Violência e economia são os destaques das manchetes dos jornais da grande imprensa

Edição: Sérgio Botêlho MANCHETES DOS JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Polícia Civil do Rio perde capacidade de investigar. Corporação tem mais de 13 mil cargos vagos.

Edição: Sérgio Botêlho

MANCHETES DOS JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Polícia Civil do Rio perde capacidade de investigar. Corporação tem mais de 13 mil cargos vagos. Após cerco das Forças Armadas a quatro favelas, moradores denunciam que suspeitos fugiram de BRT. As Forças Armadas fizeram ontem sua 19ª operação na cidade em sete meses. Dez traficantes que eram os principais alvos conseguiram fugir. Pelas redes sociais, moradores da Cidade de Deus alertaram que suspeitos saíram da favela de ônibus. Enquanto as megaoperações se multiplicam, sem resultados claros, o investimento em inteligência policial está limitado a R$ 2,3 milhões. O efetivo da Polícia Civil no estado é de 9,6 mil homens, e as vagas disponíveis passam de 13 mil/Cora Rónai: O Rio era nosso. Não sei quando o perdemos/Flávia Oliveira: A política de segurança fracassou — no Rio e no país/Vítima do Ciep fechado. O menino Jeremias, morto na Maré, era um aluno aplicado e só estava na rua porque o Ciep Hélio Smidt estava fechado devido a uma operação policial/Merval Pereira: FH e Huck se reúnem hoje em SP. O apresentador Luciano Huck terá reunião hoje com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo, para tratar das eleições presidenciais. Essa conversa será fundamental para uma decisão final de Huck, que deve acontecer até depois do carnaval. O encontro acontece em meio à fragilidade da candidatura à Presidência do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e às pressões para que Huck volte a pensar em uma eventual candidatura/Supremo devolve delação premiada de executivos da OAS. O ministro Edson Fachin devolveu à Procuradoria-Geral da República oito delações premiadas de executivos da empreiteira OAS por não concordar com as penas e multas fixadas/Banco Central sinaliza que ciclo de queda dos juros chegou ao fim. Ao cortar os juros pela 11ª vez, de 7% para 6,75%, Copom sinalizou que não deve fazer outra redução. Texto do BC indica que o ciclo de queda, iniciado em outubro de 2016, acabou/Acionistas da Oi votam por mudar gestão. Os portugueses da Pharol e a Société Mondiale, principais acionistas da Oi, aprovaram em assembleia mudança na direção da tele. Mas a decisão pode não ter validade jurídica/Editorial: Violência ultrapassa todos os limites no Rio.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: BC reduz taxa de juros para mínimo histórico de 6,75%. Selic atinge nível mais baixo desde sua criação, em 1996; Copom sinaliza que o ciclo de cortes chegou ao fim. O Banco Central reduziu a taxa básica de juros de 7% para 6,75% ao ano. Foi o 11.º corte consecutivo da Selic, que atinge o menor valor desde que foi criada, em 1996. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC também sinalizou que o mais provável é que o movimento de ontem tenha sido o último do atual ciclo de cortes. Uma nova redução pode ocorrer em março apenas se o cenário melhorar. Para economistas, a aprovação da reforma da Previdência seria um desses fatores. Desde o ano passado, o BC vinha indicando que pararia de reduzir a taxa básica de juros, que serve de parâmetro para o custo de empréstimos. Mesmo com a Selic no menor nível das últimas duas décadas, a taxa média cobrada em operações de crédito no Brasil no ano passado foi de 25,6% ao ano. O juro do rotativo de cartão de crédito chegou a 334,6% ao ano e o do cheque especial, a 323%/Para ganhar mais, mais risco. A queda da Selic comprimiu a rentabilidade de boa parte dos ativos de renda fixa, que se igualam ou perdem para a caderneta de poupança. Isso incentiva o investidor mais conservador a dar seus primeiros passos na renda variável/Alckmin fala em privatizar ‘várias áreas’ da Petrobrás. Pré-candidato à Presidência, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse que “inúmeras áreas” da Petrobrás poderiam ser entregues à iniciativa privada, com a perspectiva de privatizar a estatal por completo “no futuro”. Ele afirmou que uma equipe estuda quais empresas poderiam ser desestatizadas em eventual governo tucano. A declaração foi criticada pelo presidente da Petrobrás, Pedro Parente/Planos devem reembolsar o SUS, define Supremo. O STF decidiu ontem por unanimidade que os planos de saúde são obrigados a reembolsar o Sistema Único de Saúde (SUS) quando seus usuários forem atendidos na rede pública. O impasse durava quase 20 anos. Para especialistas, com a definição, deixa de ser vantajoso para os planos a recusa de atendimento, uma vez que terão de arcar com os custos em algum momento/Governo admite mais mudanças na Previdência. O governo quer votar a reforma da Previdência até o dia 28 – depois disso, se não tiver apoio, deve desistir da proposta. O ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) admitiu que pontos como a transição para servidores e o acúmulo de aposentadorias e pensões podem ser mudados. A TV Estadão debate o tema hoje, às 15 horas/Cidade de Deus ocupada. Um dia após a morte de uma criança e de um adolescente, força-tarefa com 3 mil homens ocupou a Cidade de Deus, no Rio. À noite, menino de 4 anos foi baleado em São Gonçalo. Ele foi internado em estado grave/Coluna do Estadão. Huck e a candidatura. Em processo no TSE sobre aparição no Domingão do Faustão, defesa alegou que Luciano Huck “reitera que não será candidato”/Raul Jungmann: Sob a óptica comercial, parceria entre Boeing e Embraer traria inúmeros benefícios/Eliane Cantanhêde: Lula está nas mãos de um amigo, Sepúlveda Pertence, e de um adversário, Gilmar Mendes/Celso Ming: Queda das bolsas mostra que mercados não estão preparados para o que tem de vir/Editorial1: Horizonte estreito. O impasse em torno da reforma da Previdência evidencia a incapacidade do Brasil de superar os interesses das corporações e dos políticos, que somam esforços para garantir privilégios e votos/Editorial2: Sem cinto para o pouso. A previsão de um ajuste nos mercados financeiro e de capitais é quase consenso.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: BC reduz Selic para 6,75% e juro é o menor da história. Analistas avaliam que a queda, a 11ª consecutiva, encerrará ciclo de baixa. O Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu de 7% para 6,75% a taxa básica de juros da economia. É a 11ª queda seguida da Selic, que chega ao nível mais baixo pelo menos desde o início do regime de metas de inflação, em 1999. Apesar de o comunicado do BC ter deixado aberta a possibilidade de cortes adicionais, a percepção de economistas é que esse tenha sido o último. “A economia já voltou a crescer, o que justifica a parada”, diz Fernando Rocha, da gestora JGP. Analistas avaliam que o cenário de inflação controlada e a aceleração gradual da economia permitirão a manutenção dos juros nesse nível ao longo do ano. Para 2019, entretanto, eles já consideram certa a retomada do ciclo de alta da Selic. As estimativas de mercado colhidas pelo BC apontam para juros de 8% no fim do próximo ano. Tatiana Pinheiro, economista do Santander, diz que haverá necessidade de elevar a taxa para conter os riscos de aumento de preços/Governo fixa dia 28 como limite para votar Previdência. Com uma versão mais flexível da reforma da Previdência em mãos, o governo Michel Temer fixou 28 de fevereiro como data-limite para votar o texto no Congresso. Se não houver certeza da vitória, ela será engavetada. O núcleo do governo não conta com a aprovação, e o Ministério da Fazenda já reorganiza sua agenda, na qual priorizará medidas microeconômicas/Moro decide que recibos dados por Lula são válidos. Em vitória da defesa de Lula, o juiz Sergio Moro concluiu que recibos apresentados pelo petista para comprovar pagamento de aluguel de apartamento a empresário não são “materialmente” falsos, como afirmou o Ministério Público. Ainda será analisado se houve efetivamente repasse/Investigação sobre Jucá teve atraso no STF e falta de dados/Folha deixa de publicar seu conteúdo no Facebook. A Folha deixa de publicar no Facebook a partir de hoje. O jornal manterá sua página na rede social, mas não mais a atualizará. A decisão é reflexo de discussões sobre os melhores caminhos para distribuir o conteúdo do jornal. As desvantagens em utilizar o Facebook ficaram mais evidentes após decisão da rede social de reduzir a visibilidade do jornalismo profissional. Os leitores ainda poderão compartilhar conteúdo da Folha em suas páginas pessoais no Facebook/Notícias falsas ganham espaço na rede e jornalismo profissional perde/Foto-legenda : Antes do carnaval. Suspeitos detidos em operação surpresa das polícias do Rio e das Forças Armadas na Cidade de Deus; 38 foram presos/Editoria1: Renovação e desespero. Movimentos pela candidatura de Huck traduzem abalo no PSDB e no sistema político/Editorial2: Limites ao poder. Que o referendo equatoriano não seja só mais um casuísmo da disputa política. 

MANCHETES DOS PORTAIS DE NOTÍCIAS:

Manchete e smbmanchetes da hora de O Globo online: Enquanto megaoperações são realizadas, investimentos do estado em investigações diminuem/Fachin devolve à PGR oito delações de executivos da OAS. Acordos feitos na gestão Janot foram considerados excessivamente vantajosos/Análise: rescisão de acordos e devolução de propostas indicam nova forma de ser fazer delação. Tendência de colaborações é de comedimento, tanto na PGR, como no STF/Planos de saúde só pagaram 25% do que deveriam repassar ao SUS. STF mantém obrigação de planos pagarem quando usuários precisarem recorrer à rede pública/Decisões do STF em relação aos planos são movimento para fortalecer saúde pública, diz médica. Supremo mantém obrigação de planos pagarem SUS caso clientes precisarem recorrer à rede/Plano de saúde tem que dizer por que negou cobertura a cliente. Decisão do STF sobre lei do MS pode servir de precedente para casos semelhantes/A investidores, Bolsonaro diz: ‘não entendo nada de economia’. Investidores festejam a possibilidade de Lula não participar da corrida eleitoral/Análise: equipe econômica já mira agenda pós-Previdência. Governo praticamente ‘jogou a toalha’ e deve concentrar esforços em outras medidas da agenda, como a reoneração de empresas/Oposição se organiza para atuar em bloco contra reforma. Governo busca apoio em troca de Refis/Banco Central reduz taxa de juros para 6,75% ao ano. Foi a 11ª vez consecutiva que o Copom diminuiu a Selic/Banco Central reduz os juros: saiba como renegociar suas dívidas. Taxa básica Selic cai para 6,75%% ao ano, menor taxa desde 1999/Bancos anunciam redução de juros no crédito pessoal.

Manchete e submanchetes da hora do Estadão online: PF aponta prejuízo da Petrobrás na venda da Triunfo de até R$ 191 milhões. Perito criminal diz que houve subvalorização de ativos da petroquímica e que estatal negligenciou relatórios/BC reduz juros para mínimo histórico de 6,75%. É o menor nível desde sua criação, em 1996; nova queda pode ocorrer em março apenas se cenário melhorar/Temer diz que bancos vão acompanhar corte de juros/Selic a 6,75% reduz o retorno da caderneta de poupança/BC sinaliza que deve interromper ciclo de cortes/Bancos seguem BC e anunciam corte nos juros/Juros bancários seguem altos para padrões internacionais/Cida Damasco: Sem sustos, cenário de estabilidade/Para analistas, manutenção da Selic depende da Previdência/Com juro baixo, conservador já se arrisca em renda variável.

Manchete e submanchetes da hora da Folha online: Falta de dados e falhas marcam investigação sobre Jucá no STF. Caso de suposta propina em Roraima foi arquivado por falta de provas e prescrição/Folha deixa de publicar conteúdo no Facebook. Jornal decide parar de atualizar sua conta após diminuição da visibilidade do jornalismo profissional pela rede social/Fake news ganha espaço na rede social/Em defesa no TSE, Huck diz que não será candidato neste ano/Lula marca caravana pelo Sul/R. Bragon: Só Temer pode se defender/Luciana Coelho: Davos dá respostas paliativas, mas também rápidas e factíveis. Encontro tornou-se uma vitrine cobiçada/Clóvis Rossi: Coesão europeia segue viva.

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