Violência, economia, finanças, Lava Jato e investigações são os destaques do noticiário

Edição: Sérgio Botêlho JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Violência leva empresas a adotar ‘código de conduta’. Medidas incluem restrição a vias, mudança de turno e uso

Edição: Sérgio Botêlho

JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Violência leva empresas a adotar ‘código de conduta’. Medidas incluem restrição a vias, mudança de turno e uso de blindado. Executivos trocam terno por uniforme, e companhias instalam geradores para o caso de falta deluz em operações militares. A violência no Rio tem levado empresas a implementar “códigos de conduta”, com restrição à circulação em vias de alto risco, mudança nos turnos para evitar horário noturno, aumento nas escoltas e até uso de geradores em caso de queda de energia durante operações militares. Executivos são aconselhados a deixar o terno e adotar o uniforme da empresa. A receita das seguradoras de transporte subiu 125% no estado, enquanto no país a alta foi de 6%/Bolsonaro e seus aliados encrencados. Recém-filiado ao PSL, a oitava sigla de sua trajetória política, o pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro tem parte de seus novos correligionários enroscada com a Justiça/UPPs têm mais de três mil tiroteios em 20 meses. Levantamento feito pelo aplicativo Fogo Cruzado revela que, nas 38 UPPs (37 na capital e uma na Baixada), houve 3.014 tiroteios de julho de 2016 a fevereiro deste ano, média de 150 confrontos por mês. O general Walter Braga Netto, interventor da segurança, avaliará a estrutura física e a importância estratégica de cada uma para decidir quais serão fechadas/Explosão de roubos aterroriza o campo. Quadrilhas de roubo de máquinas e insumos agrícolas têm semeado o terror em algumas das áreas mais produtivas do país. Só em Minas, Mato Grosso e Goiás foram registradas 71 mil ocorrências no campo em dois anos/Mulheres trans ganham espaço. Hoje, travestis e transexuais conseguem ser advogadas, delegadas e médicas. Apesar dos avanços, só 0,02% delas está na universidade/Merval Pereira: Corrida maluca pela Presidência indica futuro difícil. Mesmo os que acreditam na força da política tradicional, com seus acordos por baixo dos panos e suas coligações estapafúrdias para aumentar o tempo de televisão, fogem do PMDB e do próprio presidente Michel Temer. A janela de mudança partidária permitida pela legislação começou com uma evidência de debandada de políticos do maior partido do país, que bem ou mal está no poder/‘Renovação’ do DEM passa por nova geração de clãs. Expoentes do partido entraram na política pelas mãos dos pais e avós/Elio Gaspari. A interventoria do general Braga Netto pode dar certo. Falando na Escola Superior de Guerra, o general Augusto Heleno Pereira tratou da intervenção federal na Segurança do Rio e, numa breve observação, disse o seguinte: “A Colômbia ficou 50 anos em guerra civil porque não fizeram o que fizemos no Araguaia”. Deixando-se de lado a complexa situação colombiana, fica uma pergunta: “O que fizemos no Araguaia?” O “fizemos” feito está, mas o medo é que ele se transforme num “faremos”/Bernardo Mello Franco: No caso Delfim, parece que a polícia chegou atrasada. Aos 89 anos, o economista começa a prestar contas à Justiça. Seu velho amigo Paulo Maluf, de 86, está preso na Papuda. Nos dois casos, fica a impressão de que a polícia chegou atrasada, mas enfim chegou/Ascânio Seleme: Homens públicos não podem ter sigilos. Os eleitores têm o direito de saber o que entra e sai das contas bancárias de seus representantes/Lauro Jardim: Bendine entrega os podres de sua época no BB. A única novidade que vem de Curitiba sobre Aldemir Bendine, o Dida, não é sua condenação a 11 anos de prisão por propinas recebidas na Petrobras. Em breve, devem vir à tona estrepolias do período em que esteve à frente do Banco do Brasil de Lula e Dilma. E o mais surpreendente: o próprio Dida está relatando várias histórias à PF, mesmo sem estar fazendo delação premiada/Ancelmo Gois: Temer planeja intervenção social em favelas do Rio. Depois da intervenção federal na segurança, o governo Michel Temer prepara uma espécie de intervenção social. A medida de maior impacto será a regularização da propriedade das casas dos moradores de mais de cem favelas. Semana passada, houve várias reuniões no Ministério das Cidades, envolvendo também técnicos da prefeitura e do governo do Rio/Editorial1: Falta avaliação de gastos e de políticas. Mesmo gastando bem mais do que arrecada, o Estado brasileiro não se preocupa em zelar pela qualidade das despesas e tampouco analisa a eficácia de seus programas/Editorial2: Só fiscalização impedirá entrada de drogas e armas. … deve-se fazer o óbvio: combater a corrupção, para evitar “vistas grossas”, e aumentar a fiscalização em portos, aeroportos, fronteiras e rodovias, porque é por aí que drogas e armas têm entrado para abastecer o tráfico. Pode não ser tarefa fácil, mas é possível. Afinal, quem procura acha. A maior prova são as últimas apreensões.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Governo gastou R$ 23,2 bi em 2017 com bônus a servidores. Benefício foi concedido a 500 mil dos 633 mil funcionários da ativa; parte dos aposentados também recebe. O governo federal gastou R$ 23,28 bilhões com bônus de desempenho e gratificações de servidores do Executivo em 2017, valor equivalente a um mês de folha de pagamento do funcionalismo. Cerca de 500 mil dos 633 mil servidores da ativa recebem esse tipo de benefício, de acordo com levantamento do Ministério do Planejamento, informa Lorenna Rodrigues. Há também aposentados, que não têm metas a bater, na lista do bônus – a Justiça vem entendendo que o servidor tem o direito de incorporar pelo menos parte das gratificações depois de parar de trabalhar. Os bônus são criados para premiar a performance dos funcionários públicos, mas acabam funcionando como aumento de remuneração. E, apesar de poderem variar de acordo com o cumprimento de metas, a maior parte é paga pelo valor máximo. No setor privado, é usado para incentivar o trabalhador a melhorar seu desempenho/Gratificação polêmica. Do total gasto pelo governo no ano passado com gratificações, R$ 1,34 bilhão foi destinado para o pagamento do bônus de eficiência para auditores da Receita Federal e do Trabalho, criado em 2016, mas que ainda não foi regulamentado/Candidatura do MDB divide núcleo político de Temer. Os conselheiros mais próximos do presidente Michel Temer estão divididos quanto ao projeto eleitoral do partido para este ano. Se todos neste momento concordam que a sigla deve voltar a ter um presidenciável, eles não se entendem quanto ao nome que deve estar na urna em outubro. O ministro Moreira Franco sonha ver Temer candidato à reeleição. Eliseu Padilha trabalha por Henrique Meirelles/Pré-candidato do Podemos à Presidência, o senador Álvaro Dias (PR) conquistou apoiadores à sua campanha eleitoral. Há adesivos em carros de Brasília/Por presidência, aliados apoiam Maia ao Planalto. A cadeira de presidente da Câmara dos Deputados é o maior ativo de Rodrigo Maia (DEM-RJ) no seu projeto como pré-candidato ao Palácio do Planalto. O poder dela vai além de comandar as pautas importantes para o País. Para conseguir ocupá-la em 2019, líderes partidários topam apoiar o deputado fluminense à Presidência e, assim, garantir que seu atual posto esteja vago para ser disputado por partidos como MDB, PP ou até do Centrão. As alianças, se consolidadas, podem dar vultoso tempo de televisão a Maia na campanha, o que aumentaria sua projeção/Bolsonaro: hostilidade no PSL. Assim como aconteceu no PEN-Patriota, pré-candidato gera atritos e ameaças de debandada entre dirigentes regionais de sua nova legenda. Atrito. Bolsonaro em Minas; viagem mostrou divergências. O deputado Jair Bolsonaro (RJ), recém filiado ao PSL para disputar a Presidência da República, já enfrenta resistências no novo partido, com ameaças de novas debandadas e disputas internas entre dirigentes regionais/Isolado, Aécio sofre resistência em Minas. Senador é considerado um problema pela cúpula tucana e é visto com ceticismo até por aliados/Gestão de resultados. Às vésperas de uma eleição que promete ser das mais disputadas desde a redemocratização, a imagem de políticos e governantes não poderia estar pior. Mas há no País exemplos de boas práticas de governo, como o caso do controle das contas do Ceará. O Estado abre hoje uma série de reportagens sobre sucessos na gestão pública/Alerta ambiental. No momento em que o Brasil ganha mais duas áreas de proteção, a oceanógrafa Sylvia Earle vem ao País com a missão de apagar a visão que se tem dos oceanos: uma fonte inesgotável de recursos. Na foto, a Ilha do Prumirim, reserva ambiental criada há 10 anos que ainda não tem plano de manejo/Nos EUA, setor do aço teme desemprego. Trabalhadores de portos e de siderúrgicas americanas que processam aço enviado do Brasil, entre outros países, temem perder o emprego com as medidas protecionistas anunciadas pelo governo Trump, relata Cláudia Trevisan/Marcos da Guerra do Paraguai estão em ruínas. Imóveis que serviram de apoio a tropas brasileiras em conflito no Paraguai, no século 19, correm o risco de desabar por falta de conservação. Ruína. Palácio do Imperador teve portas e janelas arrancadas e paredes pichadas/Nos EUA, setor do aço teme desemprego. Na Califórnia, siderúrgica pode demitir 1.000 trabalhadores se tarifa do aço vingar/Eliane Cantanhêde: Uma bagunça. A sucessão tem nomes demais e candidatos viáveis de menos. Seria cômico, não fosse trágico/Celso Ming: Espinha quebrada. A magra inflação não surpreendeu. Já era esperada. Mas pode indicar uma novidade/Editorial1: Uma Constituição peculiar. O ministro Luís Roberto Barroso abre tenebroso precedente que pode tornar refém do ativismo judicial aquele que vier a ser eleito presidente pelo povo/Editorial2: Produtividade e crescimento. Responsável por mais de dois terços do crescimento de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no ano passado, a agropecuária vem se modernizando e ganhando eficiência há décadas/Editorial3: Encontro marcado. O eleito em outubro terá um desafio incontornável: aprovar a reforma da Previdência.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Gratificações já superam 70% dos salários federais. Pagamento extra foi criado no governo Lula para estimular a eficiência, mas produtividade é definida por beneficiários. A cada R$ 100 em despesas com salários, o governo federal gasta outros R$ 77 com gratificações e incentivos para servidores dos três Poderes e do Ministério Público da União. Em 2017, esses gastos somaram R$ 42,3 bilhões, enquanto os salários totalizaram R$ 54,5 bilhões, mostra levantamento feito pela Folha na base de dados do Ministério do Planejamento. As gratificações por cargo efetivo, instituídas no governo Lula, são a maioria dos pagamentos extras. O benefício foi idealizado para elevar a remuneração e, ao mesmo tempo, estimular a eficiência. Para receber a gratificação, é preciso que funcionário e o órgão em que ele trabalha sejam considerados produtivos, mas cada departamento determina suas próprias metas. Na prática, a nota máxima é atribuída a quase 100% dos servidores, e não existem casos em que as metas institucionais não sejam atingidas. O governo trabalha em um projeto de lei para alterar o sistema de gratificações. No entanto, a proposta precisaria ser aprovada no Congresso, onde grupos de pressão de servidores têm força para fazer oposição/Eletrobras precisa ser estatal, afirma economista de Ciro. Coordenador do programa de Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência pelo PDT, o economista Nelson Marconi diz que setores estratégicos como energia elétrica (incluindo a Eletrobras) e petróleo não podem ser privatizados. Ele, que afirma ser desenvolvimentista “sem medo de ser feliz”, diz à Folha que seria ótimo privatizar estradas e aeroportos/Carta dá proteção ao presidente, diz ministro da Justiça. O ministro da Justiça, Torquato Jardim, defende que Michel Temer (MDB) tenha tratamento diferenciado em razão do cargo que ocupa, citando garantias fixadas na Constituição. Em entrevista à Folha, ele questiona a decisão de Luís Roberto Barroso, do STF, de quebrar sigilo bancário do presidente/Risco de guerra comercial será tema principal de evento em SP. A iminência de uma guerra comercial, desencadeada pela decisão do governo dos EUA de sobretaxar importações de aço e alumínio, deve dominar a edição latino americana do Fórum Econômico Mundial, que se inicia em São Paulo nesta terça (13). O comércio não será, no entanto, o único tema do evento, que também deve debater as eleições majoritárias na região/Transposição – um ano depois. Na Paraíba, produtor de pimentões caminha pela lavoura, irrigada graças à transposição do rio São Francisco; com obra, 1 milhão de pessoas tiveram acesso à água/Editorial1: Deseducação à paulista. Secretário da gestão Alckmin se diz em desacordo com a própria política estadual de ensino/Editorial2: Por onde anda Marina? O lugar correspondente à ‘terceira via’ nas eleições deste ano continua desocupado.

Manchete do jornal Correio Braziliense: Brasil libera 66 armas por dia para a população/Presidente está poderosa demais, isso é muito ruim para o STF, diz ministro Marco Aurélio/DF: Briga acirrada por vaga na Câmara Federal/Jovens do DF pregam a volta da monarquia/Órgãos federais extintos custam R$6,4 bi por ano.

PORTAIS DE NOTÍCIAS:

Manchete e smbmanchetes da hora de O Globo online: Brasil vai recorrer da decisão de Trump de sobretaxar aço. Governo brasileiro quer o mesmo tratamento dado a México e Canadá por isenção de tarifas. Siderúrgicas temem reflexos em outros países/Exportadores esperam maior competição global com alíquotas nos EUA/Presidente encontra Cármen Lúcia após quebra de sigilo. Presidente e ministra do STF teriam debatido, na casa dela, sobre segurança pública/Temer afirma a jornal chileno que foi alvo de ‘montagem’. Segundo ele, provas falsas foram produzidas para tentar destituí-lo do poder/Com jingle sertanejo, dono da Riachuelo namora candidatura. Flávio Rocha admitiu interesse de concorrer em 2018 durante evento no interior do RN/Confirmado no PSOL, Boulos ataca Temer e Bolsonaro. Líder do MTST foi escolhido como pré-candidato, mas enfrenta pressão interna.

Manchete e submanchetes da hora do Estadão online: Governo federal gastou R$ 23,2 bilhões em 2017 com bônus a servidores/Congresso da China altera Constituição para manter Xi Jinping no poder/Em 10 meses, intervenção no Rio pode ‘estancar descontrole’/Emprego nos EUA depende da venda de aço do Brasil/Criminalidade. Arrastão na BR-101, no Rio, assusta motoristas/Candidatura de Aécio sofre resistência no PSDB/Temer encontra Cármen para discutir intervenção/Mulher é assaltada no aeroporto de Guarulhos. 

Manchete e submanchetes da hora da Folha online: Ministro defende tratamento diferenciado ao presidente. Para Torquato Jardim, Temer tem funções essenciais que ficam prejudicadas com uma suspeita não fundamentada/Painel: TCU prepara novas normas para fiscalizar acordos de leniência/Jânio de Freitas: Uma das funções do Supremo é tornar claro o que esteja sob dúvida/Fórum Econômico aborda risco de guerra comercial. Legitimidade do atual sistema de comércio e a construção de novas alianças dão tom a encontro/Rio São Francisco. Após 1 ano, transposição já retira 1 milhão do colapso. Reassentados pela obra sofrem sem água em Pernambuco/Coordenador de Ciro. Mercado e estado são complementares, diz Marconi. 

Manchete da hora do Correio Braziliense online: Acidente na BR-070 mata quatro pessoas em Cocalzinho de Goiás/TCDF suspende concurso público da Novacap por tempo indeterminado/Asfalto na Ponte das Garças aparece com rachaduras e meio-fio depredado. Trânsito interditado na Ponte das Garças no fim de semana/Rollemberg entrega mais de mil escrituras em Planaltina/Descoberto atinge o maior volume desde o início da crise hídrica/GDF: 15 integrantes do alto escalão podem deixar o cargo por eleições/Marco Aurélio. STF prorroga prazo de inquérito contra senadores do MDB/Pré-candidatura de Maia à Presidência esvazia a de Meirelles/Ataques em Fortaleza matam ao menos sete pessoas e ferem quatro.

Manchete da hora do Valor Econômico online: Brasil foi o país mais afetado pela nova tarifa dos EUA sobre o aço, diz Cebri. A expectativa de um eventual recurso na OMC é de ser tomada uma decisão que autorize uma medida compensatória às empresas brasileiras/Anúncio mostra desorganização da Casa Branca/Medida pode iniciar guerra comercial, diz secretário/Tarifa dos EUA é moeda de barganha comercial/FMI vê possíveis efeitos negativos à taxa de Trump/Em ofensiva jurídica, Temer vai à casa de Cármen Lúcia. 

Manchete da hora do Jornal do Brasil online: CNDH veio ao Rio conferir desrespeitos aos cidadãos. Movimentação dos militares sob o comando do general Braga Netto já está sob o foco e as atenções de distintos grupos/Marco Aurélio prorroga prazo de inquérito que investiga Renan Calheiros. Senador é é suspeito de ter praticado crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na construção do Canal do Sertão/Colômbia vai às urnas após acordo com Farc. Campanha foi marcada por tensão e atos de agressão/Após quebra de sigilo, Temer encontra Cármen. Pauta era segurança pública no Rio, disse Planalto/Oficial: Boulos é o pré-candidato à presidência do PSOL. Candidatura do líder do MTST foi chancelada por Lula/Polícia apura causas da chacina em Fortaleza/Trump só baixaria tarifas se UE fizesse o mesmo. “União Europeia tratou mal os EUA”, disse presidente/Justiça afasta seis executivos de suas funções na BRF. Eles “colocam em risco ordem pública e econômica”.

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