schwartsman: Auxílio tem caráter antirrepublicano/STF vive bolivarianização invertida, diz Gilmar/Fux assume TSE e promete lutar contra ‘fake news’ na eleição. Nos bastidores, há a expectativa de que ele inaugure uma fase mais ‘dura’ da corte.

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