Segurança, Previdência e economia são os destaques das manchetes

Edição: Sérgio Botêlho MANCHETES E SUBMANCHETES DOS JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Com carnaval na rua, Rio ainda não tem plano de segurança. Estado e prefeitura

Edição: Sérgio Botêlho

MANCHETES E SUBMANCHETES DOS JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Com carnaval na rua, Rio ainda não tem plano de segurança. Estado e prefeitura dizem que esquema de policiamento requer ajustes. Riotur ignora antecipação da festa e afirma que ‘estamos no pré-carnaval’. Depois de 59 blocos já terem levado milhares de foliões às ruas nos dois últimos fins de semana, a prefeitura e o governo do estado ainda não divulgaram os planos para a segurança da festa. As autoridades alegam que o carnaval não começou. O tiroteio em que morreu o garçom Samuel Coelho, em meio ao desfile do Nem Muda, Nem Sai de Cima, domingo, na Tijuca, aconteceu durante a fuga de bandidos da Rocinha para o Salgueiro, segundo a polícia/Ajuste dá margem de R$ 89 bi ao governo. Folga no Orçamento facilita negociação das reformas. O aperto nas contas em 2017 deu margem de R$ 89 bilhões para mais gastos do governo este ano. A folga é resultado do comportamento das despesas, que ficaram R$ 50 bilhões abaixo do previsto no teto de gastos. Com isso, o governo terá espaço maior para negociar com o Congresso apoio para as reformas, principalmente a da Previdência. Em 2017, o rombo das contas públicas ficou em R$ 124,4 bilhões/Nova regra deixa juro do cartão em 334%. O brasileiro ainda paga juros superiores a 300% ao ano nas principais opções de crédito. Com a entrada em vigor de novas regras do rotativo, a taxa do cartão ficou em 334,6% em 2017, uma redução de 163 pontos percentuais em relação a 2016. A taxa do cheque especial foi de 323%. O Banco Central discute medidas para reduzir o custo desta modalidade/Moro determina leilão de tríplex. O imóvel do Guarujá (SP) relacionado à condenação do ex-presidente Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro será leiloado para ressarcimento à Petrobras. O juiz Sergio Moro pediu ontem a retirada da penhora do apartamento, que estava em nome da OAS/‘Todo mundo tem direito de pedir qualquer coisa’. Com posse no Ministério do Trabalho suspensa pelo STF, a deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) gravou vídeo, postado em rede social, em que se defende de condenação na Justiça do Trabalho. “Todo mundo tem direito de pedir qualquer coisa na Justiça”, diz. O vídeo, feito num barco, causou mal-estar no PTB e no governo/Facebook explica uso de informações. Em sinal de que se prepara para a nova regulamentação sobre proteção de dados na União Europeia, prevista para maio, a rede social tornou públicas ontem, pela primeira vez, as regras de utilização dos dados de seus mais de dois bilhões de usuários/José Casado: Sem passaporte, Lula não pôde encontrar “companheiros” ditadores na África/Editorial: É casuísmo STF voltar agora ao tema da segunda instância.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Aumentam aposentadorias por tempo de contribuição. Temor de que reforma acabe com benefício fez pedidos crescerem 5,5% em 2017, maior variação em 4 anos. As aposentadorias por tempo de contribuição cresceram 5,5% no ano passado, maior variação dos últimos quatro anos. O ritmo supera o das aposentadorias por idade, cujo aumento foi de 3,7% em 2017. Para especialistas, um dos motivos para a aceleração tem relação com o receio de que a reforma da Previdência acabe com o benefício. Para se aposentar por tempo de contribuição, não é preciso cumprir idade mínima e a regra 85/95 permite que segurados recebam valor integral de sua média de contribuições – respeitado o teto do INSS, de R$ 5.645,80 – desde que o tempo de contribuição mais a idade somem 85 anos para mulheres e 95 para homens. Em 2016, quem pediu aposentadoria por tempo de contribuição tinha em média 54,9 anos de idade e recebeu quase R$ 2 mil por mês, ante 60,9 anos e cerca de R$ 950 mensais daqueles que solicitaram o benefício por idade/Contra o relógio. Governo quer usar o rombo nas contas previdenciárias – de R$ 268,8 bilhões em 2017 – para convencer parlamentares de que resta pouco tempo para mudar regras sem cortar benefícios, como fizeram Grécia e Portugal/Ala do PSB lança ofensiva pró-Joaquim Barbosa. Capitaneado pelo líder do PSB na Câmara, deputado Júlio Delgado, grupo contrário à aliança com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) tenta viabilizar a candidatura à Presidência do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa. O movimento busca se contrapor à articulação liderada pelo vice-governador paulista, Márcio França, que quer o apoio dos tucanos na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes/TRF-4 rejeita teses da defesa de Lula para outras ações. No julgamento do recurso do ex-presidente Lula, desembargadores do TRF-4 já rejeitaram teses que serão usadas pela defesa em outras ações nas quais o petista é réu ou investigado. Argumentos de mérito sobre seu envolvimento com corrupção e lavagem de dinheiro e a existência de supostas irregularidades processuais, por exemplo, foram refutados/Déficit do governo fica em R$ 124,4 bi. O rombo nas contas do governo ficou R$ 34,6 bilhões abaixo da previsão em 2017, de R$ 159 bilhões negativos. A diferença decorre de receita líquida R$ 4,6 bilhões superior à prevista e de corte de R$ 30 bilhões em despesas/Dez morrem em briga de facções. Policiais entram na Cadeia Pública de Itapajé, a 125 quilômetros de Fortaleza, onde 10 detentos foram mortos ontem em uma briga entre facções. O conflito começou durante o banho de sol, quando todos os prisioneiros ficam juntos. Segundo familiares e agentes penitenciários, a briga teria ligação com a chacina ocorrida sábado na capital cearense/Fiocruz testará vacina contra febre amarela/Em barco, Cristiane Brasil nega acusações/Eliane Cantanhêde: Temer quer dar racionalidade aos debates sobre Previdência, Eletrobrás e Embraer/Editorial: A sombra do lulismo. O lulismo é a transformação de estratégias sindicais em políticas de governo e projeto de poder/Menos intriga e mais reforma. A reforma da Previdência afeta todos brasileiros, especialmente gerações mais novas.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo:  Governo tem deficit de R$ 124 bilhões em 2017, dentro da meta. Com receitas atípicas e corte nos investimentos, rombo é R$ 34,6 bilhões menor do que o projetado para o ano. Unanimidade ao elevar pena é pouco frequente no TRF-4. Criticada pela defesa do ex-presidente Lula, a elevação da pena com dosimetria unânime é pouco frequente em julgamentos da Lava Jato pela 8ª turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Na quarta (24), os juízes votaram por pena idêntica para o petista: 12 anos e um mês de prisão. Em 102 casos julgados pelo trio, isso ocorreu com outros sete réus/No Ceará, briga de facções deixa dez mortos em cadeia lotada. Dez presos morreram na Cadeia Pública de Itapajé (CE) em briga entre detentos das facções Comando Vermelho e Guardiões do Estado, que disputam o tráfico de drogas. Havia 113 presos no local, que deve abrigar 25. O caso aconteceu dois dias depois de a maior chacina da história do Ceará, que teria ocorrido devido à rixa entre os grupos, deixar 14 mortos em Fortaleza/Gestão Doria quer nova Previdência até o fim de março. À frente do projeto de reforma da Previdência paulistana, os secretários Caio Megale (Fazenda) e Paulo Uebel (Gestão) dizem que o texto deve ser sancionado até 31 de março. A proposta da gestão Doria (PSDB) inclui aumento da contribuição para os servidores e um sistema complementar para quem ganha acima do teto do INSS/Foto-legenda : Pecuária indígena. Valcir Peres, 66, na fazenda Xanadu, em Pacaraima (RR); 150 comunidades das terras indígenas de São Marcos e Raposa Serra do Sol criam 120 mil cabeças de gado para subsistência e renda, segundo o governo/Ranier Bragon: Em voo, Gilmar é xingado pelos talibãs da moral. Gilmar Mendes foi chamado de “cagão” e “bosta” em voo. O ministro do STF mandou soltar alvos da Justiça e tem questionável relação com o governo, mas nada justifica o grotesco teatro encenado pelos talibãs da moral e dos bons costumes/Lucro mal tributado. Brasil cobra imposto alto sobre ganhos de empresas, mas isenta os dividendos recebidos pelos acionistas/Juízo emocional. Parece insustentável a decisão condenando Zeca Camargo a indenizar os parentes de Cristiano Araújo/Editorial: Lucro mal tributado. Brasil cobra imposto alto sobre ganhos de empresas, mas isenta os dividendos recebidos pelos acionistas/Editorial: Juízo emocional. Parece insustentável a decisão condenando Zeca Camargo a indenizar os parentes de Cristiano Araújo.

 

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