Violência e preços do frete e do diesel são os destaques das manchetes de jornais

SINOPSE DE 06 DE JUNHO DE 2018 Edição: Sérgio Botêlho  JORNAIS: Manchete e destaques do jornal O Globo: Brasil supera a marca de 62 mil homicídios por ano. Taxa

SINOPSE DE 06 DE JUNHO DE 2018

Edição: Sérgio Botêlho 

JORNAIS:

Manchete e destaques do jornal O Globo: Brasil supera a marca de 62 mil homicídios por ano. Taxa de 30,3 mortos por 100 mil habitantes é 30 vezes maior que a da Europa. De 2006 a 2016, índice de assassinatos entre negros e pardos cresceu 23,1% e caiu 6,8% para os demais brasileiros. O Atlas da Violência 2018, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostra que 2016 registrou 62.517 mortes violentas, atingindo o índice de 30,3 mortos por 100 mil habitantes, taxa 30 vezes maior que a da Europa. Os dados da pesquisa confirmam que a violência atinge com mais força os negros: a taxa de homicídios entre negros e pardos, de 2006 a 2016, cresceu 23,1%. No mesmo período, o índice caiu 6,8% para os demais brasileiros/

Guerra de facções aterroriza o Leme. Dois homens morreram. Ruas ficaram desertas. O Leme viveu um dia de pânico por causa da guerra entre facções rivais nos morros da Babilônia e do Chapéu Mangueira. Os tiros começaram por volta de 5h da manhã, quando traficantes armados com fuzis chegaram pela Avenida Princesa Isabel e invadiram o Morro da Babilônia. O Bope subiu a favela, e as ruas do bairro ficaram desertas. No fim da tarde, houve novo tiroteio, desta vez no Chapéu Mangueira, e dois homens morreram. Segundo a PM, eram bandidos que estavam armados com um fuzil e uma pistola. O bairro vem sofrendo com tiroteios desde março/

Governo deixa ANP decidir sobre gasolina. Agência reguladora fará consulta pública e poderá determinar prazos mínimos para reajustes. Após a greve dos caminhoneiros elevar a pressão por uma nova política de preços da gasolina, o governo deixou para a Agência Nacional do Petróleo decidir sobre o tema. A agência abrirá consulta pública sobre a periodicidade dos reajustes e poderá regular até o mercado de distribuição. Nos últimos dias, o governo chegou a discutir mudanças na tributação e o uso do pré-sal para reduzir os reajustes. Agora, decidiu afastar a discussão do Planalto/

Justiça suspende venda de distribuidoras da Eletrobras/

Alckmin reclama de aliados do PSDB. O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, tem acusado aliados do partido de fazer corpo mole. Para o tucano, eles estariam mais preocupados com suas campanhas nos estados. Estagnado nas pesquisas e irritado com as críticas, Alckmin chegou a dizer, em jantar com tucanos, que, se quisessem, poderiam retirar a sua candidatura/

Lula, Cabral e Bretas em tom amistoso. Com a presença de Sérgio Cabral, réu no processo que investiga compra de votos na Rio-2016, o juiz Marcelo Bretas ouviu Pelé e o ex-presidente Lula, por teleconferência. Audiência teve piadas e tom amigável entre Lula e o magistrado/

BC intervém, mas não segura dólar. Mesmo com a atuação do Banco Central, o dólar teve alta de 1,81% e fechou a R$ 3,812, maior cotação desde 2 de março de 2016. A aversão a mercados emergentes e o cenário eleitoral também derrubaram a Bolsa/

ELIO GASPARI: Nada de bom aconteceu com a Petrobras desde a greve dos caminhoneiros/

ZUENIR VENTURA: Seleção e Neymar ajudam a desanuviar o clima/

LYDIA MEDEIROS: Confusões de Temer abrem espaço a militares/

Editorial1: A obsessão dos políticos por subsídios. A proximidade das eleições estimula Planalto e Congresso a buscarem fórmulas que transfiram para o contribuinte aumentos de custo em combustíveis/

Editorial2: Sanções contra Maduro devem preservar população. A invocação da Carta Democrática Interamericana para afastar a Venezuela da OEA pode ter efeitos perversos para a população e pouca eficácia contra o regime.

Manchete e destaques do jornal Estado de São Paulo: Sob pressão do agronegócio, governo reverá tabela do frete. Empresários reclamam de custo 150% maior; caminhoneiros prometem reagir. O governo recuou e vai rever a tabela de preços mínimos para os fretes rodoviários. A tabela entrou em vigor em 30 de maio e era reivindicação dos caminhoneiros em greve. A decisão de ontem foi tomada após pressão de representantes do agronegócio. Eles dizem que a tabela eleva os custos do frete em até 150%. Antes, as negociações eram feitas caso a caso. Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta que, com os valores fixados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), os fretes de grãos subiriam entre 35% e 150%. O ministro Valter Casimiro (Transportes) afirmou que a tabela passará por consulta pública. Os caminhoneiros demonstraram descontentamento. “Se essa tabela cair, vai ter uma greve pior que a última”, disse Ivar Luiz Schmidt, representante do Comando Nacional do Transporte/

ANP intervém em política de preços da Petrobrás. Quatro dias após Pedro Parente deixar o comando da Petrobrás, o governo decidiu intervir na política de preços da companhia. Ontem, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) anunciou que vai passar a controlar o prazo dos reajustes dos combustíveis, hoje feitos quase diariamente pela estatal. A decisão foi tomada em conjunto com o Ministério de Minas e Energia/

Sem subsídio para a gasolina. “Não temos espaço fiscal neste momento (para subsidiar a gasolina)”, disse o ministro Eduardo Guardia/

Incertezas na economia levam dólar a R$ 3,81. O dólar subiu 1,85% e fechou, ontem, em R$ 3,81, maior cotação desde 3 de março de 2016, época em que cresciam as apostas de impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Os receios de piora do quadro fiscal e de que um candidato não reformista vença a eleição presidencial são apontados como causas. O Ibovespa caiu 2,49% e ficou abaixo dos 77 mil pontos/

Mercado fala em alta da Selic. Com o dólar na casa dos R$ 3,80, crescem as apostas de que o Copom elevará a taxa, hoje em 6,50%/

Deputados de SP elevam teto de servidores para R$ 30 mil. Deputados estaduais aprovaram ontem uma PEC que eleva o teto do funcionalismo do Estado de São Paulo de R$ 21 mil (salário do governador) para R$ 30 mil (ganhos mensais dos desembargadores do TJ). A medida deve custar R$ 1 bilhão aos cofres públicos. Na Câmara de São Paulo, 254 servidores ganham até R$ 59 mil, acima do teto municipal/

Para TCU, 44% das renúncias fiscais não têm controle. O Tribunal de Contas da União (TCU) quer que a Casa Civil defina um rito de análise antes de o governo aprovar renúncias tributárias. Para este ano, a União deve abrir mão de R$ 284 bilhões. Desse total, 85% (R$ 240,6 bilhões) não têm prazo para acabar e 44% (R$ 125,6 bilhões) não passam por nenhum tipo de fiscalização de um órgão gestor/

OEA abre processo de suspensão da Venezuela/

Editorial1: O PCC ameaça a democracia OPCC é uma das maiores ameaças à segurança dos brasileiros e jamais poderá ser maior do que o próprio Estado. Passa da hora de dar fim a este mal/

Editorial2: Do auxílio-moradia à fisioterapia. TSE quer gastar com material de reabilitação fisioterápica/

Editorial3: Respeito à Lei das Estatais. É de estranhar que a Petrobrás esteja estudando medidas legais que podem ser adotadas para evitar alguns bons controles previstos na Lei das Estatais.

Manchete e destaques do jornal Folha de São Paulo: Governo usa agência para intervir nos combustíveis. ANP que regula o setor, quer estabelecer prazo mínimo para reajuste nos preços. A Agência Nacional do Petróleo anunciou consulta pública para discutir a periodicidade dos reajustes de combustíveis no país. O objetivo da agência reguladora é estabelecer prazo mínimo para repasses das variações de preços. A ação pode atingir refinarias e distribuidoras. A medida foi negociada com o governo Temer (MDB) e é parte da estratégia para pôr fim aos reajustes diários da Petrobras sem passar a imagem de intervenção no mercado de combustíveis. Principal afetada, a estatal divulgou nota dizendo que vai colaborar com a ANP. A política de preços da Petrobras passou a ser contestada após aumento nos preços de gasolina, diesel e gás provocado pela escalada das cotações internacionais do petróleo nos últimos meses. As distribuidoras disseram que precisam avaliar a medida antes de se pronunciar. Antes, criticaram o uso da polícia para controlar o preço do diesel nos postos. “A Venezuela começou assim”, disse Leonardo Gadotti, representante do setor/

Paralisação deve causar maior inflação mensal em dois anos, estima FGV/

Em 1ª fala após prisão, Lula critica denuncismo. O ex-presidente Lula afirmou ontem à Justiça Federal que o país vive um momento de “denuncismo” e que está “cansado de mentiras”. Foi a primeira declaração pública do petista desde sua prisão, em abril. Ele é testemunha de defesa do ex-governador Sérgio Cabral em ação que apura propina na escolha do Rio como sede da Olimpíada de 2016/

Dólar tem maior valor desde março de 2016, R$3,81. O dólar fechou a R$ 3,81 ontem, o maior valor desde março de 2016, influenciado por preocupação de que haja guerra comercial entre os EUA e seus parceiros. A alta também foi motivada por temor de mudanças na política de preços de combustíveis da Petrobras/

Antônio Delfim Neto: Mais destrutivos, erros dos governos socializam prejuízo. Confirmou-se, de novo, que erros dos governos podem ser mais destrutivos do que os dos mercados e que, pior, sempre terminam na socialização dos prejuízos, isto é, a conta é paga por quem não tem nada a ver com eles/

Sob pressão, Alckmin se irrita com líderes tucanos. Pressionado por colegas de partido a deslanchar sua candidatura, o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) irritou-se. Em jantar, jogou guardanapo na mesa e perguntou se preferiam outro nome/

Em 11 anos, assassinatos de jovens crescem 23%. Os homicídios de jovens de 15 a 29 anos no país subiram 23% de 2006 a 2016, indica o Atlas da Violência 2018, publicado pelo Ipea e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No último ano do levantamento, o número atingiu o pico da série histórica, com 33.590 vítimas nesta faixa etária. Em 11 anos, foram 324.967 jovens assassinados. No Rio Grande do Norte, a alta f01 382% —outros oito estados tiveram aumento maior que 100%. No total, o Brasil registrou 30,3 assassinatos a cada 100 mil habitantes. A taxa, recorde, é 30 vezes a da Europa. No Pará, uma disputa entre facções leva a região metropolitana de Belém a índice de 6 mortes violentas por dia/

‘Pela honra de Deus’. A policial militar que ficou famosa por matar ladrão a tiro diante de escola em Suzano (SP) estuda concorrer a deputada federal. “Se me candidatar, Ele tem a ver comisso”, diz a evangélica Katia Sastre/

Editorial1: Lições orçamentárias. Concessões dão mostra da necessidade de adaptação a um cenário de escassez

Editorial2: Quem não deve… Donald Trump dá sinais crescentes de inquietação com o cerco a seu entorno.

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