Vices da Caixa e avanço da febre amarela são os destaques do noticiário

Edição: Sérgio Botêlho “País reduziu em 33% verba para prevenir epidemias. Em 2017, repasses a estados e municípios totalizaram R$ 20 milhões”, diz a manchete de O Globo. “Área

Edição: Sérgio Botêlho

“País reduziu em 33% verba para prevenir epidemias. Em 2017, repasses a estados e municípios totalizaram R$ 20 milhões”, diz a manchete de O Globo. “Área econômica quer barrar socorro do FGTS à Caixa. Crise envolvendo executivos afastados do banco dificulta operação de socorro com dinheiro dos trabalhadores”, conta a manchete do Estadão. “Temer passa para a Caixa decisão sobre vices afastados. Conselho do banco deve destituir os 4 executivos suspeitos de corrupção”, informa a manchete da Folha.

As manchetes traduzem dois dos temas mais repetidos em jornais e portais nesta quinta-feira, 18: a questão da Caixa, com o afastamento de 4 vice-presidentes e a necessidade de aporte financeiro à instituição, em forma de recursos do FGTS; o outro é o problema do avanço da febre amarela, expressa na manchete de O Globo, revelando a redução da verba para prevenir epidemias. Outros dois temas realçadas pela mídia são os acontecimentos em torno do julgamento de Lula e os recordes obtidos pela Bolsa de São Paulo.

A equipe econômica avalia que, com a crise na Caixa, será difícil obter o aval do TCU para o empréstimo de R$ 15 bilhões do FGTS ao banco, o que afetará o crédito imobiliário/Editorial de O Globo: Temer foi leniente com a Caixa Econômica/Políticos querem os cargos e partidos já analisam novos nomes para substituir os vice-presidentes afastados/O governo Temer postergava a entrada em vigor do texto para evitar trocas na cúpula da Caixa e não irritar os partidos aliados/Análise: Autopreservação fez Temer resistir/Base critica demora de Temer em afastar vice-presidentes da Caixa/Crise na Caixa dificulta votação da Previdência e verba do FGTS/Meirelles diz que todos os vices da Caixa passarão por avaliação técnica no conselho/Eduardo Cunha nega indicações na Caixa e credita a indicação de Antônio Carlos Ferreira, responsável pela área Corporativa da Caixa, à senadora Rose de Freitas (MDB-ES)/’Cunha nomeou todo o governo Temer’, diz Renan no Twitter.

Bolsa bate recorde e sobe 6% no ano/Investimento estrangeiro faz Bolsa passar dos 81 mil pontos/Analistas consideram problemas fiscais preocupantes mas que o mercado já havia antecipado essas dificuldades/‘Recordes da Bolsa estão longe de ser uma bolha’/Mônica de Bolle: ‘Não consigo ficar animada com o que estou vendo’/Governo está conversando com bancos sobre cheque especial, diz Meirelles.

PGR pede manutenção da prisão de Picciani.

Editorial da Folha: Falhas dificultam combate à febre amarela/Editorial do Estadão: Febre amarela é emergência já que os números da doença não deixam dúvida sobre a gravidade da situação/Ministério propõe antecipar vacinação fracionada da febre amarela no Rio.

Juiz rejeita pedido e Maluf fica na Papuda/Justiça reitera posição a favor de deportação de Battisti.

Editorial do Estadão: Para sorte do País, a ameaça de Gleisi Hoffmann apenas simboliza o desvario que tomou conta dos petistas desde que seu grande líder foi flagrado com a boca na botija/Advogados de Lula recorrerão a fala de Moro em julgamento.

MANCHETES DOS JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo:  País reduziu em 33% verba para prevenir epidemias. Em 2017, repasses a estados e municípios totalizaram R$ 20 milhões. Rio resiste à proposta do Ministério da Saúde de antecipação da campanha de vacinação/MPF quer transferir Cabral para Curitiba. Privilégios a ex-governador na cadeia geram ação. Em atuação conjunta dos ministérios públicos do Estado do Rio e Federal, o ex-governador Sérgio Cabral e o secretário de Administração Penitenciária, Erir Ribeiro, foram acusados de improbidade administrativa. Procuradores querem que Cabral deixe a penitenciária de Benfica devido a regalias como acesso a equipamentos de musculação, alimentos indevidos e escolta particular de agentes penitenciários/Crise vai dificultar aporte na Caixa. A equipe econômica avalia que, com a crise na Caixa, será difícil obter o aval do TCU para o empréstimo de R$ 15 bilhões do FGTS ao banco, o que afetará o crédito imobiliário. A saída dos vice-presidentes da Caixa deve reduzir o apoio à reforma da Previdência/Bolsa bate recorde e sobe 6% no ano. Com o otimismo nos mercados globais, a Bolsa brasileira superou 81 mil pontos, novo recorde. No ano, a alta já chega a 6,3%, influenciada também pela perspectiva de condenação do ex-presidente Lula/Notas do Enem saem hoje. Resultados estarão disponíveis a partir das 11h na página do participante. Notas serão usadas para inscrição no Sisu, que começa no próximo dia 29/Editorial: Temer foi leniente com a Caixa Econômica. Presidente rejeita pedido do MP para afastar vice-presidentes, o BC alerta sobre efeitos da corrupção no banco, e assim surge mais um incêndio para o governo apagar/Editorial: Falhas dificultam combate à febre amarela. Com a redução do número de casos, tanto a população quanto os governos se desmobilizaram. No Rio, apenas 40% de um total de 14 milhões foram vacinados.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Área econômica quer barrar socorro do FGTS à Caixa. Crise envolvendo executivos afastados do banco dificulta operação de socorro com dinheiro dos trabalhadores. Integrantes da equipe econômica do governo avaliam que o afastamento de quatro vice-presidentes da Caixa por suspeita de corrupção e irregularidades inviabilizou o socorro de R$ 15 bilhões ao banco com recursos do FGTS. A operação de capitalização, necessária para enquadrar a Caixa nas regras internacionais de segurança bancária, já sofria resistências do Ministério da Fazenda. A equipe econômica terá de enfrentar, no entanto, a pressão da ala política do governo, que defende o reforço da concessão de crédito em ano eleitoral. A crise de gestão se agravou depois que o presidente Michel Temer foi forçado a afastar os vice-presidentes. O entendimento é de que ficará difícil para o governo sustentar uma capitalização com dinheiro dos trabalhadores. Se não houver recurso do FGTS, a equipe econômica estuda alternativas para reforçar o capital da Caixa/Políticos querem os cargos. Partidos já analisam novos nomes para substituir os vice-presidentes afastados da Caixa pelo presidente Michel Temer. Em alguns casos, não descartam até mesmo indicar o mesmo executivo que foi afastado/Investimento estrangeiro faz Bolsa passar dos 81 mil pontos. O grande fluxo de investimentos estrangeiros e o bom momento dos mercados internacionais fizeram o Ibovespa encerrar o dia com 81.189 pontos, um recorde. Na opinião de analistas, há um reconhecimento de que os problemas fiscais do Brasil são preocupantes e de que a conta deve ficar para o próximo presidente, mas o mercado já havia antecipado essas dificuldades e aposta que ainda há espaço para valorização. O dólar teve queda de 0,42% e fechou em R$ 3,2136/Temer quer frente anti-Lula nos ministérios. O presidente Michel Temer quer aproveitar a reforma ministerial, em março, para construir uma aliança política de centro para a sucessão no Planalto. Mirando no tempo de TV do horário eleitoral, ele vai condicionar a manutenção dos partidos nos ministérios ao apoio a candidato que tenha aval do governo e seja o anti-Lula/Febre amarela: à caça da vacina. Maioria dos casos de febre amarela de São Paulo ocorreu em cidades consideradas pelo Ministério da Saúde sem risco para a doença. Dos 40 registros, desde janeiro de 2017, 31 estão em áreas sem recomendação de vacina. No Rio, Fundação Oswaldo Cruz prepara estoque (foto). Na capital paulista, governo pede ‘calma’ à população/Juiz rejeita pedido e Maluf fica na Papuda/Celso Ming: Uma das surpresas globais com que especialistas não contavam é o novo rali do petróleo/Editorial: O desvario do PT. Para sorte do País, a ameaça de Gleisi Hoffmann apenas simboliza o desvario que tomou conta dos petistas desde que seu grande líder foi flagrado com a boca na botija/Editorial: Febre amarela é emergência. Os números da doença não deixam dúvida sobre a gravidade da situação.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Temer passa para a Caixa decisão sobre vices afastados. Conselho do banco deve destituir os 4 executivos suspeitos de corrupção. O Conselho de Administração da Caixa deve destituir os quatro vice-presidentes afastados por suspeitas de envolvimento em esquemas de corrupção. Os outros oito vices terão a situação avaliada pelo colegiado. O governo anunciou que aprovará amanhã o novo estatuto da Caixa, que dá ao conselho poderes para nomear e exonerar os executivos. A prerrogativa hoje é do presidente da República. O governo Temer postergava a entrada em vigor do texto para evitar trocas na cúpula da Caixa e não irritar os partidos aliados que indicaram os executivos. Com a recomendação do Banco Central para o afastamento definitivo e o alerta do Ministério Público Federal de que o presidente poderia ser responsabilizado por manter os vices, o Planalto mudou a estratégia. Decidiu agilizar a aprovação do estatuto e transferir o ônus político das exonerações ao conselho da Caixa. Lei sobre as instituições financeiras prevê que diretores de bancos públicos devem ter reputação ilibada, não podendo pesar contra eles notícias de envolvimento em corrupção/Análise: Autopreservação fez Temer resistir, escreve Bruno Boghossian/Fabricante quer antecipar doses da vacina contra a febre amarela. Diante do avanço dos casos de febre amarela, o maior fabricante mundial da vacina, Bio-Manguinhos, busca alternativas para antecipar a produção de doses da imunização , afirma o diretor da instituição, Maurício Zuma. Para ampliar a fabricação, uma das alternativas seria parceria privada, ainda sob análise da Anvisa/Advogados de Lula recorrerão a fala de Moro em julgamento. A defesa do ex-presidente Lula dirá no julgamento em segunda instância, no dia 24, que o juiz Sergio Moro não poderia ter julgado o caso após afirmar que a verba para a reforma do tríplex em Guarujá não tem elo com a Petrobras. O ministro Dias Toffoli, do STF, decidiu que Moro só pode julgar ações relacionadas à estatal/Painel: STF discutirá fim do auxílio-moradia ajuízes em março. A presidente do Supremo, Cármen Lúcia, avisou a dirigentes de associações de magistrados que vai colocar em votação, no início de março, ação que pode acabar com o auxílio-moradia. O benefício é pago desde 2014 a todos os juizes, inclusive aos que têm imóvel onde atuam/Doria lança PPP para construir até 34 mil casas em SP. A gestão Doria (PSDB) lança hoje sua primeira parceria público-privada, para erguer até 34 mil casas para a população de baixa renda. A prefeitura cederá terrenos e a iniciativa privada construirá moradias. Ação similar do governo do Estado teve resultado tímido/Editorial: Fernando Haddad foi indiciado pela Polícia Federal por suspeita de participação num esquema de caixa dois utilizado no financiamento de sua campanha à Prefeitura de São Paulo de 2012. Não é só o PT que se vê enrolado em problemas dessa ordem. Pelo lado dos tucanos, tanto o governador Geraldo Alckmin quanto o senador José Serra tiveram seus nomes mencionados em delações. No caso de Alckmin, o inquérito tramita no STJ e, no de Serra, no STF. Até o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, que insiste em disputar prévias com Alckmin, tem contra si um inquérito relacionado a propinas da Odebrecht na Justiça Federal. Restaria João Doria, mas o prefeito paulistano parece ter perdido muito do terreno que tinha para reivindicar a candidatura.  Também foram mencionados em delações os nomes dos presidenciáveis Rodrigo Maia (DEM) e Marina Silva (Rede). Jair Bolsonaro (PSC) não fez aparições nas listas da Lava Jato, mas é réu num processo criminal no STF. Responde por incitação ao estupro. Sobra, entre os nomes principais até agora aventados, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD) —ainda que lhe faltem intenções de voto. Apesar de suspeitas pairarem sobre quase todo o universo político, só Lula corre o risco de ficar fora da disputa por causa da Lei da Ficha Limpa.

MANCHETES DOS PORTAIS DE NOTÍCIAS:

Manchete e smbmanchetes da hora de O Globo online: MP pede transferência de Cabral para Curitiba. Para promotores, havia uma ‘rede de serviços e favores’ montada para o ex-governador/Ministros do STF não aparecem em áudios, afirma delegado. Investigação sobre crimes na delação da JBS deve continuar/Petrobras anuncia nova política de reajuste para o gás de cozinha. Aumentos ocorrerão em espaço maior de tempo/Saúde. Ministério propõe antecipar vacinação fracionada da febre amarela no Rio. Secretário estadual é contrário à proposta por considerar que os municípios teriam dificuldades em preparar a logística/Minas tem 15 mortes por febre amarela desde junho de 2017. Especialistas tiram dúvidas sobre febre amarela/Ladrões assaltam casa de câmbio e exigem bitcoin. Bandidos amarraram vítimas e levaram dinheiro e joias da loja de Copacabana/Base critica demora de Temer em afastar vice-presidentes da Caixa. Para eles, presidente não conseguiu evitar crise e, agora, Planalto se preocupa com estragos políticos/Crise na Caixa dificulta votação da Previdência e verba do FGTS. Temer terá menos margem de manobra para negociar apoio de parlamentares/Enquanto vices são afastados, Caixa pede R$ 15 bilhões ao FGTS/Decreto não determina prazo de afastamento dos vices da Caixa. Inicialmente, Planalto havia informado que medida teria duração 15 dias/Meirelles diz que todos os vices da Caixa passarão por avaliação técnica no conselho/Protesto em SP contra aumento de tarifa termina em confusão. Ato terminaria na casa do prefeito João Doria mas trajeto foi alterado/Metroviários de SP decretam greve para esta quinta-feira. Trabalhadores protestam contra privatização de duas linhas/Justiça do DF nega pedido de prisão domiciliar a Maluf. Defesa havia alegado que estado de saúde do ex-deputado é grave.

Manchete e submanchetes da hora do Estadão online: Área econômica do governo quer barrar socorro do FGTS à Caixa. Afastamento de 4 vices dificulta operação que prevê verba de trabalhadores para capitalizar instituição/Executivos afastados após investigação na Caixa podem ser indicados de novo/Partidos dizem que darão continuidade a indicações políticas no banco, mesmo com regras mais rígidas/Coluna do Estadão: Cunha nega influência. Preso em Curitiba, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ) negou que tenha relação com a indicação dos quatro vice-presidentes da Caixa afastados esta semana. Em nota divulgada pelos advogados de Cunha, o emedebista diz que não exercia influência sobre a cúpula do banco e creditou a indicação de Antônio Carlos Ferreira, responsável pela área Corporativa da Caixa, à senadora Rose de Freitas (MDB-ES)/’Cunha nomeou todo o governo Temer’, diz Renan no Twitter/Temer enviou e-mail a vice-presidente, diz auditoria/Maia diz que o Bolsa Família escraviza beneficiários. Nos EUA, presidente da Câmara afirma que pode ser candidato à Presidência se conseguir 7% nas pesquisas/PSB: França será candidato em SP mesmo sem apoio tucano/Bolsonaro destina 60% de emendas a militares/‘Recordes da Bolsa estão longe de ser uma bolha’. Para o coordenador do Centro de Finanças do Insper, pode-se falar em bolha quando a alta não é sustentável/Bolsa supera a marca dos 80 mil pontos. ‘Não consigo ficar animada com o que estou vendo’. Para a colunista do ‘Estado’ e pesquisadora do Peterson Institute, Mônica de Bolle, o Brasil passa por um momento de euforia sem fundamento/PGR pede manutenção da prisão de Picciani/Juiz sugere a Maluf sapato antiderrapante na Papuda/Justiça reitera posição a favor de deportação de Battisti/Governo está conversando com bancos sobre cheque especial, diz Meirelles. Segundo o ministro da Fazenda, não há ainda nenhuma medida definida sobre o assunto/Febraban estuda reduzir custo do cheque especial. BC cobra corte de juros do cheque especial ‘O que importa é custo de crédito mais barato’/Febre Amarela: Procura deixa postos sem vacina e Doria pede calma. Pessoas relatam que fila cresceu depois que OMS pôs SP em mapa de risco; prefeito vê ‘pânico’ da população/Raquel se manifesta contra indulto a Pizzolato. Pedido do ex-diretor do Banco do Brasil condenado no mensalão foi com base em decreto de Temer/Após ataques, papa condena violência de indígenas. Mais de dez igrejas católicas, uma escola e três helicópteros de madeireiras foram incendiados no Chile/Reunião sobre atos no dia do julgamento de Lula termina em impasse. Após encontro com a PM, MBL e CUT não entram em acordo sobre manifestações na Paulista/Economista faz greve de fome em solidariedade a Lula Polícia quer fechar prédios públicos para julgamento.

Manchete e submanchetes da hora da Folha online: STF irá colocar em votação o fim do auxílio-moradia a juízes em março. Aviso agrava troca de acusações nos bastidores do Judiciário, informa a coluna Painel/Greve paralisa estações do metrô em SP; rodízio é suspenso nesta quinta. Só a linha 4-amarela, que liga as estações Luz e Butantã, é privada e vai funcionar normalmente/Saúde. Vacina da febre amarela pode ter a produção antecipada, diz fabricante/Busca por vacina da febre amarela tem fila, desinformação e até brigas. Certificado internacional de vacina demora 3 meses/Estratégia. Lula vai usar ‘contradição’ de Moro em defesa em julgamento no TRF/Mônica Bergamo. MBL de Frota inflará Pixuleko em SP por causa de julgamento de Lula/Evangélicos querem estrela gospel e filho de Bolsonaro para Senado/Para Marco Feliciano, aliança entre igrejas é utopia/Análise:Temer resistiu à realizar ‘faxina’ na Caixa por autopreservação política/Microempreendedores individuais causam rombo no INSS, diz estudo. Deficit acumulado até 2060 será de R$ 608 bi/Ministério pagou Bolsa Atleta de forma irregular para atletas máster. Regras vetam a cessão de benefício à categoria/Igreja. Denúncias de abuso sexual rondam papa Francisco também no Peru. Papa pede paz entre mapuche e o Estado no Chile.

 

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