Segurança pública, Justiça, educação e economia são os destaques das manchetes

SINOPSE DE 20 DE MARÇO DE 2018 JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Verba para intervenção não dá nem para quitar dívidas. Braga Netto pede R$ 3,1

SINOPSE DE 20 DE MARÇO DE 2018

JORNAIS:
Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Verba para intervenção não dá nem para quitar dívidas. Braga Netto pede R$ 3,1 bi a Temer, mas presidente libera só R$ 1 bi. Valor encaminhado ao governo inclui pagamento de R$ 1,6 bilhão em despesas de 2016 e 2017 e R$ 1,5 bilhão em gastos deste ano. Polícia e presídios continuam sem recursos para investimentos/
Caso Marielle gera mutirão nas redes. Uma força-tarefa monitora as redes sociais para detectar informações falsas sobre a vereadora, a fim de acionar seus autores. Segundo um analista de opinião pública digital, nunca houve uma reação tão forte em defesa de alguém/
Região Metropolitana registra 29 tiroteios, 8 mortos e 11 feridos em apenas um dia. Bala perdida mata despachante de ônibus na Central. Na Baixada, homem e menina de 14 anos morrem/
Brasil tem um político executado por mês, revela levantamento. Desde o início do ano passado, 15 vereadores e prefeitos foram mortos/
Bernardo Mello Franco: A segunda morte de Marielle Franco, Marielle Franco morreu pela primeira vez na noite de quartafeira, baleada por criminosos que desejavam silenciá-la. Voltou a morrer na manhã seguinte, alvejada pela metralhadora de acusações falsas da internet. A vereadora se tornou a nova vítima dos assassinatos de reputação/
Gilmar manda repetir audiências de operação sobre transportes no Rio. Bretas diz que processo que investiga propina a políticos volta ao zero/
Merval Pereira: Tentativa e erro. O estranho caso das Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) 43 e 44 que querem rever a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possibilidade de prisão após decisão da segunda instância judicial revela bem as manobras de bastidores que, alegando tratarem de questões genéricas, objetivam realmente impedir que o ex-presidente Lula vá preso/
União lança pacote de concessões de R$ 10 bi. TCU avalia regras para a troca de prédios públicos por privados. O governo ampliou a lista de concessões de infraestrutura, incluindo ativos menos polêmicos e mais atrativos para o mercado. O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) agora inclui 24 lotes de linhas de transmissão de energia e mais sete terminais portuários. O investimento chega a R$ 10 bilhões/
Pressão no STF sobre 2ª instância. Celso de Mello pede reunião de emergência; Gilmar critica Cármen Lúcia por não pautar ações/
Bispo é preso em Goiás por desvios. Esquema em Goiás tinha participação de padres; montante chega a R$ 3 milhões. Caifás. Dom José é preso em operação que investigou desvio de doações. O bispo de Formosa (GO), dom José Ronaldo, quatro padres e um monsenhor foram presos, acusados de desviar mais de R$ 2 milhões de doações, dízimos e taxas de batismos e casamentos. Denúncias de fiéis apontavam roubos desde 2015/
Saúde importará remédio sem aval. Justiça autoriza governo a importar remédios para doenças raras sem certificado da Anvisa. Economia. Para reduzir custo, governo escolheu fabricante sem registro; Aldurazyme, Fabrazyme e Miozyme são usados para tratar doenças como mucopolissacaridose. A Justiça autorizou o governo a importar remédios para doenças raras que não têm o certificado da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A Anvisa argumentou que não tem como avaliar a segurança dos produtos e vai recorrer contra a medida.
Nível dos reservatórios do Nordeste é considerado crítico. Segundo agência, é o menor volume de água da série histórica/
Mineradora admite irregularidade no Pará. Norueguesa Hydro reconheceu descarte de água não tratada em rio/
Editorial1: Descabidas pressões em torno da prisão de Lula. O julgamento de um último recurso pelo TRF-4, de Porto Alegre, deve definir o encarceramento do ex-presidente, mas pressiona-se o Supremo para que ele se apequene/
Editorial2: Caso Marielle evidencia descontrole de arsenais. Cápsulas roubadas ou desviadas de um lote comprado pela Polícia Federal ainda estão circulando, nas mãos de criminosos, tirando a vida de pessoas inocentes.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Sob pressão, STF debate prisão em segunda instância. Julgamento interessa ao ex-presidente Lula e a outros políticos; Cármen Lúcia marca reunião para hoje. Pressionada a pautar a reanálise da possibilidade de prisão após condenação em segunda instância, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, fará reunião hoje com os colegas da Corte para debater o tema. O pedido para o encontro teria partido do decano Celso de Mello. O julgamento definitivo de ações que discutem o tema interessa, em um primeiro momento, ao ex-presidente Lula, condenado a 12 anos e 1 mês de prisão no caso do triplex, mas também a diversos outros políticos. Ontem, o ministro Gilmar Mendes criticou o fato de o julgamento do habeas corpus apresentado pela defesa do petista não ter sido pautado na Corte. Sorteado relator de um recurso coletivo que pedia a libertação de todos os condenados em segunda instância no País, porém, ele negou o pedido. O entendimento atual do STF, definido por 6 votos a 5, é pela prisão após condenação em segundo grau, mas ministros indicaram que podem mudar o voto/
Eliane Cantanhêde: Quanto mais o cerco se fecha em torno do ex-presidente Lula, mais as pressões e as divergências internas aumentam no Supremo/
Caixa planeja reter lucro de R$ 10 bi para empréstimos. A Caixa quer usar o lucro do ano passado, que deve ser histórico e superar R$ 10 bilhões, para voltar a ter protagonismo no mercado de crédito. Por lei, o banco tem de transferir 25% do resultado para o Tesouro, que deve abrir mão do montante em prol da instituição. O presidente da Caixa, Gilberto Occhi, disse ontem que o banco terá R$ 82,1 bilhões para o setor imobiliário. Em 2017, foram R$ 80,9 bilhões. Os resultados do ano passado serão divulgados nos próximos dias/
Segurança do Rio tem déficit de R$ 3,1 bi. O interventor na segurança do Rio, general Walter Braga Netto, disse ontem a deputados que a área tem déficit de R$ 3,1 bilhões. Desse total, R$ 600 milhões seriam necessários somente para quitar dívidas já existentes e R$ 1 bilhão para despesa com pessoal. O governo federal, no entanto, prevê liberar R$ 1 bilhão para as ações/
Com prejuízo, Correios bancam squash/
Trump quer pena de morte para traficante. Para tentar conter a epidemia de mortes por overdose nos EUA, o presidente Donald Trump defendeu ontem a pena capital para narcotraficantes. País tem 64 mil dessas mortes por ano, a maioria por consumo de opioides. As penas hoje são de até 20 anos de cadeia para pequenos traficantes e prisão perpétua para casos graves/
Ana Carla Abrão: Estabilidade no serviço público não pode mais significar proteção indiscriminada disfarçada de direito adquirido/
Afonso Celso Pastore: Entre 1980 e 2016, a nossa renda per capita passou de pouco mais de 40% da dos EUA para perto de 25%/
Editorial1: Sem casuísmos. O País precisa do STF ocupado com outros temas, muito mais prioritários. Que os ministros da Suprema Corte deixem a lei valer também para o sr. Lula da Silva/
Editorial2: Segue a retomada. A economia avança mais velozmente que em 2017 e novos dados fortalecem previsão de crescer a 3% em 2018/
Editorial3: Regras para telemarketing. Empresas que utilizam esse meio para vender seus produtos ou serviços infernizam a vida de pessoas que elas querem transformar a todo custo em clientes.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Temer quer liberar até 40% do ensino médio a distância. Aprovada em 2017, reforma da etapa prevê regulamentação de aulas online; especialistas veem riscos de precarização. O governo Temer (MDB) quer permitir que até 40% da carga horária total do ensino médio regular seja realizada a distância. O percentual chegaria a 100% para alunos do EJA (programa de educação para jovens e adultos). Especialistas, porém, temem a precarização do ensino médio nas redes públicas, que concentram 88% das matrículas da etapa. No ensino superior, as restrições ao Fies (financiamento estudantil) e a explosão no número de faculdades de ensino a distância deflagraram uma guerra tarifária entre universidades privadas. Há casos em que as mensalidades chegam a R$ 50. A oferta de cursos mais que dobrou em um ano e chegou a 2.774 em 2017, diz consultoria/
Doria não tem palavra e trai o eleitor ao deixar prefeitura de SP. Prestes a assumir o cargo de governador de São Paulo, o vice Márcio França (PSB) disse à Folha que quer tentar a reeleição e que seu possível adversário, o prefeito João Doria (PSDB), não tem palavra. Geraldo Alckmin deixará o cargo em abril para concorrer à Presidência. Ex-aliados, os dois já haviam trocado farpas. Doria disse que não cabe a França julgar sua saída/
Exército vai sair de favela laboratório para ação no Rio. O Exército decidiu desocupar a Vila Kennedy, na zona oeste do Rio. A comunidade havia sido escolhida como laboratório da intervenção na segurança do Rio, iniciada há um mês. No período, não houve apreensão expressiva de drogas e nem prisão de chefes do tráfico/
Desembargadora que ligou Marielle ao tráfico não se arrepende, mas diz que foi precipitada. Em rede social, magistrada afirmou que vereadora era ‘engajada com bandidos’/
Nabil Bonduki: Extermínios no Brasil profundo precisam ganhar visibilidade e gerar reações. Dois dias antes da morte de Marielle, diretor de associação foi morto a tiros em Barcarena (PA)/
Hélio Schwartsman: Camarada Barros. Ministro da Saúde parece seguir Mao ao aumentar a lista das pseudomedicinas custeadas pelo SUS/
Joel Pinheiro da Fonseca: Morte por motivo político de representante eleito tem consequências mais sérias do que crime comum. Assassinato de Marielle Franco calou fundo em todo o Brasil, independente da ideologia
Verde e Amarelo. Manifestantes usaram máquinas agrícolas para impedir a entrada da caravana do ex-presidente Lula em universidade de Bagé (RS); petista chamou opositores de fascistas no primeiro discurso do trajeto pelo Sul/
STF se reúne para discutir prisão após condenação em 2ª instância. A reunião foi marcada a pedido do ministro decano, Celso de Mello/
Supremo não julgar habeas corpus é grave, diz Gilmar Mendes. Ministro do STF criticou andamento de pedido do ex-presidente Lula na corte/
Escândalo de dados faz Facebook perder US$ 3 7bi na Bolsa. As ações do Facebook caíram 6,8% em meio a escândalo sobre uso indevido de dados para favorecer Trump nos EUA. A empresa perdeu US$ 36,7 bilhões em valor de mercado. AlexStamos, responsável por assuntos de segurança, deixará o cargo/
Carro autônomo da Uber atropela e mata pedestre. Uma mulher morreu após ser atropelada por um carro autônomo da Uber no Arizona, nos Estados Unidos. Havia mn motorista no volante. É a primeira morte de um pedestre causada por veículo do tipo. A Uber disse que suspendeu os testes nos EUA e no Canadá/
Iniciada há 15 anos, Guerra do Iraque tem apoio reduzido. Deflagrada há 15 anos, em 20 de março de 2003, a Guerra do Iraque sofre rejeição cada vez maior da população americana. Hoje, 43% apoiam o uso de força militar no país, contra 71% no ano de início da invasão/
Trump quer pena de morte para grande traficante nos EUA/
Vermelho. Em Moscou, manifestantes de extrema esquerda protestam após reeleição de Vladimir Putin; organização europeia afirmou que não houve escolha real no pleito/
Editorial1: Feudo tucano. PSDB escolhe Doria para a disputa do sétimo mandato consecutivo da sigla em São Paulo/
Editorial2: A conquista dos juros. Se confirmadas as expectativas, redução levará os juros básicos à nova mínima histórica/

Manchete e submanchete do jornal Valor Econômico: Rigor de reguladores eleva ‘multa’ em fusão e aquisição. Decisões do governo que alteram condições de mercado e o endurecimento das exigências dos órgãos reguladores têm estimulado a fixação de taxas de insucesso ou multas por desistência nas operações de fusão ou aquisição de grandes empresas/
IBC-Br negativo lança dúvidas sobre retomada. A economia iniciou o ano em marcha lenta e os analistas começam a rever suas estimativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre. Após a queda em janeiro de 0,56% do IBC-Br em relação a fevereiro, o crescimento de 3%, antes previsível, ficou mais difícil de ser alcançado/
Supremo busca saída para o ‘caso Lula’. O STF se reúne hoje para decidir se vai rediscutir a regra que leva à prisão os condenados em segunda instância. A rediscussão pode ocorrer antes da possível prisão do ex-presidente Lula/
Vazamento custa US$ 36 bi ao Facebook. O Facebook perdeu ontem US$ 36,7 bilhões em valor de mercado, atingido por informação de que dados de 50 milhões de usuários da rede social foram coletados, sem autorização, por um aplicativo da empresa britânica Cambridge Analytica. Ontem, a ação da empresa na Nasdaq caiu 6,77%/
Alesat negocia venda de seus postos à Vitol, da Holanda. A Alesat, distribuidora de combustíveis dona da rede de postos Ale, negocia a venda de sua operação para o grupo holandês Vitol. Três fontes ouvidas pelo Valor disseram que a negociação envolve a participação total dos acionistas – o fundo Darby, o grupo mineiro Asamar e o empresário Marcelo Alecrim/
Estatais federais lucraram R$ 14 bi no ano passado. O lucro líquido das empresas estatais federais no ano passado mais do que triplicou em relação aos R$ 4,596 bilhões de 2016. A redução do prejuízo da Petrobras e os bons resultados de Banco do Brasil, BNDESPar e Caixa Econômica Federal foram os principais responsáveis por esse desempenho/
PF quer barrar armas do corredor EUA-Paraguai. A Polícia Federal quer que os Estados Unidos adotem medidas para dificultar o acesso de criminosos brasileiros a armas. O alvo são armamentos adquiridos legalmente em solo americano e depois contrabandeados para o Brasil e outros países da América Latina/
Judiciário Reunião no STF debate saída para 2ª instância. Encontro será no gabinete de Cármen Lúcia e pode estabelecer solução que afete destino de Lula. “Temos errado muito”, diz Gilmar sobre Supremo/
Ruralistas hostilizam Lula em Bagé/
Meirelles quer sair mas pode ficar. Se deixar o cargo, ministro vai disputar com Temer/
Temer anuncia valor considerado insuficiente para custear intervenção. A parlamentares, interventor federal estimou que montante necessário é de pelo menos R$ 1,5 bilhão/
Dodge indica procuradores para caso Marielle/
Ministro articula ‘jabuti’ para liberar jogo. A pedido de Marx Beltrão, relator Paulo Azi inclui legalização de cassinos em projeto que trata de capital estrangeiro em companhias aéreas. Legislativo tem projetos com baixa chance de aprovação/
Bancada ruralista tende a se dispersar. Parlamentares ligados ao agronegócio dividem-se entre Alckmin, Maia, Alvaro Dias e Bolsonaro/
Editorial: Pressão por resultados no Rio cresce com morte de Marielle. Sem a articulação estreita entre União, Estados e municípios, que hoje competem entre si ou são omissos, não será possível ser vitorioso nesta luta contra a violência.

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