Sessão do Impeachment: 67 senadores estão inscritos

Previsão é de os trabalhos no plenário sigam até as 04hs da manhã dessa quinta-feira, 12.

Até o fim da sessão do Senado de ontem, terça-feira (10), 67 senadores haviam se inscrito para discursar na sessão de hoje, quarta-feira (11), que vai decidir sobre a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A previsão é que cada parlamentar fale por 15 minutos, com cada um tendo dez minutos para discutir e mais cinco minutos para encaminhar o voto.

Com isso, a expectativa é que sejam aproximadamente 17 horas apenas com as falas dos parlamentares, fora eventuais atrasos e o tempo destinado ao relator da Comissão Especial, Antonio Anastasia (PSDB-MG), e ao advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que soma 30 minutos.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, também informou como será o rito de votação nesta quarta-feira. Renan disse que advertiu os senadores sobre a impossibilidade de eles falarem mais do que o tempo determinado, pois os microfones das duas tribunas desligarão automaticamente ao final dos 15 minutos.

Abertura da sessão

A sessão está marcada para começar às 9h e será dividida em três blocos: um de 9h às 12h, outro de 13h às 18h e um terceiro que começará às 19h e que vai até acabar a sessão. Ao final das inscrições, o relator da Comissão Especial, Antonio Anastasia (PSDB-MG), usará a palavra por 15 minutos.  Em seguida, falará o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que defende Dilma, também por 15 minutos.

Com as duas horas de intervalo, a previsão de 17 horas com as falas dos senadores até agora inscritos, do relator da comissão especial e do advogado-geral da União, a sessão para análise da admissibilidade do impeachment no Plenário do Senado pode ir até pelo menos 4h da quinta-feira (12).

Votação

O quórum mínimo para votação é de 41 dos 81 senadores (maioria absoluta). Será possível votar sim, não ou abstenção. Após a conclusão da votação, será divulgado como cada parlamentar votou. Para que o parecer seja aprovado, é necessário voto da maioria simples dos senadores presentes – metade mais um.  O presidente do Senado só vota em caso de empate.

FONTE: Agência Brasil

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