Segurança pública, eleições 2018, economia e Lava Jato são os destaques das manchetes

Sinopse dos jornais Edição: Sérgio Botêlho   Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Advogados a serviço do crime são novo alvo da intervenção. Autoridades de Segurança do Rio
Primeira Hora – Anexo 6

Sinopse dos jornais

Edição: Sérgio Botêlho

 

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Advogados a serviço do crime são novo alvo da intervenção. Autoridades de Segurança do Rio ampliam investigação sobre defensores de bandidos. Objetivo é desmantelar o esquema que permite a chefes de facções continuar repassando ordens para quadrilhas mesmo estando dentro da cadeia/

Atentados a prédios públicos e veículos deixam Ceará em alerta. Três prédios públicos foram alvos de ataques, que podem ser reação a bloqueadores de celular/

Aplicativo de transporte cria novo mercado de aluguel de automóveis. Aplicativos de transporte criam novo mercado de aluguel de veículos/

Jovem foi ‘príncipe’ horas antes da morte na Rocinha. PMs alegam que houve 6 confrontos na Rocinha, moradores dizem que vítimas saíam de baile/

Joaquim Ferreira dos Santos: Câmeras do caso Marielle revelam degradação do Rio/

Ricardo Rangel: Supremo segue se esforçando para ser um lugar que envergonha a todos/

Caravana de Lula é atacada, e grupos se enfrentam. No Sul, pedrada atinge ex-deputado ao lado de Lula; militantes entram em confronto/

Duas vagas e uma tendência. Na disputa pelo Senado, Flávio Bolsonaro é impulsionado pelo pai; adversários buscam discurso/

Ancelmo Gois: O passado condena. Veja como é delicado o tema da intervenção federal na segurança pública. Uma pesquisa feita com 240 moradores do Complexo da Maré, comunidade onde viveu Marielle Franco, revelou que 97% deles não acreditam que a intervenção vá melhorar o dia a dia do lugar. O resultado, talvez, reflita a desinformação: 90% confundem intervenção com ocupação ou, ainda, com a experiência da ocupação da Maré em 2015, que é malvista por 70% dos moradores/

Entrevista. General Eduardo Villas Bôas: “Uma solução exclusivamente militar não vai resolver”/

O resultado, talvez, reflita a desinformação: 90% confundem intervenção com ocupação ou, ainda, com a experiência da ocupação da Maré em 2015, que é malvista por 70% dos moradores/

Ato contra morte de PMs reúne 300. Manifestantes também defenderam a intervenção federal na segurança/

Cinco jovens são mortos em conjunto habitacional em Maricá. Mãe de uma das vítimas diz que crime foi cometido por milicianos/

Hospital de Bonsucesso já recusa pacientes. Por falta de médicos, emergência nova que custou R$ 21 milhões restringe atendimento a casos graves/

Editorial: Segurança jurídica no campo. Há, devido a razões sabidas, forte conflito entre defensores do meio ambiente e os chamados desenvolvimentistas. O exemplo recente mais forte das duas posições foi o choque, no segundo governo Lula, entre a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, dirigista, defensora do desenvolvimento a qualquer custo, futura presidente da República, e a ainda ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, militante da preservação. Avaliando-se as duas posições, sai fortalecida a defesa de uma postura equilibrada. Nem a Amazônia pode ser fechada a todos como se fosse um imenso Jardim Botânico, só para visitações e estudos, nem projetos de mineração e de hidrelétricas — duas importantes vocações da região — podem ser tocados sem as devidas precauções.

 

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Sem dinheiro, partidos buscam candidatos ricos. Com proibição de doações empresariais, políticos que possam custear a própria campanha levam vantagem/

Regra é contestada no STF. PT, PDT, PSOL e PCdoB questionam no STF a resolução do TSE sobre autofinanciamento. O argumento é de que a regra afeta o equilíbrio da disputa. Para o cientista político Marco Antonio Teixeira, é preciso haver isonomia/

Nomeações em bancos públicos vão passar pelo BC. O governo decidiu dar ao Banco Central o poder de aprovar ou vetar a nomeação de dirigentes de bancos públicos federais/

Lula é recebido com pedradas e chuva de ovos em SC. Após o Supremo conceder salvo conduto ao ex-presidente até o dia 4, petistas reafirmam que ele vai ser registrado candidato à Presidência/

TRF-4 julga recursos do ex-presidente. Caso a Corte confirme, hoje, decisão da 8.ª Turma, que condenou o ex-presidente, ele poderá ser preso se o STF negar habeas corpus, em abril. O PT aposta na absolvição ou na transferência de votos de Lula para outro candidato/

Ceará tem onda de violência no fim de semana. Uma série de ataques a ônibus, prédios públicos e torres de telefonia em Fortaleza deixou três mortos. A polícia acredita que a onda de terror tenha sido reação ao plano do governo de instalar bloqueadores de celulares em presídios/

Fogo mata ao menos 37 em shopping na Rússia. Drama. Fogo teria começado nas salas de cinema, se alastrou sem que alarmes fossem acionados e levou 12 horas para ser contido; adolescentes que ficaram presos no prédio em chamas usaram redes sociais para enviar mensagens de despedida para pais e amigos/

Prisão de líder gera protestos na Catalunha. Puigdemont fugia da Justiça desde outubro, acusado de rebelião; ele será ouvido hoje e pode ser condenado a até 30 anos de detenção/

Residência médica tem 40% das vagas ociosas. Educação. País tem quase 22,9 mil postos ociosos para esse tipo de formação, mostra estudo da USP com apoio de conselhos de Medicina; baixa qualidade dos cursos, falta de orientadores e escassez de recursos para bolsas estão entre os motivos da desistência/

Câmara vai medir apoio à prisão em 2.ª instância. A indefinição do Supremo sobre a prisão após condenação em 2.ª instância pode ser resolvida pelo Congresso. O líder do PPS na Câmara, Alex Manente (SP), começa hoje a recolher assinaturas para uma Proposta de Emenda à Constituição que prevê a prisão nessa situação. Para apresentá-la, precisa que 171 deputados endossem o texto/Reeleição de Temer não mobiliza base. Principais partidos governistas já lançaram candidatos ou anunciaram apoio a outros nomes/

Moro ordena sequestro de US$ 5 mi de Eduardo Cunha. No processo, emedebista é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro em contratos de naviossonda da Petrobrás/

Míssil de precisão entra em fase final. Exército retoma voos de testes do MTC-300, capaz de atingir um alvo a 300 km de distância; primeiras entregas estão previstas para 2020/

Editorial1: Investimentos em São Paulo. O expressivo aumento nos investimentos anunciados para o Estado de São Paulo em 2017 é mais um indicador que confirma o vigor da retomada econômica no País/

Editorial2: A renúncia de Kuczynski. Pedro Pablo Kuczynski é o primeiro chefe de Estado a cair por suspeita de envolvimento em ilicitudes nas suas relações com a Odebrecht. O caso peruano deverá ser visto como exemplo por todos os governantes que, de forma deliberada, promovem a confusão entre interesses privados e o interesse público tanto para auferir ganhos pessoais ilícitos como para obter vantagens políticas que subvertem valores democráticos/

Editorial3: Confiança para crescer. A confiança dos empresários da indústria, segundo a FGV, continuou em alta em março.

 

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Informalidade ameaça alta do PIB neste ano. Renda dos sem carteira assinada ê menor e já afeta consumo das famílias. O aumento da informalidade no mercado de trabalho vem segurando a reação do consumo e pode provocar um crescimento da economia menor do que o esperado para 2018. No ano passado, 1,8 milhão de vagas foram criadas, todas no setor informal. A renda média dos trabalhadores sem carteira e dos chamados conta própria é metade da recebida pelos formais. Como o consumo das famílias responde por 65% do PIB, a falta de vigor no mercado formal de trabalho tem levado consultorias a revisar de 3% para cerca de 2,5% o crescimento neste ano. 0 consumo no país atingiu seu pico entre 2011 e 2014, quando a proporção de trabalhadores formais na população ocupada estava no teto, ao redor de 45%. Hoje, esse percentual está em 42%. No ano passado, a liberação de R$ 44 bilhões de contas inativas do FGTS pode ter dado fôlego ao comércio, diz Marcelo Gazzano, da consultoria AC Pastore. “Não ê que não haverá recuperação. Ela virá, mas menos robusta do que se imaginava/

Ônibus de Lula é atacado com pedras e ovos no Sul. Cerca de 30 manifestantes jogaram ovos e pedras contra os três ônibus da caravana do ex-presidente Lula na chegada à cidade de São Miguel do Oeste (SC). A janela do motorista do ônibus de Lula foi quebrada. No sábado (24), o hotel do ex-presidente foi cercado e o coordenador da caravana, o ex-deputado Paulo Frateschi, levou uma pedrada na orelha enquanto tentava proteger Lula/

Celso Rocha de Barros: Petista se livrará da cadeia quando todo mundo se livrar. Dois ministros do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes e Rosa Weber, sugeriram que não concederão habeas corpus a Lula. Nesse caso, ele será preso. Mas tudo isso tem muito de teatro. Lula deve se livrar da cadeia na hora em que todo mundo se livrar: quando a revisão da prisão em segunda instância for votada/

Credores cobram R$ 46 milhões em dívidas do PT. Empresas que trabalharam para o PT nas últimas campanhas eleitorais cobram judicialmente ao menos R$ 46 milhões em dívidas deixadas pelo partido. Entre os credores, há gráficas, produtoras e empresas de marketing político. O PT tem feito ações para levantar fundos/

Ceará tem noite de incêndios e ataque a prédios públicos. Seis pessoas foram presas sob suspeita de terem participado de ataques a prédios públicos e incêndios a ônibus em Fortaleza. Houve ao menos dez ataques na capital, em Cascavel e em Sobral, com conflitos entre facções criminosas/

Landro Cólon: Temer declara candidatura, mas histórico permite apostar em recuo. Presidente anunciou ser candidato ao mesmo tempo em que desistiu de divulgar sigilos/

Marcus André Melo. O foro só importa se condenação em segunda instância levar à prisão. O preço da liberdade de Lula pode ser alto demais para o STF/

Painel: PT vai explorar ataques a caravana do Sul em denúncia à mídia estrangeira/

Tribunal no RS julga nesta segunda-feira recursos de advogados de Lula. Petista poderia ser preso com fim dos trâmites na 2ª instância, mas conta com liminar do STF/

À espera de governo Márcio França, aliados divulgam obras e querem recursos. Posse de novo governador, após renúncia de Alckmin, é vista com expectativa em São Vicente (SP)/

Editorial1: Economia na balança. A despeito de obstáculos, quadro ainda se mostra propício para uma retomada mais rápida/

Editorial2: Intolerância. Diante da deterioração da Venezuela, Brasil precisa aprimorar o acolhimento de suas vítimas.

 

Manchete do jornal Valor Econômico: Odebrecht fecha acordo de leniência com CGU e AGU. Depois de meses de negociação, o grupo Odebrecht e a Controladoria-Geral da União (CGU) chegaram a um acerto quanto aos termos do acordo de leniência, em que a empresa reconhece irregularidades cometidas em contratos com a União e concorda em ressarcir os cofres públicos de parte dos recursos desviados/

Viracopos busca saídas para impasse. A concessionária Aeroportos Brasil Viracopos avalia várias possibilidades caso a Justiça negue a liminar que pede para o governo decidir definitivamente sobre a relicitação da concessão/

Itaúsa amplia foco enquanto protege banco. Diante da restrição para que o Itaú faça novas aquisições, a holding Itaúsa passa por um momento de transformação. No banco, que representa 90% dos investimentos, a ordem é proteger a parte “nobre” do negócio – leia-se crédito e investimentos – do ataque das fintechs/

Crise envelhece frota de veículos. A queda nas vendas de veículos novos provocou o envelhecimento da frota brasileira. Em pesquisa que o Sindipeças acaba de concluir carros, caminhões e ônibus que circulam hoje no país têm, em média, nove anos e sete meses, um ano e um mês mais do que em 2013

Empresas de beleza perdem disputa no Carf. Empresas do setor de higiene e beleza começaram a perder discussão sobre IPI no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Desde 2015, a Receita Federal já venceu três processos/

Família põe Nutrimental à venda. A fabricante de alimentos paranaense Nutrimental contratou o Itaú BBA para uma venda total ou parcial do negócio, apurou o Valor. As conversas com potenciais interessados, incluindo Pepsico, General Mills e Mondelez, entre outros, já começaram/

A precisão é a meta. Grandes consultorias usam agora ferramentas preditivas e inteligência artificial para analisar dados. “Antes se fazia muita coisa na base do achismo”, diz Patrícia Feliciano, da Accenture/

China e EUA iniciam negociações comerciais. China e EUA começaram silenciosamente a negociar para melhorar o acesso dos EUA aos mercados chineses, após uma semana de escalada de tensão. Segundo fontes, as conversas abrangem amplas áreas, incluindo serviços financeiros e indústria manufatureira/

Custo do trabalho cai pelo terceiro ano seguido. Tendência iniciada há dois anos deve se manter em 2018, mas impacto sobre setor divide economistas/

STF puxa Fla-Flu eleitoral e Temer cai na estrada. Decisão do STF precipita radicalização eleitoral, Temer corre por fora e gestor faz um alerta sobre governança no Brasil/

CMN não deve apoiar mudança imediata das metas de inflação. Embora área econômica considere uma oportunidade para acelerar a convergência do Brasil com padrões internacionais, conselho é contrário a alteração do que já foi fixado deste ano até 2020/

TCU vai ‘segurar’ decisão sobre decreto dos portos. Tribunal deve esperar conclusão do inquérito que investiga relação entre Temer e setor para se manifestar/

PT fez força-tarefa no STF antes do julgamento do habeas corpus de Lula. Luiz Marinho, Gilberto Carvalho e Jaques Wagner tiveram encontros com ministros do Supremo para discutir pedido do ex-presidente/

Editorial: Decisões confusas do STF criam insegurança jurídica. O direito precisa de estabilidade e previsibilidade, assim como a democracia, e esses pilares estão ruindo.

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.