Intervenção no Rio, economia e política são os destaques do noticiário

Edição: Sérgio Botêlho  MANCHETES DOS JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Tropa de elite do Exército já atua na intervenção. Batalhão de Forças Especiais faz operações cirúrgicas

Edição: Sérgio Botêlho 

MANCHETES DOS JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Tropa de elite do Exército já atua na intervenção. Batalhão de Forças Especiais faz operações cirúrgicas e cercadas de sigilo. Treinados para resistir. Militares das Forças Especiais se preparam para atuar em condições adversas como áreas de mata, comuns no Rio, e para atirar com a precisão de snipers: eles são considerados a tropa de elite do Exército brasileiro. Submetidos a treinamento de alto nível em Goiânia, os militares são comparados aos Seals da Marinha americana. Eles agiram no Alemão e na Maré, anteriormente, e estão de volta ao Rio/O patrimônio oculto de Romário. Justiça afirma que senador do Rio tenta fraudar credores omitindo bens milionários/Cresce oferta de barriga de aluguel na internet. Proibida no Brasil, barriga de aluguel movimenta internet com grupos de oferta e procura/Cartel do cimento segue sem punição. Processo contra cimenteiras se arrasta há 9 anos, apesar de condenação e multa pelo Cade/Deputados debandam do PMDB no Rio. Desgaste ético e disputa por recursos devem levar sigla a perder até seis de seus nove integrantes na Câmara. De malas prontas. Eduardo Paes e Pedro Paulo durante ato de campanha: dupla decidiu migrar para o PP, do vice-governador Francisco Dornelles/Na onda da Lava-Jato. Policiais federais querem fazer bancada no Congresso para combater corrupção, mas vários integram partidos investigados/Perto dos 70 anos, Paulo Preto aposta em prescrição de crimes. Ex-diretor da Dersa é apontado como operador do PSDB em São Paulo/Vida de luxo de chefe de facção incluía mansão de R$ 2 milhões. Gegê do Mangue vivia no mesmo condomínio de Wesley Safadão/Bernardo Mello Franco: PF e MPF ofereceram blindagem a faz-tudo de Temer. O novo depoimento de Ricardo Saud jogou mais luz sobre um personagem que o governo se esforça para manter nas sombras. Trata-se do coronel João Baptista Lima, homem de confiança de Michel Temer/Ascânio Seleme: Em Pelotas, uma prefeita que assumiu a segurança. Em Pelotas, prefeitura criou Secretaria de Segurança Pública, assumindo responsabilidades/Elio Gaspari: A privataria de Doria no autódromo de Interlagos. A gestão do prefeito João Doria, de São Paulo, divulgou seu plano de privatização da área de 960 mil metros quadrados do autódromo de Interlagos. Prevê a concessão de 14% da área para construção de torres, mais 25 prédios, um shopping center e um complexo empresarial. A pista de corridas continuará lá, e será criado um parque público/Dorrit Harazim. Trump quer criar professor dublê de exterminador/Míriam Leitão: Ambição eleitoral de Temer dificulta o fim do governo. O primeiro objetivo do presidente Temer ao se colocar como candidato é adiar a hora em que será um pato manco, um governante sem poder, em fim de mandato. Temer quer manter a ideia de que tem um horizonte amplo/Ancelmo Gois: Investir em educação é mais eficaz contra a violência/Editorial1: A ilusão de uma bonança econômica duradoura. Indicadores positivos da economia tendem a se multiplicar, mas não se pode esperar que a retomada será consistente, sem a mudança do regime fiscal/Editorial2: Reação de jovens ao massacre na Flórida sinaliza mudança. A mobilização de estudantes americanos, após o massacre de 17 alunos na escola de Ensino Médio Marjory Stoneman Douglas, em Parkland, na Flórida, na semana passada, se transformou numa onda de indignação, que foi além do luto e da resignação costumeiros após esse tipo de tragédia. A revolta cresceu e se espalhou pelo país, indicando que, para boa parte da população, o ataque da Flórida extrapolou o limite de tolerância.

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Pedágio sobe, mas empresas não respeitam contratos. Reajuste de tarifa em rodovias concedidas chega a 70% acima da inflação, enquanto obras deixam de ser feitas/Em 10 anos, roubo de carro migrou para a periferia. 2008: Há número maior de ocorrências no centro expandido da cidade. 2014: É o ano que registrou o ápice de casos na Grande São Paulo. 2017: O número total cai ante 2014, com redução maior na área central Em 2008, 15% dos roubos de carro aconteciam no centro expandido – no ano passado, eram 6,9%. A periferia passou a concentrar 78,6% das ocorrências/EUA apontam desvios na Venezuela. Investigação apura uso de empresas para lavar bilhões de dólares e desviar fortunas para paraísos fiscais/Por eleição, Meirelles poderá deixar PSD. Pré-candidato ao Planalto, ministro da Fazenda admite que pode sair do PSD e ir para o MDB de Temer/Os bastidores da intervenção federal no Rio. Reuniões tensas e voos às pressas marcaram decisão; intervenção foi chamada de ‘jogada de mestre’, mas opôs Temer à cúpula do Congresso/Ela manda no vestiário. Aos 36 anos, treinadora comanda marmanjos com voz doce, mas firme. Ela é a primeira mulher com registro na CBF/Temer abre canal direto com puxadores de votos. Depois da intervenção no Rio, Michel Temer deu mais um passo para tentar alavancar a sua popularidade. Estabeleceu linha direta com prefeitos e deve fazer o mesmo com governadores. Semana passada, tirou dinheiro do “bolso” dos congressistas e repassou R$ 2 bilhões aos municípios usando verba que seria para pagar emendas. Em vez de devedores dos deputados, os prefeitos, bons puxadores de votos, agradeceram o presidente. Entusiastas da reeleição o aconselham, agora, a pedir aos Estados a lista de prioridades na área de segurança/Vera Magalhães: Judiciário no divã. Poder recorre ao corporativismo quando expostos seus privilégios/Leandro Karnal: O prazer de Gilda e o nosso. Rita Hayworth fumava com sensualidade devastadora, mas à noite devia tossir sozinha. Nunca fumei. Em parte, isso nasceu do exemplo doméstico oferecido por minha mãe, que por mais de meio século usou cigarros em casa. Nós cinco (os 4 filhos e o marido) abominávamos o hábito. Ela parou, obrigada pelo enfisema. Seu coração e seu sistema respiratório foram marcados para sempre. Talvez ainda estivesse entre nós, se tivesse evitado o vício/Editorial1: O que se espera da intervenção. Não é razoável esperar que a criminalidade seja domada sem plano consistente que restabeleça a cidadania de moradores de comunidades desamparadas. Uma intervenção como a que o governo federal estabeleceu na segurança pública do Rio de Janeiro só poderá ser considerada bem-sucedida se for além da esperada repressão ao crime. Até agora, contudo, as autoridades envolvidas na implementação da medida parecem ocupar-se – tardiamente, enfatize-se – apenas dos aspectos básicos da operação policial, deixando de mencionar o que se pretende fazer depois dessa etapa/Editorial2: Solução capenga. O imbróglio envolvendo a posse da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) como ministra do Trabalho terminou sem que a questão mais importante de todo este caso – a violação da prerrogativa do presidente da República de nomear os seus ministros – fosse reparada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o que certamente evitaria que uma ofensa à Constituição como esta se repetisse no futuro/Editorial3: Irresponsabilidade com o campo. O Código Florestal afeta o desenvolvimento econômico, ambiental e social do País. Ainda não foi concluído o julgamento pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) das cinco ações sobre a constitucionalidade do Código Florestal de 2012 (Lei 12.651/2012) – falta o voto do ministro Celso de Mello –, mas o que se viu até agora foi uma inequívoca demonstração de irresponsabilidade com o campo e com a lei, como se os ministros estivessem a debater academicamente uma teoria, sem maiores consequências práticas para a Nação.

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: Privatizar tudo é saída, diz mentor de Bolsonaro. Ultraliberal, Paulo Guedes elabora programa econômico do presidenciável. O responsável pelo programa econômico do presidenciável Jair Bolsonaro é um ultraliberal que defende “privatizar tudo” para zerar a dívida interna do país. O economista Paulo Guedes, 68, mora no Rio de Janeiro e vem de uma carreira próspera na área bancária. O ex-capitão do Exército e deputado federal encontrou nele um aliado improvável, dado seu histórico de posições estatizantes. Para ele, “o governo é muito grande, bebe muito combustível”, enquanto é modesto na aplicação de recursos na área social. “Se privatizar tudo, você zera a dívida, tem muito recurso para saúde e educação. Ah, mas eu não quero privatizar tudo. Privatiza metade, então. Já baixa metade da dívida”, diz. Ele afirma não saber se Bolsonaro se converteu ao ideário liberal que defende. Guedes minimiza as polêmicas que envolvem o pré-candidato, conhecido por declarações destemperadas. “Você nunca se excedeu? Estou vendo uma pessoa que todos dizem que é bruta, mas que tem demonstrado muita retidão comigo”, afirmou/Congresso tem mercado de compra de deputados. Corredores, gabinetes e salões do Congresso têm abrigado um intenso mercado de deputados, com ofertas bancadas pelos fundos partidário ou eleitoral. O valor oferecido para que ocorra mudança de partido varia de R$ 1 milhão a R$ 2,5 milhões. Siglas querem puxadores de voto porque o tamanho da bancada definirá sua sobrevivência após o pleito/Empresa opta por avião para levar carga e fugir de roubos. O aumento do roubo de cargas em estradas brasileiras fez com que esse transporte migrasse para aviões. A escolha, confirmada por empresas aéreas e transportadoras, tem sido feita até para trajetos curtos, como de SP ao Rio. O número de ocorrências no país quase dobrou de 2011 a 2016, segundo a Firjan (federação das indústrias do RJ). No Rio, empresas pedem blindados até para levar carne/Violência no Rio é espalhada e, por isso, mais ‘visível’. Questionado sobre a situação da violência no Rio ser tão ruim quanto parece, o interventor federal, general Walter Braga Netto, balançou o dedo indicador, dizendo que não, e emendou: “Muita mídia”. Dados do anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que, em parte, ele tem razão/Marcos Lisboa e Leandro P. Carneiro: Em dez meses não dá para construir o que a PM não tem/Editorial1: Candidatos a candidato. Aridez de opções ao centro alimenta veleidades eleitorais diversas/Editorial2: Proposta da Casa Branca de armar professores em sala de aula beira a ficção.

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