Economia e eleições 2018 são os temas das principais manchetes de jornais

Edição: Sérgio Botêlho  MANCHETES DOS JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Fundos de pensão vão investir R$ 66 bi até 2022. Queda de juros leva entidades a
Primeira Hora – Anexo 6

Edição: Sérgio Botêlho 

MANCHETES DOS JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Fundos de pensão vão investir R$ 66 bi até 2022. Queda de juros leva entidades a diversificar para garantir benefícios. Ajuste nas carteiras ocorre no momento em que o país tem a menor taxa de investimento da história. Com os juros no menor patamar já registrado no país, os fundos de pensão, que representam 12,5% do PIB, terão que buscar investimentos mais rentáveis, e mais arriscados, para garantir os benefícios de seus participantes, como o mercado de ações. O país tem hoje a menor taxa de investimento de sua história. Um grupo de 250 entidades de pequeno e médio porte, que tem cerca de 70% do patrimônio em títulos públicos, deve realocar R$ 66,5 bilhões até 2022. O impacto na economia deve ser ainda maior, já que os grandes fundos de estatais não entraram nessa conta/

Apostas já movem bilhões de reais no país. Diante do potencial econômico de uma atividade considerada clandestina, mas que hoje movimenta R$ 20 bilhões por ano, cresce o debate no Congresso para regulamentar o jogo. A proposta para legalizar cassinos em resorts é a que está mais próxima de ser votada/

Facebook suspende consultora eleitoral. O Facebook suspendeu a Cambridge Analytica por colher ilegalmente informações de mais de 50 milhões de usuários, e que seriam usadas mais tarde na campanha de Donald Trump/

De onde vêm as Marielles. Curso pré-vestibular da Maré, onde estudou a vereadora, vem transformando a comunidade e a vida de seus moradores. Criado há 20 anos, o curso pré-vestibular da Maré já levou às universidades 1.600 estudantes. Marielle Franco, morta na quarta passada, é a mais conhecida deles. Nos agradecimentos de sua dissertação de mestrado, ela cita o “bonde de intelectuais da favela”. O curso transformou a vida da mestre em psicologia Elisangela Ribeiro, filha de um motorista e uma doméstica que foi a primeira pessoa da família a ingressar no ensino superior/

De Joinville para o Brasil, ‘caixeiros’ desafiam a polícia. Ladrões roubam bancos com técnica industrial, sem uso de explosivos/

Com queda de juros, fundos de pensão investirão R$ 66 bi a mais em aplicações de risco. Para especialistas, recursos podem ajudar a impulsionar taxa de investimento do país/

Ato eleitoral de Romário gera embaraço a aliados. Senador do Podemos lança pré-candidatura ao governo do Rio e evita falar sobre ocultação de patrimônio/

Lauro Jardim: O lanche… Os 513 deputados federais e 81 senadores receberam, entre 2015 e 2017, uma média de R$ 7,4 mil por ano a título de verba para alimentação, de acordo com um levantamento inédito do Ranking dos Políticos, portal que acompanha as despesas de congressistas. Já cada aluno dos ensinos fundamental e médio da rede pública ganhou em merenda escolar o equivalente a R$ 394 por ano no mesmo período/

Merval Pereira: Assassinato de Marielle exacerba radicalismos/Ascânio Seleme: Temos culpa pelo avanço dos maus políticos/Dorrit Harazim: País deve a Marielle votar com zelo para vereador/Elio Gaspari: Execução é recado da bandidagem a Braga Netto/Bernardo Mello Franco: Marielle temia mais violência policial com intervenção/

Cacá Diegues: Vereadora é heroína ao lado de Zumbi e Chico Mendes/

Editorial: Sem a reforma, governadores padecem com Previdência. Frustrada a tentativa de aprovar uma reforma da Previdência com Michel Temer, o assunto foi engavetado à espera do novo governo. Enquanto isso, a questão evolui, e para pior. Há, é certo, uma tendência definida de retomada do crescimento econômico, que já se reflete no aumento da arrecadação. Mas não se pode deixar enganar: o desequilíbrio estrutural do sistema é tão sério que a melhoria na arrecadação tributária pode apenas adiar a debacle inexorável.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Temer decide disputar a reeleição e avisa aliados. Presidente afirmou a interlocutores estar disposto a defender legado na campanha e buscar novo mandato. O presidente Michel Temer afirmou a pelo menos três interlocutores estar decidido a buscar em outubro um novo mandato, informa o BR18, novo site de notícias do Grupo Estado com foco na eleição. Apesar da elevada rejeição apontada nas pesquisas, Temer entende que ninguém melhor do que ele será capaz de defender seu legado. Assessores entusiastas da reeleição avaliam que a recuperação da economia e outras medidas que o governo pretende adotar até o final deste atual mandato podem alavancar seus índices de aprovação. A tendência dentro do Planalto é de que essa decisão por enquanto não seja anunciada em caráter oficial porque, conforme a legislação, o presidente pode concorrer à reeleição sem ser obrigado a deixar o cargo em abril, como acontece, por exemplo, com governadores e ministros. Com isso, evita também a politização das futuras ações de seu governo/

Decisão afeta ministro. Principal afetado pela decisão de Temer de concorrer à reeleição, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reafirmou ontem que baterá o martelo sobre entrar ou não na disputa até abril, prazo final para deixar o cargo/

Entrevista com Persio Arida. Coordenador do programa econômico de Geraldo Alckmin, Persio Arida diz a David Friedlander e Renata Agostini que, se eleito, o tucano vai tocar no primeiro ano de governo um pacote de reformas do Estado, da Previdência e tributária e conclui: “Não faz sentido dar benefícios fiscais para os mais ricos”/

País soma 182 ativistas e políticos mortos em cinco anos. Os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes refletem um aumento nos ataques a políticos e ativistas sociais no País. Só em 2018, já foram mortas 12 pessoas por crime de mando, o dobro do registrado no mesmo período de 2017. Em cinco anos, já são 182 mortes/

Bilhete aéreo não cai com mala cobrada/

Petista revê posição em impeachment de Collor. Após enfrentar o impeachment de Dilma Rousseff e com a proximidade de o ex-presidente Lula ser preso, petistas estão revendo suas posições. Um dos pioneiros do partido, o senador Paulo Paim (RS), diz que hoje “pensaria dez vezes antes de votar” pela cassação de Fernando Collor. O mea-culpa foi feito em aparte a discurso do colega no Senado. “Dou este depoimento por questão de justiça. Votei pelo impeachment, mas a única coisa que fica na cabeça é a tal caminhonete Elba.” Collor emenda: “Uma carroça”. “Uma carroça”, concorda Paim/

Prévias do PSDB sob troca de acusações. Sigla pode definir hoje candidato ao governo; Doria é favorito e Alckmin se mantém neutro/

Eliane Cantanhêde: Solução para acabar com prisão após condenação em segunda instância é sofisticada/

Rivalidade entre China e EUA define futuro da Ásia. À medida que os chineses crescem e se tornam mais poderosos, diminui a hegemonia dos americanos em partes do continente/

Editorial1: Petrobrás em faxina e reforma. Mais que a faxina, indispensável para a remoção do lixo do petismo, um enorme trabalho de reforma e reconstrução vem sendo feito pela direção da Petrobrás/

Editorial2: Lula e a História. Ao contrário do que aposta Lula, condenado por corrupção, a História não perdoa.

Editorial3: Reformas para o crescimento. É consenso que, para avançar no caminho do desenvolvimento econômico e social, o País precisa realizar reformas estruturais. Um recente estudo do Banco Mundial sobre o Brasil – Emprego e Crescimento: A Agenda da Produtividade – pode ser muito útil na identificação dos atuais gargalos do crescimento da renda e do emprego no País. “No cerne da produtividade baixa e estagnada do Brasil existe um sistema econômico que desestimula a concorrência e incentiva a ineficiência e a alocação inadequada de recursos”, diz o estudo.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Banco e cervejaria recebem maiores descontos no Refis. Condições vantajosas do programa levaram empresas a fazer empréstimos para negociar dívidas com governo. Bancos e cervejarias que aderiram ao Refis, programa de parcelamento de dívidas tributárias,negociaram descontos que ultrapassaram 50% do montante devido ao governo federal. Há casos similares em grandes empresas de outros setores, como a Braskem e a Volkswagen. A Folha obteve a listadas maiores adesões via Lei de Acesso à Informação. Os dados são públicos pois se referem à Dívida Ativa da União. Lançado no início do ano passado, o Refis foi aprovado pelo Congresso com condições mais vantajosas do que pretendia o governo. O setor bancário concentrou os maiores descontos. Itaú, Safra, Santander e Rural abateram mais da metade de suas dívidas. No ramo de bebidas, que sofreu com a retração do consumo na recessão, a opção foi parcelar o débito em mais prestações — até 145. “Atendi empresas que preferiram tomar empréstimo para aderir”, afirma o advogado Edison Fernandes, que é ex-conselheiro do Carf. A renegociação é um meio de encerrar longas disputas com o fisco, diz em empresas que optaram pelo programa – Com o Refis, o governo federal renunciou a pelo menos R$ 11,7 bilhões/

Em 1ª aparição, interventor cala sobre Marielle. Em sua primeira aparição pública após o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), o interventor na segurança do Rio, general Walter Souza Braga Netto, não falou sobre o assunto. O Exército tem usado a Vila Kennedy como laboratório de ação em favelas, mas o avanço é limitado. A Folha encontrou pontos de venda de drogas em áreas já patrulhadas/

Governo revoga exigência de curso e exame teórico para renovar CNH/

‘Democracia na Venezuela precisa ser restaurada’. Entrevista com Juan Manuel Santos. O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, disse à Folha que o ditador Nicolás Maduro deve reconhecer a crise venezuelana e aceitar ajuda humanitária. Para Santos, o Brasil é um aliado nas negociações de paz em seu país. Ele, que deixará o governo em agosto, chega a Brasília na noite desta segunda (19)/

Dráuzio Varella: Prevenção no SUS deveria priorizar saúde da família/

Bruno Boghossian: Alckmin supera impasse em SP, mas enfrenta equilíbrio instável. Episódio revela desafio do tucano para montar palanques fortes em sua campanha/

Sem garantia do MDB, Meirelles busca outros partidos para projeto presidencial. Percebeu que, se entrar no MDB, terá que esperar meses para saber se será o candidato do partido, ou se o presidente Michel Temer concorrerá à reeleição. Na próxima semana, ele iniciará conversas com quatro legendas menores para avaliar suas chances. Poderia entrar em campanha mais cedo, mas dificilmente teria uma estrutura sólida como a oferecida pelos emedebistas/

Claudia Trindade, Daniela Fichino, Gabriela Buscácio e Lia Rocha: Enterraram uma semente. Mataram Marielle, nossa amiga, porque não suportaram uma negra, favelada e feminista enfrentando os poderosos do Rio; mas não nos calarão/

Delegado teme interferência do governo na Polícia Federal. Presidente de associação da PF diz que há risco de combate à corrupção ser enfraquecido/

Vinicius Torres Freire: Viagem pelo Rio das mortes. Jornalista zanza pelo Rio sob intervenção e não vê nenhuma patrulha/

Sentir um perfume agradável ou ter aula de arte faz bem para qualquer mortal. Mas dizer que assim evitaremos doenças, internações e cirurgias é desonestidade intelectual, é abusar da credulidade humana/

Editorial1: A democracia de Putin. Em eleição pouco competitiva, presidente russo deve obter seu quarto mandato neste domingo/

Editorial2: Quatro anos. Iniciada a partir do monitoramento de doleiros no Paraná, a Operação Lava Jato comemorou seu quarto aniversário.

Manchete do jornal Correio Braziliense: Entrevista. Rodrigo Maia. “Nas minhas pesquisas, Ciro está no segundo turno, mas Bolsonaro, não” s poucos mais de 1% de intenção de votos que apresenta nas pesquisas recentes são insuficientes para abalar a autoestima do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Lançado como pré-candidato do partido ao Planalto, Maia assegura que vai disputar a eleição de outubro, não havendo hipótese de, lá na frente, abrir mão do posto para negociar apoio à outra candidatura. “Pode gravar, sou candidato a presidente. Eu quero, respeitando certos erros do passado, representar o que a sociedade brasileira quer, a mudança”/

Rio permanece sob onda de violência. Setenta e duas horas após o assassinato da vereadora Marielle Franco, a violência não parou no Rio. O dia de ontem foi marcado por novas tensões. À tarde, houve intensa troca de tiros na Rocinha, Zona Sul da capital, nas localidades do Valão e Roupa Suja. Segundo moradores, a comunidade ficou sem luz, porque um transformador foi atingido. Um vídeo circulou nas redes sociais mostrando o barulho do tiroteio. A estrada Lagoa-Barra ficou fechada por 30 minutos/

Denise Rothenburg: Apesar de a legislação eleitoral definir as regras para a distribuição do fundo de financiamento de campanha e tempo de tevê, os partidos que preveem aumento expressivo de suas bancadas aguardam 7 de abril, fim do período de troca-troca partidário, para entrar na Justiça atrás de mais recursos e uns minutinhos extras na telinha.

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