Violência no Rio, economia e eleições 2018 são os destaques das manchetes dos jornais

Edição: Sérgio Botêlho  MANCHETES DOS JORNAIS: Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Governo vai liberar crédito extra para segurança. Ministro afirma que serão ‘alguns bilhões’. Dinheiro irá para

Edição: Sérgio Botêlho 

MANCHETES DOS JORNAIS:

Manchete e submanchetes do jornal O Globo: Governo vai liberar crédito extra para segurança. Ministro afirma que serão ‘alguns bilhões’. Dinheiro irá para o caixa do Estado do Rio, as forças da intervenção e o novo ministério. Após reunião do presidente Temer e ministros, o governo anunciou ontem que vai abrir crédito extraordinário para a segurança no Rio. O estado, as forças da intervenção federal e o recém- criado Ministério da Segurança Pública dividirão os recursos, que, segundo o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, devem chegar a “alguns bilhões”. Ele disse que os valores serão detalhados esta semana/

Na Rocinha, batalhão substituirá UPP. O comando da PM pretende acabar com a UPP da Rocinha. No lugar dela, seria instalado um batalhão. A criação depende da aprovação do secretário de Segurança, general Richard Nunes. Sua principal função seria retomar territórios perdidos para o tráfico/

Polícia segue dois novos rastros do assassinato de Marielle. A Polícia Civil reuniu ontem mais duas peças no quebra-cabeça que tenta montar para elucidar os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes: a identificação do segundo carro usado no crime e a coleta de imagens do circuito de segurança da Câmara Municipal. Agentes foram a Minas para analisar um veículo suspeito abandonado em Ubá/

Flávia Oliveira: A quem interessa criminalizar Marielle? Artigos alertam para os riscos da disseminação de informações inverídicas desrespeitando a história e a trajetória da vítima/

Ricardo Rangel: Por quem os sinos dobram. É urgente o general Braga Netto prender os assassinos de Marielle. Crime pode ser ponto de inflexão no embate entre esquerda e direita

Ancelmo Gois: Produtora fará filme sobre Marielle/

Energia cara: clientes deixam Light e Enel. O aumento das tarifas tem levado cada vez mais empresas do Rio ao mercado livre, no qual a energia é comprada diretamente das geradoras. Com isso, Light e Enel, cujos últimos reajustes são de 13,4% e 19,9%, respectivamente, vêm perdendo clientes/

Pré-candidatos usam cargos para campanha. Valendo-se das frouxas regras da pré-campanha, políticos que pretendem concorrer ao Planalto usam mandatos e cargos para turbinar suas agendas. O Ministério Público tem dificuldade para configurar os atos como propaganda eleitoral antecipada/

Petistas já consideram que prisão de Lula é inevitável. Avaliação, porém, é que ex-presidente fique poucos dias na cadeia/

Editorial: A causa dos déficits da Previdência. Falta de visão. Tema inescapável, com alta capacidade de mobilizar as pessoas, porque se refere ao sustento futuro da população, a reforma previdenciária, por mais difícil que seja abordá-la, precisa ser encarada de forma equilibrada, sem emoções que distorçam a lógica. A primeira reação típica diante de assuntos desagradáveis é a negação. Há vários exemplos no caso do irrefutável desequilíbrio estrutural da Previdência brasileira, seja no chamado “regime geral”, dos assalariados do setor privado (INSS), seja no “regime próprio”, dos servidores públicos/

 

Manchete e submanchetes do jornal Estado de São Paulo: Tecnologia faz renda crescer no campo e vaga informal cair. Em 5 anos, emprego recuou, mas rendimento médio do trabalho subiu 7%, diz estudo. Entre 2012 e 2017, o número de vagas de emprego informal no agronegócio caiu 3,4% ao ano – na agricultura como um todo, a retração chega a 5% das vagas informais ao ano no mesmo período, de acordo com estudo inédito feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE e obtido pelo Estado. “O agronegócio tem absorvido cada vez menos mão de obra informal e com menos qualificação”, afirma o economista Felippe Serigatti, coordenador da pesquisa. Consequência disso, o rendimento médio real (descontada a inflação) do trabalho no agronegócio subiu 7%, acima dos 4,6% registrados para os trabalhadores de todos os setores da economia. Na agropecuária, o avanço acumulado em cinco anos foi de 9,2% na renda e na agricultura, de 8,3%. O emprego formal no campo também viu o número de trabalhadores cair: 4,9% na agricultura e 1,4% no agronegócio ao ano em cinco anos/

Gargalo. A falta de trabalhador qualificado pode comprometer o crescimento do agronegócio no médio prazo/

Doria vence prévias; Covas assume Prefeitura no dia 7. O prefeito João Doria venceu, no primeiro turno, as prévias do PSDB e será o candidato do partido ao governo de São Paulo. Ele pretende deixar a Prefeitura da capital paulista até o dia 7 de abril, quando Bruno Covas, também do PSDB, assumirá o comando da cidade para um mandato de quase 3 anos. Doria obteve 80% votos. Em segundo lugar ficou o secretário estadual Floriano Pesaro, seguido pelo cientista político Luiz Felipe d’Ávila e pelo ex-senador José Aníbal. O governador Geraldo Alckmin, pré-candidato à Presidência, evitou declarar apoio a João Doria na eleição para o Palácio dos Bandeirantes. O vice de Alckmin, Márcio França (PSB), também deverá ser candidato ao governo em outubro, o que levará o presidenciável a ter um palanque duplo no Estado/

Sem novo programa nos próximos meses. O combinado com Doria é que Bruno Covas mantenha o secretariado, os projetos e o ritmo de trabalho atuais. Nenhum novo programa deve ser lançado nos primeiros meses/

Carro suspeito no caso Marielle é achado em MG. Denúncia anônima levou a Polícia Civil de Minas ao Logan prata com placas do Rio suspeito de ter sido usado no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL). O veículo foi apreendido na noite de sábado em Ubá, a 300 km do Rio. Investigadores da polícia fluminense foram para a cidade/

R$ 1 bi para a intervenção. O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse ontem que o governo federal vai liberar, via medida provisória, pelo menos R$ 1 bilhão para execução das ações da intervenção federal no Rio/

Coluna do Estadão: Temer inicia conversa com DEM sobre eleição. O presidente Michel Temer terá nesta semana sua primeira conversa com o novo comando do DEM e após o partido indicar que pode ter candidatura própria ao Palácio do Planalto. O tema será o futuro eleitoral da tradicional coalizão MDB-DEM. Com base em pesquisas, os demistas defendem que o candidato do grupo não represente a continuidade do atual governo. Os números indicariam que uma candidatura nesta linha estaria fadada ao fracasso devido à impopularidade de Temer. Se houver acordo, busca-se um nome viável eleitoralmente.

Denis Lerrer Rosenfield: Competência do STF tem limites, cabe ao Legislativo resgatar a soberania popular/

Cida Damasco: Defasagem entre Selic e juros da vida real dificilmente será eliminada no futuro próximo/

Editorial1: Autonomia e responsabilidade. A independência dos Poderes não deve representar alheamento em relação às necessidades do País/

Editorial2: Loteria Judiciária. Ninguém sabe o que esperar do STF a respeito das pequenas ou grandes questões/

Editorial3: Dupla remuneração. Sem saber, o contribuinte paga um adicional, que pode chegar a 100% do vencimento básico, para que o funcionalismo público federal preste os serviços pelos quais já é remunerado – no caso de algumas carreiras, muito bem remunerado. O que no início se destinava exclusivamente à remuneração pela prestação de serviços em condições excepcionais e de caráter temporário ou era pago como adicional por produtividade ou por outro critério de avaliação de desempenho virou pagamento normal dos servidores públicos federais. Trata-se de uma burla das normas da administração pública que sucessivos governos vêm tolerando para atender a demandas do funcionalismo. É uma prática danosa para os contribuintes e para o equilíbrio das contas públicas.

 

Manchete e submanchetes do jornal Folha de São Paulo: ‘Deixo de lado os pesadelos do passado’, diz Alckmin. Presidenciável tucano afirma que vai evitar polarização em campanha. Pré-candidato à Presidência, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que deverá evitara polarização na campanha e pregar a conciliação nacional. “Deixo de lado os pesadelos do passado. Não vou ficar brigando por coisa de PT, não sei o quê, vou olhar para o futuro”, disse ele em entrevista a Thais Bilenky. Para concorrer ao cargo, ele precisa deixar o governo paulista até 7 de abril. O governador paulista disse que pretende, como candidato, enfatizar a infraestrutura, a geração de emprego e a redução da pobreza e da desigualdade. Alckmin circula com gráficos para mostrar o que chama de cartões de visita. Comparam dados paulistas de violência, receitas e despesas com os do Brasil. Sobre o Rodoanel, que é uma das principais obras da sua administração, o tucano reclamou que “o estado está bancando quase sozinho” e que o governo Temer, “que deveria entrar com um terço da obra, está pagando um sexto”. 0 presidenciável é alvo de um pedido de inquérito no Superior Tribunal de Justiça a partir da delação da Odebrecht. Um ex-executivo da construtora disse que negociou um repasse de R$ 2 milhões em caixa dois para a campanha do tucano ao governo, em 2010. Alckmin afirmou que a acusação ê uma “aleivosia”/

Em nova versão de carta ao povo, Lula defenderá fim do teto dos gastos públicos. Com previsão de recursos escassos, divisão de fundo eleitoral racha petistas/

Caravana de Lula será recebida com protestos na região Sul/

Defesa do ex-presidente Lula adota tática para atrasar processos/

Quase 100% das igrejas são irregulares no Brasil, dizem ‘contadores cristãos’/

Governo quer usar alta de tributo para intervenção. O governo federal planeja usar o dinheiro arrecadado com a reoneração da folha de pagamentos para arcar com parte dos gastos da intervenção no Rio e com demandas do novo Ministério da Segurança Pública. Medida provisória será enviada ao Congresso nesta semana. A polícia mineira apreendeu perto da fronteira com o Rio carro que pode ter sido usado no assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL/

Leandro Cólon: Não punir quem matou Marielle vai simbolizar fracasso da intervenção. Para Jungmann, punição de envolvidos é o principal desafio do governo no Rio. As palavras do ministro reforçam a responsabilidade da atuação do governo Temer no território fluminense após o caso Marielle. O insucesso em prender e, sobretudo, punir quem matou a vereadora e o motorista Anderson pode simbolizar o fracasso de uma intervenção cercada de componentes políticos, desconfianças e, por ora, de parcos resultados/

Mauro Paulino: A maioria das brasileiras é como a vereadora. Brasileiras negras ou pardas somam 50 milhões e são a maioria das mulheres do país. A representatividade “por espelho” de Marielle também se reflete na renda mais baixa do segmento. Os dados mostram que a vereadora do PSOL de fato representava as bandeiras de seu eleitorado/

Grevório Duvivier: Quem a responsabiliza por sua morte tem as mãos sujas de sangue. Mesmo morta, seguem atirando sobre o seu corpo. Estão tentando despolitizar a morte de Marielle; não bastasse matá-la, agora tentam diluí-la/

Celso Rocha de Barros: Os sem bolas da bala. Única intervenção que Bolsonaro e Alberto Fraga apoiam é a intervenção ‘subir morro e matar pobre’. O novo não era apresentador de TV, não era jogador de vôlei, não eram os mercenários de internet do MBL, não era empresário, não era juiz ou procurador, não era seja lá o que for isso aí que o Doria é. O novo era a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), e o novo os caras mataram/

Alessandra Orofino: As balas que mataram Marielle. Fraga sabe exatamente quem é beneficiado pela venda das balas que matam 60 mil brasileiros por ano. A Taurus é a quarta maior doadora oficial de campanha do deputado federal Alberto Fraga (DEM) que acusou Marielle, poucos dias depois de sua morte, de ter sido casada com Marcinho VP, e ter tido apoio do Comando Vermelho para se eleger. Todas acusações infundadas, como depois ele próprio admitiu/

Mathias Alencastro: A execução trágica e brutal da jovem, negra e combativa vereadora Marielle Franco teve, num curto espaço de tempo, consequências mais significativas para as relações internacionais brasileiras do que o controverso impeachment de Dilma Rousseff e a condenação do ex-presidente Lula. Surpreendentemente, movimentos conservadores apoiaram as denúncias lançadas por organismos nacionais e transnacionais/

Polícia descarta envolvimento de dono de carro apreendido em morte de Marielle/

Manifestantes protestam contra a morte de Marielle na Maré, no Rio/

João Doria vence prévias para o governo de SP. O prefeito João Doria ganhou a disputa no PSDB para decidir o candidato do partido ao governo do estado de São Paulo nas eleições de outubro. O empresário obteve 80% dos votos nas prévias deste domingo (18). Ele disputou com o cientista político Luiz Felipe D’Ávila, o deputado Floriano Pesaro e o senador José Aníbal. Doria deve deixar a prefeitura até 7 de abril, prazo da lei eleitoral/

Opositores de Doria em prévias do PSDB questionam lisura da votação/

Editorial1: Mais uma batalha. Contribuição para aposentadorias proposta pela Prefeitura de SP sofre contestações no Supremo/

Editorial2: Rastros da devastação. Possível lucro da Petrobras não apaga as sequelas de anos de má gestão/

 

Manchete do jornal Valor Econômico: Governo vai leiloar mais sete terminais portuários. Na tentativa de deslanchar mais projetos de infraestrutura neste ano, o governo pretende anunciar hoje um novo leilão de portos, para atrair investimentos de R$ 1,3 bilhão. Serão oferecidos sete terminais portuários/

CCCC em busca de opções para investir no país. Cinco anos desde que foi idealizado, o porto privado de São Luís, no Maranhão, começou a sair do papel, com o lançamento da pedra fundamental na sexta-feira. O porto é um investimento da China Communications Construction Company, maior companhia de infraestrutura da China, em conjunto com empresas nacionais/

Soluções naturais. Para lidar com o dramático desafio global da água, a ONU está propondo uma “infraestrutura verde”, conceito que será tratado no Fórum Mundial da Água, em Brasília. Trata-se de “soluções baseadas na natureza para a gestão da água”, como diz o estudo a ser lançado hoje/

Sem Fibria, Votorantim avalia outros negócios. A venda do negócio de celulose, concluída na semana passada, com a transferência do controle da Fibria para o grupo Suzano, é um passo a mais na estratégia do grupo Votorantim de entrar e sair de determinados segmentos da economia na hora oportuna/

BNDES estima lucro de R$ 2,5 bi com JBS. Se vendesse hoje sua participação de 21,3% no capital da JBS, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teria um lucro de R$ 2,5 bilhões/

Empresas vão à luta contra o assédio sexual. O Ministério Público do Trabalho estima que 52% das mulheres economicamente ativas já foram vítimas de assédio sexual no país. Esse aumento das denúncias, que colocam as empresas em risco jurídico e reputacional, tem levado muitas companhias a reforçar seus programas de prevenção e combate ao problema/

Putin tende a suavizar tom com o Ocidente. Com Vladimir Putin confortavelmente reeleito, duas questões imediatas se impõem como desafios para seu novo governo: primeiro, até que ponto a escalada de confronto com países ocidentais vai continuar; e segundo, quem será seu primeiro-ministro para tocar algumas reformas nos próximos seis anos.

Violência caracteriza política no RJ. Planalto destinará recursos para intervenção. Dinheiro para custear ações no Rio de Janeiro será liberado por MP e projeto de lei de crédito suplementar/

Permanece sem elucidação o assassinato da vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, cometido na quarta-feira. Ontem manifestantes se reuniram na região do Complexo da Maré, na área da Linha Amarela e foram até a Avenida Brasil. Também houve um ato em homenagem a Marielle em frente ao MASP, na Avenida Paulista, em São Paulo/

Temer avança e põe Meirelles em xeque. Presidente Temer pode disputar reeleição e tirar ministro da Fazenda do jogo/

A atividade política é claramente mais vulnerável no Rio do que no restante do País. Um levantamento da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) mostra que, de 79 políticos assassinados no Brasil de 2000 a 2016, 13 foram no Estado, que lidera o ranking nacional/

Editorial: Indústria infante ou infantilização da indústria? Nas negociações do Mercosul com a União Europeia a indústria automobilística faz parte da lista de produtos cujas tarifas de importação só serão eliminadas após 15 anos/

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